Testament no Brasil em agosto

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De acordo com José Norberto Flesch (Destak Jornal), o Testament desembarca no Brasil em agosto. A banda divulga o álbum Brotherhood Of The Snake com os seguintes shows:

19/8 – São Paulo (Carioca Club)
20/8 – Rio de Janeiro (Circo Voador)

Alex Skolnick espera Testament mais colaborativo no próximo disco

Não é segredo que o guitarrista Eric Peterson monopolizou o processo criativo em Brotherhood Of The Snake, álbum mais recente do Testament. Também é público que o resto da banda não se sentiu confortável durante as gravações. Até por isso, seu companheiro de armas espera uma postura diferente no próximo trabalho. “Normalmente, colaboramos mais nos riffs. Até chegamos a fazer assim em ‘Neptune’s Spear’. Porém, ele tinha uma abundância de ideias, então, resolvemos segui-lo. Porém, não acho que será algo permanente. Com certeza teremos mais momentos de parceria no futuro”, declarou Alex Skolnick à rádio WSPN.

Todo mundo estava puto na gravação do álbum mais recente do Testament

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O vocalista Chuck Billy explicou à JAM Magazine como o clima ruim entre os membros do Testament influenciou Brotherhood Of The Snake. “Eric (Peterson, guitarrista) escreveu praticamente tudo sozinho, foi frustrante. Tivemos problemas em estúdio, muita tensão e raiva. Mesmo assim, precisávamos finalizar o trabalho. Isso refletiu em todos. Gene Hoglan claramente descontou sua frustração na bateria, o que acabou sendo ótimo para a música. Mas, definitivamente, não foi um processo divertido”.

Testament espera lançar novo álbum ano que vem

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Ao contrário do que vem acontecendo recentemente, o Testament não deve demorar a lançar um novo disco. “Esperamos ter um álbum pronto em 2018. Nada de levar outros quatro anos. Já deixei isso claro a Eric (Peterson, guitarrista e principal compositor). Decidimos que, enquanto não estivermos na estrada, vamos nos reunir para fazer jams e compor”, disse o vocalista Chuck Billy ao MetalWani.com. Brotherhood Of The Snake, trabalho mais recente, saiu em 2016.

Testament já pensa em novo álbum

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O vocalista Chuck Billy revelou ao RoppongiRocks.com que o Testament não deve demorar para lançar um novo disco. “Após a turnê japonesa, vamos começar a escrever novas músicas. Teremos tempo livre entre junho e julho para nos dedicarmos. Estou ansioso”. Disponibilizado ano passado, Brotherhood Of The Snake não contou com envolvimento concreto de todos os membros da banda nas composições, o que deve ser corrigido no próximo.

Testament reconta carreira em livro oficial

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O Testament começou os trabalhos em The Official Illustrated History. Como o título deixa claro, o livro recontará a história da banda através de fotografias e memorabilia. Várias imagens serão publicadas pela primeira vez. Fãs poderão acompanhar o desenvolvimento do projeto e fazer suas reservas – com direito a nome impresso na versão definitiva – através deste site. Ainda não há data definida para o lançamento.

As dez melhores do Testament segundo Derrick Green

Enquanto o Sepultura se prepara para uma turnê norte-americana com o Testament, Derrick Green elaborou um Top 10 dos companheiros de viagem. As músicas que entraram na lista foram:

1. Brotherhood Of The Snake (Brotherhood Of The Snake, 2016)
2. Native Blood (Dark Roots Of Earth, 2012)
3. Over The Wall (The Legacy, 1987)
4. The New Order (The New Order, 1988)
5. Burnt Offerings (The Legacy, 1987)
6. Practice What You Preach (Practice What You Preach, 1989)
7. The Pale King (Brotherhood Of The Snake, 2016)
8. Sins Of Omission (Practice What You Preach, 1989)
9. More Than Meets The Eye (The Formation Of Damnation, 2008)
10. Electric Crown (The Ritual, 1992)

O Top 10 do Sepultura segundo Chuck Billy

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É conhecida a história de que Chuck Billy, vocalista do Testament, chegou a fazer um teste para substituir Max Cavalera no Sepultura. Como as duas bandas farão uma excursão norte-americana juntas nos próximos meses, o cantor escolheu seu Top 10 do grupo brasileiro. As faixas escolhidas foram:

1. Refuse/Resist (Chaos A.D., 1993)
2. Nomad (Chaos A.D., 1993)
3. Territory (Chaos A.D., 1993)
4. Roots Bloody Roots (Roots, 1996)
5. Arise (Arise, 1991)
6. Beneath The Remains (Beneath The Remains, 1989)
7. Born Strong (Kairos, 2011)
8. Choke (Against, 1998)
9. Against (Against, 1998)
10. Phantom Self (Machine Messiah, 2017)

Alex Skolnick não descarta deixar o Testament mais uma vez no futuro

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O guitarrista Alex Skolnick deixou o Testament pela primeira vez em 1992, regressando brevemente em 2001 e definitivamente em 2005. No meio tempo, desenvolveu outros projetos, alguns totalmente fora do Heavy Metal. O Metal Shock Finland o questionou sobre como vislumbra seu futuro. “Quando regressei, não imaginava que faríamos um disco. Gravamos The Formation Of Damnation e fizemos a Metal Masters Tour, com Heaven And Hell, Judas Priest e Motörhead, que foi incrível”.

“Já estou com a banda por um tempo mais longo que na primeira vez. Tudo está indo bem. Mas não sei se quero ser um cara do Metal quando envelhecer. Ainda estou na casa dos quarenta anos (48), o que é relativamente jovem. É mais tempo do que imaginava quando pensava no assunto. Não quero ser um daqueles caras que segue para sempre enquanto toma Geritol (suplemento popular entre idosos nos Estados Unidos). Mas vai saber… No momento, está funcionando”.

“Não podemos ser tão pesados quanto as novas bandas”

Em entrevista ao podcast Neckbreaker, o vocalista Chuck Billy traçou um paralelo entre a sonoridade do Testament e as novas bandas. “Há algumas bem pesadas e eu amo, mas não podemos nem pensar em ser tão Heavy ou escrever como elas. Não acho que nossos fãs comprariam a ideia. É uma linha tênue, que até podemos cruzar por um pequeno momento, mas sem ir longe demais”.

Guitarrista do Testament defende performance de Metallica e Lady Gaga no Grammy

(via Collectors Room)

O guitarrista do Testament e companheiro da cena da Bay Area do Metallica, Alex Skolnick, postou em seu Facebook um longo texto defendendo a parceria entre o Metallica e Lady Gaga, que sacudiu o palco do Grammy 2017.

Abaixo estão as palavras do músico:

Na teoria, é uma grande ideia, e deveria significar uma espécie de home run para todas as idades. Infelizmente, será eternamente ofuscada pelos problemas com o microfone de James e pela falha na intro – por favor, organização, favor conferir se todos os apresentadores fizeram o seu dever de casa antes de subirem ao palco, ok?

Vi alguns comentários falando que Gaga deixou James largado no palco enquanto ocorriam os problemas com o microfone, que ela poderia ter ajudado e não veio ao seu encontro salvar o dia. Todos estão errados: ela (e todos no palco) usam monitores de ouvido, o que – como qualquer um que já teve a experiência de usá-los pode afirmar – fornece uma mixagem diferente daquela que é entregue ao público. Você não ouve mais nada além daquilo. A primeira coisa que você pensa quando não escuta um vocal ou qualquer outro instrumento é que supostamente ele está lá e que é apenas um problema com os monitores relacionados ao equipamento que você leva na orelha, o que pode acontecer às vezes.

Em outras palavras, ela não tinha ideia do que estava acontecendo e apenas fez os seus vocais. Então, resumindo para quem não curte o trabalho de Gaga e está usando a internet para espalhar xingamentos e ódio, acho que você tem que olhar para alguns pontos:

A) Que outro superstar do pop se atreveria a subir em um palco, ainda por cima do Grammy, com o Metallica ou qualquer outra banda de metal?

B) Quem mais poderia sair de um disco ao lado de Tony Bennett para tocar com o Metallica no momento seguinte, demonstrando amor, respeito e apreço por ambos?

C) Claro, a sua performance talvez tenha sido um pouco exagerada para aqueles que só se interessam pelo Metallica. Mas, novamente, ela é Lady Gaga, afinal das contas

D) Sim, ela faz muito teatro, mas ela também é uma artista que pode te conquistar apenas com sua voz e piano

E) Dado o interesse que Lars tem por ela e pela arte, e de fazer o inesperado na música, faz absolutamente sentido que eles colaborem um com o outro

F) Ela se deu bem na melodia e nos vocais se você deixar as imagens e apenas ouvir o que está acontecendo? Claro que sim! E a música foi muito bem escolhida, também.

A única coisa que eu mudaria além dos acidentes – que foram acidentais, é preciso frisar – é esta: por que pareceu que estava rolando uma aula de zumba lá em cima? De quem foi essa ideia? Colocar verdadeiros fãs em cima do palco, como o Metallica já fez em diversos shows, e não um monte de bailarinas, me parece uma ideia melhor. E o fato de todas as bailarinas estarem vestindo um ‘guarda-roupa de metal’ também ajudou a deixar as coisas meio caricatas. Dito isso, são pequenos ajustes que precisam ser feitos, e tenho certeza que o Metallica e Lady Gaga vão fazer isso novamente.

Para vocalista do Testament, gravação do último disco foi arriscada

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Em conversa com o TurkGitar.net, Chuck Billy relembrou o nada fácil processo de gravação de Brotherhood Of The Snake, álbum mais recente do Testament. “Escrevemos as músicas por dois anos, entre as turnês. Quando Gene (Hoglan, baterista) encontrou um espaço de duas semanas em sua agenda, corremos para o estúdio. Era maio do ano passado. Não tínhamos escolha, estávamos de costas contra a parede. Acabou sendo um processo arriscado, pois se ficasse ruim, não teríamos como consertar. Não é algo que gostaríamos de fazer novamente”.