Vocalista do Devil You Know e ex-guitarrista do Soilwork unem forças em projeto

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O vocalista Howard Jones (Devil You Know, Killswitch Engage) e o guitarrista Peter Wichers estiveram gravando músicas em um estúdio da Carolina do Norte, Estados Unidos. O projeto da dupla ainda não teve nome divulgado. Paralelamente, o cantor trabalha no terceiro álbum de sua banda principal.

Novo álbum do Soilwork só em 2018

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O vocalista Björn “Speed” Strid falou à Kaaos TV sobre os preparativos do Soilwork para seu próximo álbum. The Ride Majestic, trabalho de inéditas mais recente, saiu em 2015. “Ainda não temos ideias sólidas ou qualquer canção completa. Durate o verão (do hemisfério norte) vamos aprofundar os trabalhos nesse sentido. No começo do ano que vem, devemos entrar em estúdio”. Atualmente, a banda excursiona pela Europa com Kreator e Sepultura.

Soilwork recruta baixista para tour europeia

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O Soilwork confirmou Taylor Nordberg como baixista para a vindoura turnê europeia, ao lado de Kreator, Sepultura e Aborted. A banda não deixou claro se a entrada do músico é definitiva ou se Markus Wibom reassumirá o posto futuramente. O giro começa dia 1º de fevereiro, em Metz, França.

Soilwork vem ao Brasil em setembro

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A banda sueca de heavy metal Soilwork chega ao país para ao menos um show em setembro. A viagem integra turnê que inclui países vizinhos. As datas e os locais estão sendo definidos. Será a primeira visita do grupo ao país.

Fonte: Destak Jornal

Fear Factory tocará álbum na íntegra em tour com o Soilwork

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O Fear Factory anunciou uma turnê norte-americana com o Soilwork entre março e abril. Na ocasião, o grupo executará o álbum Demanufacture na íntegra, celebrando vinte anos da obra. Ano passado, a banda já havia homenageado o disco em shows pela Europa.

Vocalista do Soilwork tem medo, mas segue em frente

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O vocalista Björn “Speed” Strid não negou ao Sticks For Stones que os recentes acontecimentos em Paris o deixaram assustado. Porém, não pretende diminuir o ritmo. “A única maneira de se defender é continuando. Entendo os que cancelaram, mas não estamos em uma posição que nos permita fazer o mesmo. É o nosso trabalho e não vamos deixar que isso nos pare, mesmo com o receio”.

Novo clipe do Soilwork

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“Death In General”, do álbum The Ride Majestic, pode ser conferido neste link.

Vocalista comenta influência da morte em novo álbum do Soilwork

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Em entrevista ao Full Metal Jackie, o vocalista Björn “Speed” Strid comentou eventos que cercaram o Soilwork durante as gravações do álbum The Ride Majestic. “Tivemos quatro mortes de familiares de membros da banda em um período de um mês. Liricamente, já falamos sobre questões que lidam com a existência. Esses eventos acabaram dando uma perspectiva para tudo. Não foi uma situação fácil, mas encontramos conforto na música e em nossa união”.

Recomendação da semana: Soilwork – Figure Number Five [2003]

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Após lançar sua obra definitiva – o espetacular Natural Born Chaos – era hora de o Soilwork surpreender. Sem contar com a valiosa ajuda de Devin Townsend, ocupado com seus próprios afazeres, os próprios músicos decidiram assumir os trabalhos de produção, contando com a ajuda do amigo Fredrik Nordström (Dream Evil). O resultado causa polêmica até hoje, especialmente junto aos fãs mais antigos, que taxaram a banda de ‘vendida’. Um exagero, já que várias faixas conservam a pegada característica. Mas há de se concordar que Figure Number Five é, sim, o álbum mais acessível do grupo, sendo um bom começo para quem não está familiarizado com a sonoridade dos suecos.

Independente de opiniões radicais baseadas em pré-conceitos, o fato é que o single “Rejection Role” alcançou grande repercussão na cena, com sua ótima e grudenta melodia, além de um videoclipe muito bem bolado (Sílvio Santos vem aí!), trazendo a participação do In Flames. Na verdade temos aí um caso raro de produções gêmeas no gênero, já que o Soilwork retribuiria no vídeo de “Trigger”, filmado no mesmo dia e locações. Outra que pode assustar é “Departure Plane”, com passagens mais puxadas para um lado modernoso. Mesmo assim, só vai incomodar quem se importa mais com rótulos que com a música, já que é uma bela faixa.

Mas a porrada segue comendo solta em petardos como “Overload” e “The Mindmaker”, oferecendo as tradicionais variações de Björn Strid entre o vocal gutural e o limpo. A faixa-título é outra agressão sonora, perfeita para a platéia se espancar nos shows. Outro destaque que precisa ser mencionado é o baterista Henry Ranta, colocando um groove certeiro em pancadas como “Brickwalker” e “Downfall 24”. A despeito de polêmicas, Figure Number Five teve um belo desempenho comercial, entrando nas paradas europeias e afirmando cada vez mais o nome do Soilwork como uma das forças de sua geração. Consequência direta do talento ímpar dos envolvidos, que surpreendem a cada disco, agregando novos elementos sem descaracterizar sua identidade.

Björn “Speed” Strid (vocais)
Peter Wichers (guitarra)
Ola Frenning (guitarra)
Ola Flink (baixo)
Sven Karlsson (teclados)
Henry Ranta (bateria)

01. Rejection Role
02. Overload
03. Figure Number Five
04. Strangler
05. Light The Torch
06. Departure Plane
07. Cranking The Sirens
08. Brickwalker
09. The Mindmaker
10. Distortion Sleep
11. Downfall 24

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Soilwork nas paradas

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The Ride Majestic, novo álbum da banda sueca, entrou nos seguintes charts:

Finlândia #12
Suécia #22
Alemanha #30
Áustria #37
Austrália #45
Suíça #49
Canadá #55
França #107

Soilwork sentiu a pressão

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O vocalista Björn ‘Speed’ Strid revelou ao The Rockpit que o Soilwork se sentiu pressionado ao gravar o novo álbum, The Ride Majestic. “Passamos por muitos problemas com empresários após o lançamento de The Living Infinite. Mas acabou sendo algo saudável. Encontramos nova confiança”.

Resenha: Soilwork – The Ride Majestic [2015]

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Apesar de não ter alcançado o mesmo nível de popularidade de alguns colegas de cena, o Soilwork possui qualidade e estabilidade indiscutíveis. Nunca houve um pico extremo de popularidade, mas também não se chegou ao fundo do poço em qualquer momento. É com essa realidade que um dos baluartes do Metal sueco chega ao seu décimo trabalho de inéditas. A mistura dos dois extremos do estilo segue funcionando muito bem, com o vocalista Björn ‘Speed’ Strid chegando a apavorar, dada sua eficiência na alternância. Ok, você pode dizer que no estúdio qualquer mágica é possível. Mas ao vivo acontece a mesma coisa. The Ride Majestic também marca a despedida do baixista Ola Flink, após mais de 17 anos presente. Ele gravou o disco e deixou seu posto, já preenchido por Markus Wibom.

Desde a abertura com a faixa-título, fica provado que a fórmula não apenas se mantém, como preserva seu fôlego. Outras boas porradas na orelha estão presentes em “Death In General” e “Enemies In Fidelity”, com direito a blast beats e melodias assoviáveis no mesmo terreno. Em “Petrichor By Sulfor”, chega a rolar uma parada quase Folk antes do solo. Pode parecer muito para se absorver? Sim, especialmente para quem for muito bitolado e achar que a única coisa que importa no mundo é riff de guitarra e bateria moendo. Mas se você está lendo esse review, não joga no time, certo? Joga? Então ouve “The Phantom”, ela pode te conquistar e fazer com que dê uma chance ao resto. Não custa tentar.

Como sempre, a banda lança mão de uma melodia melancólica e marcante. O desenrolar de “Whirl Of Pain” é esmagador nesse sentido. Destaques da reta final para “All Along Echoing Paths” e a saideira, com a experimental “Father And Son, Watching The World Go Down” e seu clima cheio de mistério, desde o título. Natural Born Chaos será, para sempre, o disco referencial do Soilwork. Mas o fato é que a banda segue lançando ótimos discos, superando de vez a perda de Peter Wichers, guitarrista e cabeça pensante que, pela segunda vez, abandonou o barco. E The Ride Majestic não foge à regra.

Nota 8

Björn ‘Speed’ Strid (vocais)
David Andersson (guitarra)
Sylvain Coudret (guitarra)
Ola Flink (baixo)
Sven Karlsson (teclados)
Dirk Verbeuren (bateria)

01. The Ride Majestic
02. Alight In The Aftermath
03. Death In General
04. Enemies In Fidelity
05. Petrichor By Sulfor
06. The Phantom
07. The Ride Majestic (Aspire Angellic)
08. Whirl Of Pain
09. All Along Echoing Paths
10. Shining Lights
11. Father And Son, Watching The World Go Down

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