“O que significa Paul McCartney?”, pergunta prima do John Lennon Dolemba

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Mesmo sem muita intimidade com o português, Tatiele Polyana quer aprender outro idioma, e pediu a ajuda de Clara com o inglês. Mas se a stripper levar os ensinamentos adiante, seu desafio será muito maior do que em qualquer prova de resistência no BBB14. As coisas já não iam bem quando estavam apenas no básico, os números. Mas se complicaram mesmo quando ela tentou falar nomes de celebridades internacionais.

Depois de inventar uma pronúncia toda particular para Amy Winehouse, a miss Cianorte precisou de três chances para dizer Paul McCartney. A cada repetição, Clara, Vanessa e Marcelo gargalhavam. “Parece o tradutor do Google”, brincou o brother, sobre o jeito um tanto robotizado da amiga. Tatiele, então, quis entender o que estava dizendo, e soltou: “O que significa Paul McCartney?”. A Sibéria veio abaixo em risos.

Mas como a falta de noção da paranaense é sem limites, uma das conversas mais insanas desta edição não parou por aí. “Agora diz John Lennon”, pede Marcelo. A modelo logo se anima. “Esse é fácil, é o nome do meu primo.” Os brothers se contorcem de tanto rir. “Eu juro. Ele chama John Lennon Dolemba.” E quando o amigo quer saber se ela tem ideia de quem é o dono verdadeiro do nome. “Foi o cara que morreu, né? O guitarrista dos ‘Bistous’?” Pausa para o recreio dela, por favor.

Fonte: Veja

Créditos: Di Centurione (Reduto do Rock)

Paul McCartney escrevendo trilha de animação

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Em entrevista à rádio KCSN, de Los Angeles, Paul McCartney revelou que está trabalhando na trilha sonora de um longa animado. Sem fornecer maiores detalhes, o Beatle se declarou “muito empolgado, me sentindo uma criança ao interagir com algumas das pessoas mais criativas do mundo”.

Paul McCartney celebra dez anos com atual banda

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Os guitarristas Rusty Anderson e Brian Ray, o tecladista Wix Wickens e o baterista Abe Laboriel Junior completaram uma década como banda de apoio de Paul McCartney. O beatle refletiu sobre esse tempo em entrevista à Rolling Stone. “É um prazer tocar com eles. Apreciamos a companhia uns dos outros. São diferentes de todos os grupos com que já toquei, mesmo assim me completam. Gostamos muito de subir ao palco juntos e divertir a plateia. É algo especial, insuperável”.

Baterista do Aerosmith exalta Paul McCartney e sua banda solo

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Durante participação no programa de rádio Orlando In The Morning, na rádio WFAS AM, nos Estados Unidos, o baterista Joey Kramer pagou tributo a Paul McCartney. “Sempre serei leal aos Beatles, por tudo que representam para mim. Não há ninguém melhor que Paul. Ele toca todos os instrumentos, compõe sozinho, em parceria, é um cara genial. Sua banda atual toca as músicas dos Beatles melhor do que os próprios conseguiriam atualmente”.

Cabeçote: Pitacos sobre o Grammy 2014

Aconteceu ontem a cerimônia do Grammy Awards 2014, considerada a maior premiação da indústria fonográfica. O evento não é exclusivo ao rock, mas há muito do estilo nele. Como a Van é um site altamente tr00, vou me ater aos pontos referentes ao gênero.

Alguns prêmios são inquestionáveis, como “Sound City: Real To Reel” vencer a categoria de Melhor Trilha Sonora Para Mídia Visual. Outros, como Melhor Filme de Música, podem ser melhor observados, mas não comprometem pelo resultado – o ganhador foi “Live Kisses”, de Paul McCartney.

Mas as premiações mais específicas, de categorias exclusivas de rock e metal, trazem algumas sensações estranhas. Os indicados para algumas já não parecem muito adequados – olhando para a lista, o Grammy parece ser um grande tributo ao passado do rock, mesmo com novos lançamentos, porque as bandas são sempre as mesmas. Não saem do lugar comum.

“God Is Dead?”, do Black Sabbath, esteve em duas categorias e venceu uma: a de Melhor Apresentação de Metal. Nela, concorria com candidatos justos, como Dream Theater e Volbeat. Mas não faz sentido disputar esse prêmio com “T.N.T.”, cover que o Anthrax fez de AC/DC.

Já em Melhor Álbum de Rock, que contou com “13″ do já citado Sabbath, reforça o retrô: “The Next Day” (David Bowie), “Psychedelic Pill” (Neil Young) e “Celebration Day” (Led Zeppelin) também estavam na categoria e eram cotados como favoritos, contra os atuais Queens Of The Stone Age, com “…Like Clockwork”, e Kings Of Leon, com “Mechanical Bull”.

O vencedor de tal categoria é ainda mais bizarro. “Celebration Day”, do Led Zeppelin. Um ao vivo que mais vale pelo seu valor emocional e representativo do que pelo conteúdo em si. Até porque, trata-se de um show gravado em 2007, sem nenhuma música nova, e que foi lançado só agora, anos depois.

Em Melhor Canção de Rock, a parceria “SirVana” em “Cut Me Some Slack” venceu de forma justa, ao meu ver. Mas não sei se os concorrentes estavam à altura: “Ain’t Messin ‘Round” de Gary Clark Jr, “Doom And Gloom” dos Rolling Stones, “God Is Dead?” do Black Sabbath e “Panic Station” do Muse. Talvez só a canção dos Stones bata de frente. A faixa do Sabbath, que concorre em duas categorias (como já ressaltado), só entrou por ser o single principal, pois até as outras músicas de trabalho, “Loner” e “End Of The Beginning”, são melhores.

Enfim, em Melhor Apresentação de Rock, uma novidade se sobressai: Imagine Dragons, com “Radioactive”. Alabama Shakes, Queens Of The Stone Age, Jack White e os dinossauros Led Zeppelin e David Bowie concorriam. Não gostei tanto do trabalho de Bowie, mas ele esteve em duas categorias – e talvez merecesse levar um gramofone para casa. Há ainda a categoria de Melhor Álbum de Música Alternativa, em que tanto Vampire Weekend (vencedor) quanto Nine Inch Nails mereciam ganhar.

Na parte dos shows, podemos dizer que dessa vez o Grammy caprichou. Palcos bem montados, mega produções e parcerias ousadas. Robin Thicke com Chicago foi, por curiosidade, a minha preferida – não sabia que o bonitão cantava bem assim. E se juntou com o Chicago, boa banda que flerta com pop e rock – são considerados os pais do AOR. Imagine Dragons com Kendrick Lamar também ficou legal, mas não é lá muito recomendado para os fãs da Van.

Ringo Starr tem uma carreira pós-Beatles um pouco sem sal e refletiu isso em “Photograph”. Com Paul McCartney, ele nem apareceu. É possível reparar que quem faz as principais viradas de bateria na execução de “Queenie Eye” é o mítico Abe Laboriel Jr. Os ex-Beatles não se ousaram, mas também não precisam.

Ousada foi a parceria de Metallica com o pianista chinês Lang Lang. Mas o resultado ficou bem ruim. Lang Lang tentou dar um tom sombrio demais à canção e não se encaixou. O Metallica fez o que faz há anos, ou seja, só por eles já ficaria legal. O resultado final não ficou bom, mas pelo menos tentaram.

A parceria entre Dave Grohl, Lindsey Buckingham e integrantes do Nine Inch Nails e Queens Of The Stone Age só poderia ter ficado melhor se não cortassem a transmissão. Trent Reznor e Josh Homme são caras que precisam de maior repercussão há muito tempo. Reznor chegou perto disso, até por ter carreira mais extensa. Grohl é um bom arroz-de-festa e Lindsey Buckingham se destacou bastante em “Copy Of A”, primeira faixa executada na jam – a segunda foi “My God Is The Sun”.

Como premiação, o Grammy é altamente questionável. Não só no rock, mas em outros estilos também. Mas como evento musical como um todo, incluindo a parte dos shows, deu um passo adiante com a edição de 2014. Que venham boas apresentações e escolhas mais criteriosas em 2015.

Paul McCartney leva Grammy de melhor filme musical

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Live Kisses, documentário que traz Paul McCartney executando as faixas do álbum Kisses In The Bottom, levou o Grammy na categoria melhor filme musical. A performance foi registrada no Capitol Studios, em Hollywood.

Paul McCartney pode fazer show junto de Beyoncé no Brasil

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De acordo com o colunista Ancelmo Góis, do jornal O Globo, Paul McCartney deve tocar mais uma vez no Brasil em 2014. Mas, desta vez, o beatle não viria sozinho. A cantora Beyoncé se apresentaria com o músico na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O show acontecerá dia 11 de junho, um dia antes do início da Copa do Mundo.

Dave Grohl escolhe o grande momento de 2013

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Em entrevista ao Hollywood Access, Dave Grohl falou sobre um dos pontos altos não apenas do ano, mas de sua vida. “Foi a primeira vez que Pat Smear, Krist Novoselic e eu escrevemos uma música desde que Kurt morreu. E Paul McCartney estava lá. Foi uma das experiências mais mágicas de minha vida. Há o nascimento dos meus filhos, meu casamento e este momento. Dá para imaginar?”.

Resenha: Paul McCartney – NEW [2013]

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A diferença de um grande atleta para um grande artista está no efeito da idade. Um craque jamais conseguirá manter um auge infinito. Por muito tempo se imaginou que a mesma coisa não poderia acontecer com os gênios. Mas algumas figuras estão colocando essa tese por água abaixo. A principal é Paul McCartney. Assim como fez em quase toda a carreira, o eterno Beatle segue mostrando porque está acima de preceitos mundanos em seu novo álbum, intitulado simplesmente NEW. Sem abrir mão da simplicidade e genuinidade como forças motrizes, Sir Macca oferece mais um trabalho indispensável para seus milhões de seguidores.

O disco não traz nada de diferente daquela aura Pop/Rock com a qual já estamos acostumados. Não, não há nada de inovador nas 12 faixas (na versão regular) aqui presentes. Mas o autor da obra continua mostrando soluções irresistíveis. Obviamente, o impacto nunca mais será o mesmo de outros tempos. Porém, a capacidade de Paul ainda está muito além dos insignificantes seres humanos, que ele tanto ama em sua posição de criador e salvador do mundo – não fiquem bravos, religiosos fervorosos, é apenas uma brincadeira.

O mais difícil é fazer algum destaque individual. Desde a agitada “Save Us” até o encerramento com a viajada “Road” (e “Scared, escondida no tracklist), tudo é feito com a precisão cirúrgica para agradar sem complicar. De qualquer modo, podemos citar a melancólica e bela “On My Way To Work”, o arranjo acústico quase Country de “Early Days” e a nostálgica “New” (exatamente, nostálgica new, por mais contraditório que pareça). A variação de quatro produtores – Mark Ronson, Ethan Johns, Paul Epworth e Giles Martin se revezaram – não atrapalhou, como alguns chegaram a temer. Ao contrário, permitiu novas tonalidades sonoras a cada passagem.

Na segunda metade, “Appreciate” pode assustar os conservadores com seu começo. Mas a bela melodia acaba vencendo qualquer resistência. Já “Everybody Out There” tem uma levada que remete inevitavelmente a “Mrs. Vandebilt”. Outra que lembra os tempos de Wings é “I Can Bet”, com cara total de hit. Entre as faixas de edições especiais, destaque para o Rock simples e divertido de “Turned Out”, com um riff de guitarra muito bem sacado. Poderia facilmente ter entrado no tracklist de todas as edições. Qualidade garantida.

Aos 71 anos, Paul McCartney ainda tem energia e criatividade de um garoto. NEW é o certificado de sanidade definitivo da boa música nestes tempos. E deve ser apreciado como uma aula de alguém que está acima de qualquer conceito pré-estabelecido.

Nota 9

01. Save Us
02. Alligator
03. On My Way To Work
04. Queenie Eye
05. Early Days
06. New
07. Appreciate
08. Everybody Out There
09. Hosanna
10. I Can Bet
11. Looking At Her
12. Road

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Paul McCartney se torna primeiro astro do rock a patrocinar sumô

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Paul McCartney segue sendo pioneiro. Desta vez, o Beatle se tornou o primeiro rockstar a patrocinar um torneio de sumo. O Kyushu Grand Sumo Tournament aconteceu no último final de semana, em Fukuoka, Japão. Grande fã do esporte, Macca pagou para ter publicidades de NEW, seu novo álbum, nas bandeiras da competição, além de ter comparecido ao evento.

Paul McCartney, tal qual Seu Madruga, prefere as velhas

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Em entrevista ao Daily Star, Paul McCartney revelou que não pretende mais compor. “Estou resistindo em fazer novas músicas. Prefiro me concentrar nas velhas que ainda não aproveitei. Tenho uma pilha de demos e preciso ‘limpar o porão’. Com o novo disco, New, tirei tudo que ainda tinha no peito. Há faixas que comecei, acabei não finalizando e gostaria muito de lançar”.

Paul ainda fala com o maior parceiro e não perdoa seu assassino

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Em entrevista à Rolling Stone, Paul McCartney revelou que ainda recorre a John Lennon quando se sente preso em alguma composição. “Quando não tenho certeza do caminho a seguir, busco inspiração em John. Pergunto o que ele faria e o visualizo dizendo se devo ou não seguir aquele caminho. Ainda temos esta conversa e não quero perdê-la”.

Com tamanha ligação, não é surpresa saber o que o Beatle acha de Mark David Chapman, assassino confesso de seu parceiro. “Acho que posso perdoar qualquer outro pessoa no mundo. Mas não vejo motivo para sentir o mesmo por ele. O que esse cara fez é algo louco, terminal. Por que deveria perdoá-lo?”.

Em relação a Yoko Ono, Paul a descreve como uma grande artista. E revê conceitos. “Se John a amava, ela devia ter algo especial. Ele não era burro. Além do mais, o que eu iria fazer? Cultivar uma mágoa que nunca existiu de verdade?”.