Baterista escolhe sua música especial do Poison

poison cry

O baterista Rikki Rockett foi questionado pelo The Aquarian Weekly sobre sua música especial do Poison. “Cry Tough foi nosso primeiro single. Não fez sucesso, se tornou mais popular após termos nos separado. Lembra a luta quanto não conseguíamos despertar atenção. Escrevemos quando vivíamos em uma área suja de Los Angeles. Foi um grande momento nosso”.

Baterista admite que desinteresse da maior parte do público impede Poison de pensar em novo disco

O baterista Rikki Rockett foi questionado pelo Rock Talk With Mitch Lafon sobre a possibilidade de o Poison gravar um novo disco, quinze anos após Hollyweird. “Realmente gostaria, desde o começo é meu objetivo. Amo ir ao estúdio, criar novas músicas, por isso comecei o projeto Devil City Angeles. Estava muito frustrado com o fato de o Poison não ter feito mais nada autoral. Não entendo o que nos impede, adoraria trabalhar novamente em músicas. Porém, parece haver um grande obstáculo no caminho”.

O músico reconheceu que o desinteresse do público por novidades vindas da banda também se tornou fator preponderante. “Essa é uma dificuldade, pois você não quer se libertar do passado, mas também procura seguir em frente. É decepcionante imaginar que as pessoas não desejam ouvir uma nova ‘Talk Dirty To Me’. O Aerosmith conseguiu quebrar essa barreira, mas nem todos obtêm o mesmo sucesso. Mesmo os Rolling Stones têm encontrado dificuldades. De qualquer modo, sei que os fãs mais fiéis gostariam”.

Baterista do Poison promove ações para ajudar pessoas com câncer

rikki rockett

Nos últimos anos, o baterista Rikki Rockett enfrentou um câncer em sua língua. A cura veio através de uma imunoterapia experimental, realizada pelo hospital da Universidade de San Diego. Como forma de agradecimento, o músico do Poison vem promovendo uma campanha nos shows da atual turnê. Ele pede que as pessoas doem 10 dólares através de mensagem de texto para o centro que financia pesquisas para aperfeiçoar o tratamento, além de propiciar conforto e auxílio aos pacientes. O vídeo exibido nos telões dos locais onde a banda se apresenta pode ser visto aqui.

Baixista do Poison explica porque só dá um autógrafo por pessoa

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O baixista Bobby Dall (Poison) contou ao The Washington Times ser uma pessoa relutante em dar autógrafos. Especialmente em tempos atuais, com tantos caçadores de assinaturas profissionais, que vendem os artigos por preços exorbitantes na internet. “Não vou autografar trinta coisas e deixar alguém enriquecer às minhas custas. Assino um item, é a minha regra. Também tento atender quem me encontra na rua, mas nem sempre quero ser incomodado. Explico que não estou em um bom dia. Se você pagar 100 dólares pelo ingresso, dou um show que valeria 400. Porém, o resto do tempo do dia é meu”.

Poison realiza primeiro show em anos

Poison

Acabou há pouco, na SNHU Arena em Manchester, New Hampshire, Estados Unidos, o primeiro show do Poison desde 2013. A banda participa da turnê com Def Leppard e Tesla, celebrando três décadas. A formação original executou as seguintes músicas:

Look What The Cat Dragged In
Ride The Wind
We’re An American Band
Something To Believe In
Your Mama Don’t Dance
Solo de guitarra
Fallen Angel
Unskinny Bop
Solo de bateria
Every Rose Has Its Thorn
Talk Dirty To Me
Nothin’ But A Good Time

Poison posta primeira foto após anúncio de reunião

poison

O Poison publicou a primeira foto desde o anúncio oficial da reunião. A banda excursionará com Def Leppard e Tesla pelos Estados Unidos, além de realizar uma série de shows paralelos como headliners. É a primeira vez que o grupo toca junto desde 2013.

Baterista relembra teste de Slash no Poison

slash poison

Antes de C.C. DeVille, o Poison testou uma série de guitarristas para substituir Matt Smith, membro original. Entre eles, um que acabou se tornando mais famoso que a própria banda. “Conhecíamos Slash pela banda Hollywood Rose. Gostávamos dele. Chegamos a ensaiar algumas vezes, mas seguimos fazendo audições com outros caras. Quando C.C. apareceu, nosso entrosamento foi melhor. Foi uma decisão difícil e Slash chegou a ficar chateado, o que acabou fazendo termos alguma rivalidade por certo tempo”, lembrou o baterista Rikki Rockett ao Decibel Geek Podcast.

Guitarrista vê Def Leppard, Poison e Tesla como exemplos de integridade

leppard tesla

O guitarrista Phil Collen falou ao New England Concert Reviews sobre como vê a turnê que o Def Leppard fará este ano pelos Estados Unidos. O giro ainda conta com o reencontro do Poison e a participação do Tesla. “Pessoalmente, considero uma celebração à integridade dessas três bandas. Ainda somos a mesma banda que lançou Hysteria, exceção a Steve Clark. Tesla também só tem uma exceção em relação ao grupo original. E o Poison está com os mesmos quatro caras que começaram tudo. Muitos desapareceram e eles se mantém. É o real, sem karaokê, um tributo a quem sobreviveu”.

Bret Michaels disposto a fazer novas músicas com o Poison

poison bret

Após o anúncio de que o Poison voltará à estrada, excursionando com Def Leppard e Tesla, Bret Michaels foi questionado pelo Trunk Nation se há interesse em fazer novas músicas. “Ainda vivo e respiro para criar. Seria incrível. Não estou preocupado com o business. Quero sentar com os caras e tentar criar uma nova ‘Nothin But A Good Time’ ou ‘Talk Dirty To Me’. Não digo repetir as músicas, mas algo que carregue o mesmo sentimento, com uma produção moderna. Enquanto não acontecer, continuarei fazendo isso com minha banda solo”.

OFICIAL: Poison está de volta e fará turnê com Def Leppard e Tesla

poison leppard

Após muitas especulações, o Poison voltará à estrada em 2017. A banda foi confirmada como atração de uma turnê que terá o Def Leppard como headliner, revivendo a dobradinha de 2012. O Tesla também faz parte do cast. Os shows acontecem entre 8 de abril e 25 de junho, nos Estados Unidos. Nos últimos quatro anos, o grupo esteve inativo, enquanto o vocalista Bret Michaels cuidava de sua carreira solo, além de outras atividades. Recentemente, o baterista Rikki Rockett venceu um câncer.

Bret Michaels diz que reunião do Poison está próxima de acontecer

poison bret

O vocalista Bret Michaels revelou ao Tampa Bay Times estar na expectativa de que o Poison se reagrupe ainda este ano. A banda não faz uma turnê desde 2012. “Seria ótimo que pudéssemos nos reunir, nem que seja para fazer shows durante três meses. Está próximo de acontecer. Sei que todos no grupo querem e vamos nos divertir quando rolar”.

Poison: 25 anos de Swallow This Live

swallow this

(lançado em 12 de novembro de 1991)

Detratores à parte, o Poison se firmou como uma das bandas símbolo do Hard Rock oitentista – ou Glam Metal, como alguns gostam de rotular. Embora a popularidade não tenha se mantido no mesmo patamar com o passar dos anos – muito por culpa da própria banda e suas instabilidades nos negócios e relacionamentos pessoais –, inegavelmente a segunda metade dos anos 1980 e primeiros anos dos 1990 representaram o auge. Era necessário registrar a história, até porque os primeiros sinais do racha que culminaria na saída do guitarrista C.C. DeVille já começavam a aparecer. Para tal, shows da turnê promovendo o álbum Flesh & Blood foram registrados em áudio e vídeo, todos realizados no estado norte-americano da Flórida, em Miami, Orlando e Tampa.

Como o momento era favorável, o tracklist é um desfile de hits, entre Rocks e baladas que tomaram conta das rádios e MTV, à época. Fica até difícil destacar um momento em especial. Dá até para perdoar os terríveis solos de guitarra e bateria. O número de C.C. DeVille foi considerado o pior já registrado em um disco, de acordo com lista elaborada pela revista Guitar World, em 2004. Para arrematar, quatro temas inéditos finalizam o álbum. “So Tell Me Why” foi lançada como single. Swallow This Live chegou ao número 51 da parada norte-americana, sendo certificado com disco de ouro dez anos após seu lançamento. O trabalho marcaria a despedida da formação clássica, que se reuniria posteriormente. Posteriormente, Richie Kotzen assumiria a guitarra, para gravar um discaço e criar uma confusão histórica com Rikki Rockett.

Bret Michaels (vocais, guitarra)
C.C. DeVille (guitarra)
Bobby Dall (baixo)
Rikki Rockett (bateria)

CD 1

01. Intro
02. Look What The Cat Dragged In
03. Look But You Can’t Touch
04. Let It Play
05. Good Love
06. Life Goes On
07. Ride The Wind
08. I Want Action
09. Drum Solo
10. Something To Believe In
11. Poor Boy Blues
12. Unskinny Bop

CD 2

01. Love On The Rocks
02. Guitar Solo
03. Every Rose Has Its Thorn
04. Fallen Angel
05. Your Mama Don’t Dance
06. Nothin’ But A Good Time
07. Talk Dirty To Me
08. So Tell Me Why
09. Souls On Fire
10. Only Time Will Tell
11. No More Lookin’ Back (Poison Jazz)

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