Kanye West é fotografado com camiseta do Testament e o mundo sofre hecatombe

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O músico Kanye West foi fotografado usando uma camiseta do Testament ao sair de um jantar no último domingo, na Califórnia. Não é a primeira vez que ele é flagrado usando camisetas vintage de bandas de Metal. Obviamente, os “trve warriors of the kvlt” não gostaram. O guitarrista Alex Skolnick se manifestou nas redes sociais. “Oh não, ele não fez isso. Esperem, ele fez! Meu Deus. Esse clã de decrépitos deve ter pego uma pilha de camisetas velhas, a mesma em que Kourtney K escolheu uma do Slayer. Parece ter se tornado uma moda, quem imaginaria? É inconcebível para mim que essas pessoas saibam quem diabos são essas bandas. Talvez ele pense que se trata de algo religioso, não seria a primeira vez que isso acontece. Quer dizer, isso se ele pensar, o que não parece, de acordo com os últimos acontecimentos em sua vida. Que época estranha”.

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Testament, Sepultura e Prong em turnê conjunta

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O Testament confirmou Sepultura e Prong como convidados de sua próxima turnê norte-americana. Serão 36 apresentações entre 6 de abril e 20 de maio. Será que veremos Chuck Billy cantando “Choke”, música com a qual fez o teste para entrar na banda brasileira vinte anos atrás? Há duas possibilidades: 1) Sim; 2) Não.

Vocalista explica porque o Testament lança discos no esquema Copa do Mundo

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Entre Dark Roots Of Earth e Brotherhood Of The Snake, álbuns mais recentes do Testament, houve um intervalo de quatro anos. O MetalAssault.com perguntou a Chuck Billy se o cantor não sente falta dos tempos em que a banda lançava novidades com mais frequência. “No passado, morávamos perto uns dos outros, era mais fácil ensaiar. Agora, todos precisam pegar voos. De qualquer modo, desta vez não foi algo planejado. Não esperávamos demorar tanto. A ideia inicial era ter um intervalo de dois anos, mas não aconteceu”.

Guitarrista preferia que o Testament tivesse experimentado mais em novo disco

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O guitarrista Alex Skolnick falou à Spark TV sobre a sonoridade mais direta de Brotherhood Of The Snake, novo álbum do Testament. “Há grandes discos nesse estilo, como os do AC/DC. Pessoalmente, gosto de ser um pouco mais experimental. Curto coisas diferentes, como ‘Dangers Of The Faithless’, do disco The Formation Of Damnation (2008). Ela tinha acordes e tempos diferentes do usual. Mas tudo bem, não preciso fazer isso em todos os trabalhos”.

Resenha: Testament – Brotherhood Of The Snake [2016]

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Poucas bandas envelheceram com tanta qualidade quanto o Testament. O grupo comandado por Chuck Billy e Eric Peterson soube adaptar seu Thrash Metal aos novos tempos, oferecendo um disco bom atrás do outro. Mesmo assim, houve certa apreensão ao ler as primeiras entrevistas sobre o 11º trabalho de inéditas. O vocalista admitia que o processo não tinha sido dos mais fáceis, tanto pelo fato de seu parceiro ter se isolado na hora de compor como pelo grupo não ter saído da estrada desde o lançamento de Dark Roots Of Earth, que saiu em 2012. Sendo assim, todas as dez faixas que entraram no tracklist final foram assinadas por Peterson – duas delas, em parceria com Alex Skolnick. A tendência de isolamento do músico já havia se mostrado no play anterior e se fortaleceu no atual. Mesmo assim, não dava para julgar baseado na opinião de alguém com um envolvimento emocional tão forte com a obra.

O fato é que The Brotherhood Of The Snake mantém o nível altíssimo, com pancadas certeiras, como a faixa-título, que mistura a pegada dos trabalhos recentes com uma melodia tipicamente oitentista. E sem soar datada, o que é mais importante. “The Pale King” promove algumas variações e vocais narrados, enquanto “Stronghold” mete o pé no acelerador sem menor constrangimento. O tempero inglês nas guitarras de “Seven Seals” se destaca. Uma canção que poderia estar nos primeiros álbuns do grupo. A cadência de “Born In A Rut” prepara terreno para “Centuries Of Suffering”, a mais curta do play, que tem tudo para promover uma correria durante os shows, com mais uma performance impecável de Chuck Billy, alternando registros e mostrando ser dono de uma garganta privilegiada. Para arrematar, ainda há Gene Hoglan encaixando blast beats – algo que aparece bem menos neste disco, em comparação ao anterior.

A seguir, “Black Jack”, pessoalmente, a preferida do tracklist, trazendo Skolnick e Peterson alternando fraseados com maestria e uma pegada percussiva fulminante. O Heavy mais tradicional volta à tona em “Neptune’s Spear”, com um twin guitar attack no solo que deixaria Glenn Tipton e K.K. Downing (Judas Priest) orgulhosos. Chuck discorre sobre seu trabalho paralelo na letra de “Canna-Business” – ele vende vaporizadores para consumidores legais de cânhamo nos Estados Unidos. Encerrando, “The Number Game” reúne todas aquelas características inerentes ao Thrash californiano. Em termos de sonoridade, Brotherhood Of The Snake se mostra menos aventureiro, em comparação a seus antecessores diretos. Mesmo assim, a qualidade segue alta, mantendo o Testament como uma das bandas mais relevantes de sua época nos tempos atuais. Talvez a tensão tenha rendido bons frutos a curto prazo. Mas que fique por isso mesmo.

Nota 9

Chuck Billy (vocais)
Eric Peterson (guitarra)
Alex Skolnick (guitarra)
Steve DiGiorgio (baixo)
Gene Hoglan (bateria)

01. Brotherhood Of The Snake
02. The Pale King
03. Stronghold
04. Seven Seals
05. Born In A Rut
06. Centuries Of Suffering
07. Black Jack
08. Neptune’s Spear
09. Canna-Business
10. The Number Game

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Novo do Testament é o álbum independente mais vendido nos Estados Unidos

Testament

Brotherhood Of The Snake, novo disco do Testament, vendeu 16.975 cópias em sua semana de lançamento nos Estados Unidos. O desempenho garantiu à banda o 20º lugar no Top 200 da Billboard, além do 1º posto no chart Independent Albums. Dark Roots Of Earth, trabalho anterior, teve 20.500 unidades comercializadas no mesmo período, estreando no 12º lugar, além do mesmo topo na parada alternativa.

5 discos essenciais de guitarristas segundo Alex Skolnick

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Em mais uma lista da TeamRock Radio e adjacentes, Alex Skolnick (Testament) escolheu cinco álbuns que fizeram a diferença em sua evolução.

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Van Halen – Van Halen I (1978): “O disco que me fez querer tocar guitarra solo. Muitas pessoas se focam no fato de Eddie usar a técnica das duas mãos no braço do instrumento, mas ele fez muito mais. Trouxe uma abordagem diferente na hora de solar. Seu senso de tempo, o equilíbrio perfeito entre técnica e melodia são únicos”.

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Jimi Hendrix – Are You Experienced (1967): “O conheci depois do Van Halen, através de amigos mais velhos. Me conquistou na primeira escutada. Uma maravilhosa combinação de Blues e Rock And Roll. Sem regras. Ainda hoje, há algo mágico e único no que Hendrix fez”.

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Jeff Beck – Blow By Blow (1975): “Ouvir este disco faz você melhorar enquanto músico. Jeff Beck funciona em qualquer situação musical que você o colocar. Faz tudo que sabe sem obscurecer sua banda, toca junto com eles”.

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Pat Metheny – Bright Size Life (1976): “Teve o mesmo impacto do Van Halen quando escutei pela primeira vez. Metheny era jovem à época do lançamento e já fazia coisas incríveis. Tocava com Jaco Pastorius, dá para imaginar o que acontecia, uma combinação sublime”.

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B.B. King – Live In Cook County Jail (1971): “Poderia escolher qualquer disco dele, mas este é especial, por ter sido um show na prisão. É difícil capturar a atmosfera de uma performance ao vivo numa gravação, mas este aqui consegue”.

Chuck Billy acha que baixista se arrependeu de deixar o Testament

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O vocalista Chuck Billy falou ao Metal Forces sobre os recentes ataques do baixista Greg Christian ao Testament. Através das redes sociais, o músico atacou os líderes da banda, por supostamente se apropriarem de dinheiro a que ele tinha direito. “Eric (Peterson, guitarra) e eu somos os donos do grupo. Greg saiu por nove anos e quis ter direitos iguais ao voltar. Nunca oferecemos isso, não iria acontecer. Seguramos o barco quando eles saíram. Isso foi nos anos 1990, a fase mais difícil para o Heavy Metal e não ganhamos nenhum dinheiro. Deixamos claro que pagaríamos um salário, fosse ele, Steve DiGiorgio ou qualquer outro baixista. Gene Hoglan, Steve e Alex Skolnick fazem outros trabalhos fora da banda e possuem total liberdade para isso. Talvez Greg tenha se arrependido de sair. Viajou pelo mundo e não precisava de outro emprego, o que era muito bom”.

Novo clipe do Testament

“The Pale King”, do álbum Brotherhood Of The Snake.

Vocalista do Testament relembra teste com o Sepultura

Chuck Billy

É conhecida a história de que Chuck Billy, vocalista do Testament, tentou substituir Max Cavalera no Sepultura. O músico lembrou a experiência ao Eonmusic.com. “Foi à época em que estávamos fazendo o álbum Demonic. Estávamos sem contrato com gravadora, então decidi que deveria tentar encontrar uma banda sólida, que excursionasse constantemente. Gravei versões para ‘Refuse/Resist’, ‘Territory’ e minha versão para ‘Choke’. Mas eles já tinham decidido por Derrick Green. As coisas aconteceram como deveriam”.

Questionado sobre como seria passar a tocar com um grupo totalmente diferente após tantos anos, o cantor confessou que seria estranho. “Sem dúvidas, seria. Não sei se estava realmente preparado. Teria que pensar bem, mesmo se optassem por mim. Não sei o que faria. Resolvi tentar no calor do momento, afinal de contas, não tinha nada a perder”.

Vocalista do Testament acha que faltou algo em Dark Roots Of Earth

Testament

O vocalista Chuck Billy falou ao FaceCulture.com sobre o objetivo do Testament em Brotherhood Of The Snake, novo álbum. “Temos muito orgulho de Dark Roots Of Earth, trabalho anterior. Porém, faltou aquele Thrash mais veloz, a atitude de discos como Demonic e The Formation Of Damnation. Partimos da ideia que precisávamos ser mais intensos e rápidos, como nesses plays, ou The Gathering. Ao mesmo tempo, eu queria cantar com mais melodia, fazer algumas partes marcantes, que as pessoas pudessem decorar. Gosto disso”.

Testament não teve oportunidade de revisar músicas do novo disco

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O guitarrista Eric Peterson falou ao The Rockpit sobre a pressa que o Testament teve para finalizar seu novo disco, Brotherhood Of The Snake. “Não tivemos tempo para tentar nada diferente, buscar uma outra visão. Precisávamos finalizar nos intervalos entre as turnês. Foi preciso trabalho duro e perseverança para fazer justiça às músicas”.