Savatage: 25 anos de Streets – A Rock Opera

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(lançado em 4 de outubro de 1991)
Texto por Tatiana Cristina Correia

Os anos 90, definitivamente, não foram uma das épocas mais promissoras para o metal. O estilo foi colocado praticamente para escanteio em detrimento do grunge, mas alguns discos lançados na época não podem ser deixados de lado. Ainda mais um dos discos que colocou o conceito de “opera rock” em outro patamar.

Se com “Gutter Ballet” o Savatage já havia dado sinais de que algo grande estava a caminho, “Streets – A Rock Opera” colocou a banda em outro patamar. Lançado em 04 de outubro de 1991 (época do canto do cisne do hard farofa), ele destoava da agressividade do metal, do clima de festa do hard ou das tonalidades mais sujas do grunge e colocava um pouco de classe nas guitarras pesadas de Criss Oliva.

A banda já planejava fazer uma espécie de opera rock com a colaboração de Paul O’Neill, que os colocou de volta aos trilhos após o lançamento de Hall of the Mountain King. Durante as gravações deste álbum, Criss Oliva encontrou registros de músicas escritas por O’Neill, que foram usadas posteriormente pela banda – o álbum em questão foi justamente chamado de Gutter Ballet, e uma das faixas originalmente encontradas no disco se tornou clássica: When the Crowds are Gone. Então, a banda decidiu que o disco pós-Gutter seria baseado no álbum encontrado, e deram início aos trabalhos que culminaram com Streets.

Narrada por Jon Oliva, a história do disco trata de DT Jesus (ou Down-Town Jesus, ou De-Tox Jesus, como citado no álbum). DT começou a história como mais um traficante das ruas de Nova York, e passou por períodos de baixa, nova redescoberta na música e uma segunda queda. O conceito do álbum teve como base um livro escrito por O’Neill anos antes de se envolver com o Savatage – o livro foi estruturado para ser executado na Broadway até ser encontrado por Criss Oliva, que sugeriu que fosse o próximo trabalho do Savatage, e o que explica o fato dos irmãos Oliva e O’Neill assinarem as músicas do álbum. Inclusive, existe uma certa coincidência, pois a vida de DT representava muito do que Jon Oliva passou na época.

Musicalmente, é um disco que te pega pelo estômago. Não dá para passar batido. É uma obra abrangente, que tem peso, mas que tem um lado musical que te faz mergulhar na história e entender os problemas de DT com as drogas, e sua posterior redenção. Por conta disso, a emoção ao transcorrer do disco é evidente. E por mais que discos opera rock soem um tanto quanto megalômanos (alguém aí gritou Meat Loaf?), Streets conquista o ouvinte e faz justiça a uma das fases mais brilhantes do Savatage.

Enquanto músicas como Jesus Saves, Tonight He Grinds Again e Ghost in the Ruins (que depois virou título de um disco ao vivo tributo a Criss Oliva) apresentam uma pegada mais rock, o lado musical (e que estava presente na obra original de O’Neill) podia ser visto em músicas como A Little Too Far, a emocionante Heal My Soul (inspirada em uma tradicional canção de ninar galesa) e, principalmente, em Believe – que foi até regravada pelo Trans-Siberian Orchestra (Night Castle, em 2009), e teve enxertos usados em Alone You Breathe, registrada no Handful of Rain, mas essa é outra história. Já músicas como Strange Reality e Streets foram feitas exclusivamente para o disco. Aliás, outra curiosidade: Streets era para se chamar Gutter Ballet, mas isso não ocorreu devido à inclusão da faixa no disco anterior.

Faixas como Jesus Saves e Believe eram frequentes nos setlists da banda. Após o encerramento das atividades do Savatage, o novo projeto de Oliva, Jon Oliva’s Pain, tocou algumas das faixas de Streets na ordem de execução do disco em uma tour realizada em 2007 e, em 2014, a banda executou Streets na íntegra na edição do ProgPower USA. Várias versões do disco podem ser encontradas no mercado, e com faixas bônus igualmente distintas. Em 2013, foi lançada uma versão com narrativa, e com arte completamente diferente da original (mas com referência à história) aprofundando o conceito de opera rock.

Se eu puder dar um conselho a você, caro leitor, é: ouça esse disco sem preconceitos. E dê chance a uma das bandas mais subestimadas do metal norte-americano .

“Don’t turn away
Just take my hand
And when you make your final stand
I’ll be right there
I’ll never leave
All I ask of you
Is believe”

Jon Oliva (vocais, piano, teclados, bateria em “Jesus Saves” e “Can You Hear me Now”)
Criss Oliva (guitarra, baixo em “Jesus Saves” e “Can You Hear me Now”)
Johnny Lee Middleton (baixo)
Steve “Doc” Wacholz (bateria)

01. Streets
02. Jesus Saves
03. Tonight He Grins Again
04. Strange Reality
05. A Little Too Far
06. You’re Alive
07. Sammy and Tex
08. St. Patrick’s
09. Can You Hear Me Now
10. New York City Don’t Mean Nothing
11. Ghost in the Ruins
12. If I Go Away
13. Agony and Ecstasy
14. Heal My Soul
15. Somewhere in Time
16. Believe

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Chris Caffery e Jon Oliva trabalhando em disco que não é do Savatage

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O guitarrista Chris Caffery anunciou nas redes sociais que está trabalhando em um novo álbum que conta com a participação de Jon Oliva nas composições. “É um novo projeto, que deve sair no meio de 2017. Não se trata de um disco do Savatage, então, continuem tentando descobrir”, declarou. Recentemente, Oliva sofreu um AVC, mas vem se recuperando.

Apesar de não ter novidades, Zak Stevens acredita em futuro para o Savatage

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Baixada a poeira do triunfante show no Wacken Open Air do ano passado, o vocalista Zak Stevens falou ao jornalista Carl Begai sobre o que o futuro reserva para o Savatage. “Ainda não temos um plano concreto. Mas a vibração é muito boa, tenho certeza que podemos prosseguir. O Wacken foi a mola propulsora. Definitivamente, estamos preparados, venha o que vier”.

Savatage: 15 anos de Poets And Madmen

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(texto por Tatiane Cristina Correia)

O Savatage voltou ao estúdio após três anos e o sucesso do disco The Wake of Magellan (considerado um dos melhores da banda) e em meio ao estrondoso sucesso do projeto Trans-Siberian Orchestra. Contudo, como tudo envolvendo o Savatage, ocorreram alguns problemas logo na gravação.

Originalmente, Zak Stevens gravou algumas faixas para o disco, mas saiu no meio do processo justificando problemas pessoais e Al Pitrelli foi tocar no Megadeth. Diante desse caos, Jon Oliva assumiu o volante e dirigiu a terceira ópera rock norte-americana, com o apoio de Chris Caffery (que gravou todas as guitarras, exceto por algumas partes gravadas por Pitrelli antes de sair da banda, e que foram usadas nas músicas Stay With Me A While, Commissar, Morphine Child e The Rumor), Jeff Plate e Johnny Lee Middleton.

Liricamente, o conceito do álbum é uma história de ficção com referencias ao fotógrafo sul-africano Kevin Carter, que ganhou um prêmio Pulitzer (considerado o Oscar do jornalismo) por sua fotografia de uma criança faminta e cerceada por um abutre no Sudão, em 1993 – que, inclusive, ilustra a arte interna do CD – e que cometeu suicídio em 1994, aos 33 anos, por não ter suportado o que viu em seu trabalho. Contudo, ao contrário do que foi visto em discos anteriores, como Dead Winter Dead e o próprio The Wake of Magellan, as letras não falam diretamente da vida do fotógrafo ou contam uma história específica sobre ele.

O disco, em si, tem por base a história de três garotos interessados por casas antigas e referências góticas, que encontraram um hospício abandonado no fim de suas férias de verão e decidem explorá-lo. Lá dentro, encontram diversas revistas, material jornalístico e as fotos que Kevin Carter tirou no Sudão, entre elas a imagem que ganhou o Pulitzer. Os meninos acreditam que Carter estava lá, mas ninguém o encontrou. Após a notícia do suicídio de Carter, um dos jovens decidiu voltar ao hospital abandonado e deixou seu isqueiro junto com um maço de cigarros, em um ritual que decidiu repetir anualmente.

Em termos musicais, as guitarras possuem uma importância muito maior nas composições – em entrevistas concedidas na época, Oliva explicou que não existia a necessidade de conciliar a música com as letras, o que não só explica o peso mais evidente como a interpretação rasgada, quase neurótica, de Oliva (para quem ficou oito anos sem gravar vozes principais, Oliva fez um trabalho honesto) em músicas como Stay With Me A While e There In The Silence. Claro que os elementos mais épicos a la Queen estariam presentes, e podem ser notados em faixas como Back to the Reason (uma das mais emocionais do disco, em minha opinião) e Drive. Morphine Child e seu coral é outro destaque.

Ao contrário de discos como Edge of Thorns, Gutter Ballet e até mesmo Hall of the Mountain King, Poets and Madmen não é um disco dos mais fáceis de gostar logo de cara. É uma obra que te leva ao extremo, e ajuda a entender um pouco dos extremos que levaram o Savatage a interromper suas atividades após o fim da tour de divulgação do disco, em 2002.

Na edição brasileira, o disco contou com duas faixas bônus: Shotgun Innocence (bônus da edição japonesa de Edge of Thorns) e uma versão de Jesus Saves conduzida com um coral gospel. Na tour do disco, que passou pelo Brasil (Curitiba e São Paulo, em um show lotado no finado Via Funchal), novas mudanças, com o acréscimo de Jack Frost nas guitarras e de um desconhecido Damond Jiniya nos vocais.

Com o fim dessa tour, o Savatage entrou em um hiato que só foi rompido com a apresentação realizada no Wacken Open Air 2015, em conjunto com o Trans-Siberian Orchestra. Mas ninguém sabe ao certo se a orquestra continuará a tocar.

Jon Oliva (vocais, teclados)
Chris Caffery (guitarra)
Johnny Lee Middleton (baixo)
Jeff Plate (bateria)

Convidados especiais

Bob Kinkel (teclados)
Al Pitrelli (guitarra)

01. Stay With Me A While
02. There In The Silence
03. Commissar
04. I Seek Power
05. Drive
06. Morphine Child
07. The Rumor (Jesus)
08. Man In The Mirror
09. Surrender
10. Awaken
11. Back To A Reason

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Zak Stevens relembra momento em que soube da morte de Criss Oliva

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Em entrevista ao Squintyt4e, o vocalista Zak Stevens relembrou o momento em que soube do falecimento do guitarrista Criss Oliva, em outubro de 1993. “Vivíamos juntos, tinha acabado de me mudar para morar com minha futura esposa, Tina. De repente, Johnny (Lee Middleton, baixista do Savatage) me telefona e diz que tinha notícias terríveis. Foi quando soube do motorista bêbado que atravessou a pista e acertou o carro em cheio. Sentei em um canto e acho que fiquei imóvel por umas oito horas”.

Jon Oliva canta clássicos do Savatage com o Obituary

“City Beneath The Surface” e “The Dungeons Are Calling”, durante o Florida Metal Fest, no último sábado.

Jon Oliva diz que o Savatage só volta se for por algo grandioso

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O jornalista Brad Parmerter perguntou a Jon Oliva sobre o que os fãs podem esperar do Savatage após o triunfante retorno no Wacken Open Air do ano passado. “Foi algo que esmigalhou nossos nervos, mas também muito divertido. Se fosse para encerrar a história da banda, era o que eu queria. Se for para continuar, o que já estamos conversando, terá que ser algo do mesmo tamanho. Não quero voltar se for para tocar no Bang Your Head, com oitenta luzes. Seria um passo atrás. Investimos mais de um milhão de dólares na apresentação do Wacken. Isso apenas do meu bolso e de Paul O’Neill, sem contar a grande do festival, hospedagens e alimentação. Teria que ser nesse nível para acontecer de novo”.

Savatage aceitou voltar para Jon Oliva passar a se cuidar

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Em entrevista ao Metal-Rules.com, o maestro e arranjador Paul O’Neil revelou o que motivou o retorno do Savatage. “O motivo principal foi Jon Oliva. Com o passar dos anos, fui me preocupando cada vez mais com o seu peso e as bebedeiras. Tinha medo que ele morresse. Dois anos atrás, fizemos uma sessão de fotos juntos e ele mal podia caminhar. Então o fiz prometer que, se eu confirmasse o show no Wacken, pararia de beber e tentaria melhorar a forma física. Ele disse que acabaria com isso no dia seguinte. E cumpriu”.

Savatage: 20 anos de Dead Winter Dead

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(lançado em 24 de outubro de 1995)
Texto por Tatiana Cristina Correia

Após toda a carga emocional despejada com Handful of Rain (que também culminou com o registro do antológico Live in Japan), o Savatage seguiu em frente. Em 24 de outubro de 1995, a banda norte-americana colocou no mercado seu segundo disco conceitual, Dead Winter Dead, calcado na história de um homem em meio aos conflitos na Guerra da Iugoslávia, que aconteceu no começo da década de 90.

Mas antes, novas mudanças na formação: o guitarrista Alex Skolnick saiu da banda após a tour do Handful of Rain para focar em sua carreira solo, deixando as portas abertas para a volta de Chris Caffery (que havia gravado o disco Gutter Ballet, em 1989), enquanto Jon Oliva convidou Jeff Plate (que havia feito a tour do Handful of Rain no lugar de Steve “Doc Killdrums” Wacholz) para ocupar o posto de baterista.

O conceito de Dead Winter Dead está calcado em Sarajevo, capital da Bósnia, uma cidade cercada de monumentos históricos, como uma igreja com uma gárgula esculpida em seu campanário. A história começa em 1990, ano em que o muro de Berlim caiu e a então Iugoslávia estava livre após o colapso do comunismo. Enquanto o jovem Serdjan Aleskovic comemorava a oportunidade de estar vivo em meio a tal momento histórico, sementes do conflito entre sérvios e muçulmanos se desenvolviam aos poucos: sérvio, Serdjan via seus amigos atirando morteiros pelas colinas fora de Sarajevo, e a jovem muçulmana Katrina Brasic comprava armas de forma clandestina para se juntar aos seus companheiros nas mesmas colinas.

Novembro de 1994. Um idoso voltava à cidade na primeira nevasca da temporada. Já devastada pelo conflito étnico, Sarajevo não era aquilo que ele gostaria de ver. Mas, ao invés de ir para um abrigo, ele começava a tocar músicas de Mozart em um violino na praça central. E era ouvido por Serdjan e Katrina em meio às explosões.

No fim de dezembro, Serdjan descobriu uma escola destruída e vários corpos de crianças mortas após novos bombardeios. A imagem não saiu da cabeça do jovem, e foi quando ele percebeu que a nação que ele tanto queria ajudar a construir não estava se tornando real, e resolveu deserdar do exército na primeira oportunidade.

Ele se encontra com Katrina de forma inesperada na noite de 24 de dezembro, ambos atraídos pelo som do violino. E encontram o idoso morto na neve, com o violoncelo esmagado e o rosto coberto de sangue. Inesperadamente, uma gota de sangue cai no rosto de Serdjan – ele não vê a origem, a não ser a velha gárgula de pedra na igreja. Serdjan decide deixar a guerra, e pede para a garota ir com ele depois de explicar que ele não é o que ela pensa.

Musicalmente, Dead Winter Dead é o que podemos chamar de opera rock modernizada. Guitarras grandiosas, instrumentos clássicos, peso latente, mas não agressivo. Músicas como This is the Time, Not What You See e Dead Winter Dead estão entre as favoritas dos fãs até hoje.

Ao mesmo tempo, o disco também foi responsável pelo primeiro single de sucesso da banda nas rádios norte-americanas: Christmas Eve 12/24. Empolgados com a possibilidade aberta, o produtor Paul O’Neill, junto com Jon Oliva, Al Pitrelli e Robert Kinkel resolveram explorar a sonoridade de opera rock de outra forma, dando origem a uma nova banda, chamada Trans Siberian Orchestra – inclusive, Christmas Eve foi relançada no primeiro disco do TSO, Christmas Eve and Other Stories, com o nome de Christmas Eve/Sarajevo 12/24.

Zak Stevens (vocais)
Jon Oliva (teclado, vocais)
Chris Caffery (guitarra)
Al Pitrelli (guitarra)
Johnny Lee Middleton (baixo)
Jeff Plate (bateria)

01. Overture
02. Sarajevo
03. This is the Time (1990)
04. I Am
05. Starlight
06. Doesn’t Matter Anyway
07. This Isn’t What We Meant
08. Mozart and Madness
09. Memory
10. Dead Winter Dead
11. One Child
12. Christmas Eve (Sarajevo 12/24)
13. Not What You See

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Savatage: 20 anos de Japan Live ‘94

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(lançado em 9 de outubro de 1995)

Após passar pelo maior drama de sua carreira, com a morte do guitarrista Criss Oliva em um acidente de carro, o Savatage se reergueu no álbum Handful Of Rain. O trabalho foi todo registrado por Jon Oliva, exceto pelos vocais, registrados por Zak Stevens e os solos de guitarra. Alex Skolnick (Testament) assumiu o lugar do saudoso músico e fez seu trabalho com maestria e fazendo um grande favor ao grupo, já que o próprio Jon dizia que ele era o único que poderia exercer a função. Uma curta turnê foi agendada para a divulgação do disco, já com Johnny Lee Middleton de volta ao posto de baixista, além da entrada do baterista Jeff Plate no lugar de Steve Wacholz. Dela saiu Japan Live ’94, gravado na cidade nipônica de Kawasaki, dia 12 de novembro de 1994.

Por conta das limitações técnicas do CD, a edição original deixou quatro músicas de fora: “Conversation Piece”, “Stare Into The Sun”, “Damien” e “Hall Of The Mountain King”. Todas foram colocadas na versão em vídeo, lançada pouco tempo depois, à época ainda no formato VHS. A capa também foi alterada, mais especificamente na camiseta de Zak. Ele estava usando uma do então emergente Corrosion Of Conformity durante o concerto. Por motivos comerciais (a banda pertencia a outra gravadora), acabou sendo corrigida digitalmente com um explícito sinal de proibição. Posteriormente, o trabalho foi relançado sob o nome Live In Japan, com Middleton e o cantor na foto de frente.

Musicalmente, Alex Skolnick causou certo desagrado junto aos fãs, por ter alterado drasticamente alguns solos de Criss. Fora esse detalhe, não há o que reclamar da performance. O grande destaque fica para as alternâncias vocais e a sincronia de Zak e Jon Oliva, que voltou a aparecer como integrante do grupo após uma série de problemas contratuais. Uma versão em DVD só sairia em 2010, anexado na compilação Still The Orchestra Plays: Greatest Hits. Mesmo assim, acabou decepcionando por não ser nada além de uma reprodução do material original, sem qualquer upgrade até mesmo na imagem e áudio. De qualquer forma, é um material necessário na coleção de quem aprecia a banda.

Zak Stevens (vocais)
Jon Oliva (teclado, guitarra, vocais)
Alex Skolnick (guitarra)
Johnny Lee Middleton (baixo)
Jeff Plate (bateria)

01. Taunting Cobras
02. Edge Of Thorns
03. Chance
04. Nothing Going On
05. He Carves His Stone
06. Jesus Saves
07. Watching You Fall
08. Castles Burning
09. All That I Bleed
10. Handful Of Rain
11. Sirens
12. Gutter Ballet

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Capa e título alternativos

Jon Oliva escrevendo novas músicas para o Savatage

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O vocalista Zak Stevens confirmou ao RockOverdose.gr que a volta do Savatage deve leva a banda a um novo disco. “Jon Oliva está escrevendo material e se sente muito inspirado. Ele me telefona e diz que é o que de melhor compôs desde Streets ou Gutter Ballet, o que me empolga. Tem muita coisa boa acontecendo nos bastidores nesse momento”.

Jon Oliva fala sobre possibilidades futuras para o Savatage

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A Gitarre&Bass Magazine perguntou a Jon Oliva o que pode acontecer com o Savatage no futuro. “Ainda não sei. Aprendi a deixar as portas abertas. Desejo o melhor a todos, é isso que posso dizer no momento. Se acontecer algo mais, beleza. Caso contrário, tudo bem também. Não sei, essa é a verdade do momento. Não direi mais que não vai rolar”.