Bret Michaels quer criar uma nova “Talk Dirty To Me” com o Poison

O Parade.com perguntou a Bret Michaels se há a disposição para o Poison selar sua atual reunião com material novo. “Para mim, o melhor a acontecer seria escrevermos uma canção incrível, uma nova ‘Talk Dirty To Me’. Sem pressão, apenas entrar em estúdio com a ideia. Poderia ser na minha própria casa, dando uma festa como nos velhos tempos. Amo e respeito o passado, mas não quero viver só dele. Quero ser verdadeiro e relevante”.

Bret Michaels considera possibilidade de fazer novas músicas com o Poison

Após Rikki Rockett, o vocalista Bret Michaels também deixou em aberto a possibilidade de fazer novas músicas com o Poison. “Nunca direi nunca, adoraria. Se vai acontecer, vamos ver. Seria ótimo aparecer com novas músicas como ‘Nothin But A Good Time’, ‘Talk Dirty To Me’ ou ‘Every Rose Has Its Thorn’. Não é culpa de algum de nós que ainda não tenha acontecido”, declarou o frontman à Billboard.

Baterista entende que o Poison merece entrar no Rock And Roll Hall Of Fame

Em entrevista à rádio Q103, de Nova York, o baterista Rikki Rockett foi questionado se o Poison merece entrar no Rock And Roll Hall Of Fame. “Acho que sim, mas sou suspeito para falar (risos). Honestamente, se os critérios são longevidade e canções que impactaram as pessoas, preenchemos os requisitos. Também geramos um impacto social. Em nome do nosso gênero de Rock, acho que deveríamos ser reconhecidos”.

Poison deve lançar uma música nova

poison

O baterista Rikki Rockett revelou ao Trunk Nation que o Poison deve aproveitar a reunião atual para lançar, ao menos, uma nova música. “Voltamos a viver em uma época de singles, como nos anos 1950. Somos uma banda posterior a isso. Mas, se você ver as vendas de novos grupos, perceberá que as músicas isoladas vendem muito mais que os discos. Então, ao menos para o começo, parece ser a coisa certa a ser feita.”.

Baterista escolhe sua música especial do Poison

poison cry

O baterista Rikki Rockett foi questionado pelo The Aquarian Weekly sobre sua música especial do Poison. “Cry Tough foi nosso primeiro single. Não fez sucesso, se tornou mais popular após termos nos separado. Lembra a luta quanto não conseguíamos despertar atenção. Escrevemos quando vivíamos em uma área suja de Los Angeles. Foi um grande momento nosso”.

Baterista admite que desinteresse da maior parte do público impede Poison de pensar em novo disco

O baterista Rikki Rockett foi questionado pelo Rock Talk With Mitch Lafon sobre a possibilidade de o Poison gravar um novo disco, quinze anos após Hollyweird. “Realmente gostaria, desde o começo é meu objetivo. Amo ir ao estúdio, criar novas músicas, por isso comecei o projeto Devil City Angeles. Estava muito frustrado com o fato de o Poison não ter feito mais nada autoral. Não entendo o que nos impede, adoraria trabalhar novamente em músicas. Porém, parece haver um grande obstáculo no caminho”.

O músico reconheceu que o desinteresse do público por novidades vindas da banda também se tornou fator preponderante. “Essa é uma dificuldade, pois você não quer se libertar do passado, mas também procura seguir em frente. É decepcionante imaginar que as pessoas não desejam ouvir uma nova ‘Talk Dirty To Me’. O Aerosmith conseguiu quebrar essa barreira, mas nem todos obtêm o mesmo sucesso. Mesmo os Rolling Stones têm encontrado dificuldades. De qualquer modo, sei que os fãs mais fiéis gostariam”.

Baterista do Poison promove ações para ajudar pessoas com câncer

rikki rockett

Nos últimos anos, o baterista Rikki Rockett enfrentou um câncer em sua língua. A cura veio através de uma imunoterapia experimental, realizada pelo hospital da Universidade de San Diego. Como forma de agradecimento, o músico do Poison vem promovendo uma campanha nos shows da atual turnê. Ele pede que as pessoas doem 10 dólares através de mensagem de texto para o centro que financia pesquisas para aperfeiçoar o tratamento, além de propiciar conforto e auxílio aos pacientes. O vídeo exibido nos telões dos locais onde a banda se apresenta pode ser visto aqui.

Baixista do Poison explica porque só dá um autógrafo por pessoa

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O baixista Bobby Dall (Poison) contou ao The Washington Times ser uma pessoa relutante em dar autógrafos. Especialmente em tempos atuais, com tantos caçadores de assinaturas profissionais, que vendem os artigos por preços exorbitantes na internet. “Não vou autografar trinta coisas e deixar alguém enriquecer às minhas custas. Assino um item, é a minha regra. Também tento atender quem me encontra na rua, mas nem sempre quero ser incomodado. Explico que não estou em um bom dia. Se você pagar 100 dólares pelo ingresso, dou um show que valeria 400. Porém, o resto do tempo do dia é meu”.

Poison realiza primeiro show em anos

Poison

Acabou há pouco, na SNHU Arena em Manchester, New Hampshire, Estados Unidos, o primeiro show do Poison desde 2013. A banda participa da turnê com Def Leppard e Tesla, celebrando três décadas. A formação original executou as seguintes músicas:

Look What The Cat Dragged In
Ride The Wind
We’re An American Band
Something To Believe In
Your Mama Don’t Dance
Solo de guitarra
Fallen Angel
Unskinny Bop
Solo de bateria
Every Rose Has Its Thorn
Talk Dirty To Me
Nothin’ But A Good Time

Poison posta primeira foto após anúncio de reunião

poison

O Poison publicou a primeira foto desde o anúncio oficial da reunião. A banda excursionará com Def Leppard e Tesla pelos Estados Unidos, além de realizar uma série de shows paralelos como headliners. É a primeira vez que o grupo toca junto desde 2013.

Baterista relembra teste de Slash no Poison

slash poison

Antes de C.C. DeVille, o Poison testou uma série de guitarristas para substituir Matt Smith, membro original. Entre eles, um que acabou se tornando mais famoso que a própria banda. “Conhecíamos Slash pela banda Hollywood Rose. Gostávamos dele. Chegamos a ensaiar algumas vezes, mas seguimos fazendo audições com outros caras. Quando C.C. apareceu, nosso entrosamento foi melhor. Foi uma decisão difícil e Slash chegou a ficar chateado, o que acabou fazendo termos alguma rivalidade por certo tempo”, lembrou o baterista Rikki Rockett ao Decibel Geek Podcast.

Guitarrista vê Def Leppard, Poison e Tesla como exemplos de integridade

leppard tesla

O guitarrista Phil Collen falou ao New England Concert Reviews sobre como vê a turnê que o Def Leppard fará este ano pelos Estados Unidos. O giro ainda conta com o reencontro do Poison e a participação do Tesla. “Pessoalmente, considero uma celebração à integridade dessas três bandas. Ainda somos a mesma banda que lançou Hysteria, exceção a Steve Clark. Tesla também só tem uma exceção em relação ao grupo original. E o Poison está com os mesmos quatro caras que começaram tudo. Muitos desapareceram e eles se mantém. É o real, sem karaokê, um tributo a quem sobreviveu”.