Robert Trujillo espera que o Metallica toque na lua em turnê atual

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A rádio WRIF, de Detroit, perguntou ao baixista Robert Trujillo por onde o Metallica passará durante a WorldWired Tour, que começou na Ásia, foi até a Europa e chega ao continente americano em breve. “Devemos passar por vários lugares. Na turnê anterior, fomos à Antarctica. Espero que desta vez cheguemos à lua, mas não sei se é possível”.

Lars diz que parceria de Lady Gaga com o Metallica é boa demais para ficar em só uma colaboração

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Assunto mais comentado da última semana, a parceria de Lady Gaga com o Metallica deve se estender para além do Grammy. “Sabia que funcionaria. A única dúvida era quanto. A possibilidade de um reencontro sempre fica em aberto. Desde os ensaios deixamos claro que aquilo era bom demais para se resumir a um evento”, declarou Lars Ulrich ao The A.V. Club.

Veja o Metallica cantando “Diamonds”, de Rihanna

A banda participa da nova temporada da série online Carpool Karaoke, baseada no quadro do Late Late Show With James Corden. Um trecho da aparição pode ser visto a 40 segundos.

Produtor do Grammy pede desculpas ao Metallica

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Ken Ehrlich, produtor da edição 2017 do Grammy, pediu desculpas ao Metallica pelo incidente da cerimônia realizada no último domingo. Por descuido, um assistente de palco desligou o microfone de James Hetfield antes de a banda se apresentar com Lady Gaga. “Me disseram que o cabo do microfone estava conectado. Acreditamos que alguém o chutou acidentalmente e escapou. É horrível quando uma coisa dessas acontece, mas é um dos riscos da televisão ao vivo”, declarou à Associated Press.

James Hetfield ficou putaço com falha no microfone

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Durante aparição no The Late Late Show With James Corden, na CBS, Lars Ulrich comentou a reação de James Hetfield à falha em seu microfone durante o show do Metallica com Lady Gaga, na cerimônia do Grammy, domingo passado. “No calor da batalha, você não sabe se aquilo está saindo nos monitores, se o pessoal em casa está escutando ou se chegou ao sinal da transmissão. Resta seguir tocando. Ao sairmos do palco a coisa ficou feia. Há uns vinte anos não via James tão furioso. Ele envelheceu bem, ficou um cara tranquilo, mas nos primeiros cinco ou dez minutos não foi nada legal de se ver. Porém, como dizem, o show deve continuar. De qualquer modo, muita gente disse que ficou muito bom na televisão, que é a proposta do Grammy”.

Lars confirma: Lady Gaga é quinta integrante do Metallica

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Em declaração à Rolling Stone, Lars Ulrich demonstrou todo seu entusiasmo, deixando claro que a parceria não para por aqui. “Já estamos pensando no próximo capítulo, quando faremos ainda mais. Nada de advogados, estrategistas e managers forçando pessoas de mundos diferentes durante quatro minutos em uma transmissão internacional. Será algo orgânico e autêntico. Gaga é nossa perfeita quinta integrante”.

Guitarrista do Testament defende performance de Metallica e Lady Gaga no Grammy

(via Collectors Room)

O guitarrista do Testament e companheiro da cena da Bay Area do Metallica, Alex Skolnick, postou em seu Facebook um longo texto defendendo a parceria entre o Metallica e Lady Gaga, que sacudiu o palco do Grammy 2017.

Abaixo estão as palavras do músico:

Na teoria, é uma grande ideia, e deveria significar uma espécie de home run para todas as idades. Infelizmente, será eternamente ofuscada pelos problemas com o microfone de James e pela falha na intro – por favor, organização, favor conferir se todos os apresentadores fizeram o seu dever de casa antes de subirem ao palco, ok?

Vi alguns comentários falando que Gaga deixou James largado no palco enquanto ocorriam os problemas com o microfone, que ela poderia ter ajudado e não veio ao seu encontro salvar o dia. Todos estão errados: ela (e todos no palco) usam monitores de ouvido, o que – como qualquer um que já teve a experiência de usá-los pode afirmar – fornece uma mixagem diferente daquela que é entregue ao público. Você não ouve mais nada além daquilo. A primeira coisa que você pensa quando não escuta um vocal ou qualquer outro instrumento é que supostamente ele está lá e que é apenas um problema com os monitores relacionados ao equipamento que você leva na orelha, o que pode acontecer às vezes.

Em outras palavras, ela não tinha ideia do que estava acontecendo e apenas fez os seus vocais. Então, resumindo para quem não curte o trabalho de Gaga e está usando a internet para espalhar xingamentos e ódio, acho que você tem que olhar para alguns pontos:

A) Que outro superstar do pop se atreveria a subir em um palco, ainda por cima do Grammy, com o Metallica ou qualquer outra banda de metal?

B) Quem mais poderia sair de um disco ao lado de Tony Bennett para tocar com o Metallica no momento seguinte, demonstrando amor, respeito e apreço por ambos?

C) Claro, a sua performance talvez tenha sido um pouco exagerada para aqueles que só se interessam pelo Metallica. Mas, novamente, ela é Lady Gaga, afinal das contas

D) Sim, ela faz muito teatro, mas ela também é uma artista que pode te conquistar apenas com sua voz e piano

E) Dado o interesse que Lars tem por ela e pela arte, e de fazer o inesperado na música, faz absolutamente sentido que eles colaborem um com o outro

F) Ela se deu bem na melodia e nos vocais se você deixar as imagens e apenas ouvir o que está acontecendo? Claro que sim! E a música foi muito bem escolhida, também.

A única coisa que eu mudaria além dos acidentes – que foram acidentais, é preciso frisar – é esta: por que pareceu que estava rolando uma aula de zumba lá em cima? De quem foi essa ideia? Colocar verdadeiros fãs em cima do palco, como o Metallica já fez em diversos shows, e não um monte de bailarinas, me parece uma ideia melhor. E o fato de todas as bailarinas estarem vestindo um ‘guarda-roupa de metal’ também ajudou a deixar as coisas meio caricatas. Dito isso, são pequenos ajustes que precisam ser feitos, e tenho certeza que o Metallica e Lady Gaga vão fazer isso novamente.

Cabeçote: O melhor e o pior relacionado ao rock no Grammy 2017

Aconteceu, no último domingo (12), a 59ª cerimônia do Grammy Awards, premiação que é considerada a mais importante da música. O rock ocupa papel secundário no evento, é verdade, mas houve o que comentar com relação ao gênero musical em questão.

Neste ano, a Recording Academy, que promove o Grammy Awards, corrigiu alguns erros históricos com dois nomes de impacto no rock. Um deles é, inclusive, ligado ao metal.

O primeiro foi David Bowie. Falecido em 2016, o músico foi homenageado ao ganhar cinco prêmios, nas categorias “Melhor performance de rock”, “Melhor música de rock”, “Melhor disco de música alternativa”, “Melhor pacote de gravação” e “Melhor produção de disco não-clássico”. Os últimos dois são compartilhados com outros profissionais.

É verdade que o reconhecimento a David Bowie foi justo, tanto pelo disco “Blackstar” quanto pela música que dá nome ao álbum. Mas precisava esperar tanto tempo para reconhecer um dos maiores nomes da música contemporânea? Eu acho que não.

Digo isto porque, até então, David Bowie só tinha um Grammy, de “Melhor videoclipe”, por “Jazzin’ for Blue Jean”, conquistado na década de 1980. E o agravante é que esta não é uma categoria especificamente musical.

É sintomático: espera-se o artista morrer para que ele receba o seu devido valor. Isto acontece não só em premiações, mas com reconhecimento por parte da imprensa e de alguns segmentos do público.

O segundo erro histórico corrigido foi com o Megadeth. Após 12 indicações e nenhuma vitória, a banda de Dave Mustaine conquistou, enfim, o Grammy de “Melhor performance metal”, categoria pela qual havia disputado por nove vezes anteriormente. A música “Dystopia” foi a premiada.

Também é um momento justo para reconhecer o Megadeth. O grupo tem conseguido se manter relevante e o álbum “Dystopia” mostra isto muito bem. A entrada do guitarrista Kiko Loureiro deu sangue novo à banda e Dave Mustaine – que, além de frontman, é o principal compositor – parece ser criativamente insaciável, pois raramente decepciona em seus lançamentos.

Como no caso de David Bowie, o reconhecimento ao Megadeth também poderia ter vindo antes, em especial, durante sua fase considerada mais “clássica”, na década de 1990. As várias indicações sem prêmios acabaram por virar motivo de chacota com o tempo.

Ainda sobre Megadeth, vale a pena relembrar a gafe cometida pela organização do Grammy. Quando a banda foi anunciada como vencedora da categoria “Melhor performance metal”, começou a rolar a música “Master Of Puppets”, do Metallica.

Por mais que Dave Mustaine não pareça mais ter sentimentos negativos relacionados ao Metallica, a situação também virou motivo de piada nas redes sociais. Faltou cuidado, mas essa cautela não parece existir durante todo o tempo: de forma aleatória, um dos prêmios de David Bowie foi anunciado ao som de The Who. Duvido que falariam o nome de Katy Perry ao som de Taylor Swift ou vice-versa.

O prêmio de “Melhor disco de rock” foi conquistado por “Tell Me I’m Pretty”, do Cage The Elephant. Um trabalho que mal obteve repercussão em seu próprio segmento foi agraciado com a honraria e deixou bons registros, como “Magma” (Gojira) e “California” (Blink-182), para trás. Um pouco estranho.

O prêmio direcionado a “Eight Days A Week The Touring Years”, documentário sobre a época em que os Beatles faziam turnês, foi uma surpresa. O registro superou “Lemonade”, de Beyoncé, e foi reconhecido na categoria “Melhor filme musical”.

O único show com menção direta ao rock – e, neste caso, também o metal – foi, em meu ver, um desastre. Metallica e Lady Gaga se juntaram para tocar a música “Moth Into Flame”.

Praticamente nada deu certo. O microfone de James Hetfield não funcionou por metade da apresentação e, aparentemente, havia um problema de retorno em cima do palco, pois faltou sincronia entre as guitarras de Hetfield e Kirk Hammett em parte da performance.

Lady Gaga, por sua vez, forçou a barra e acabou ficando deslocada. Além dos vocais exagerados, das opções equivocadas de tonalidade e do rebolado deslocado, a performance geral de Gaga reforçou o estereótipo de “metaleiro doidão”, que passa o show inteiro se contorcendo sem a menor consonância com a música que rola nas caixas de som. Por ser a artista fenomenal que é, poderia ter preparado algo melhor.

Outras duas performances fizeram menção indireta ao rock: as homenagens a George Michael e Prince, que são artistas considerados pop, mas flertaram com o estilo em diversas ocasiões.

A homenagem a George Michael, morto em dezembro de 2016, foi uma catástrofe. Enquanto cantava “Fastlove”, Adele se perdeu em tonalidade e até ritmo. Precisou pedir para começar de novo e, ainda assim, a situação não melhorou muito.

A própria opção por tal performance soou um pouco equivocada. Parecia um velório. Havia uma melancolia excessiva, que contrastava com as imagens felizes do sempre empolgado George Michael ao fundo do palco. Até isto deve ter afetado Adele psicologicamente, pois a cantora estava visivelmente emocionada.

Já o tributo que The Time, Morris Day e Bruno Mars fizeram a Prince foi adequado à proposta do artista, morto em abril de 2016. Houve maior preparo e até tempo para que a homenagem fosse feita – quase dez minutos divididos entre as duas performances.

Inicialmente, The Time e Morris Day tocaram “Jungle Love” e “The Bird”, em uma apresentação sem defeitos. Bruno Mars elevou o patamar ao aparecer vestido de Prince e com a guitarra signature do falecido músico. Com sua banda, tocou “Let’s Get Crazy” e ainda arriscou solos de guitarra.

No geral, em comparação a outros anos, o Grammy de 2017 deu maior destaque ao rock. Só é incrível pensar que tantas gafes e situações curiosas tenham ocorrido justamente quando o gênero estava em evidência.

Igor Miranda é jornalista e “fundador afastado” do site Van do Halen. Atualmente, é redator-chefe do site Cifras. Assina a coluna Cabeçote semanalmente.

“Estamos conversando sobre transformar o Metallica em um quinteto com Lady Gaga”, diz Lars

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A impressão que o Metallica teve sobre Lady Gaga foi extremamente positiva. Antes mesmo de subirem ao palco do Grammy, a popstar deixou os colegas de performance entusiasmados. “Quando finalizamos o ensaio, meu manager veio e disse que aquilo seria o que de mais pesado já teria sido tocado em um Grammy. Agora, temos uma frontwoman. Estamos conversando sobre transformá-la em membro permanente, sermos um quinteto daqui para a frente. Vamos ver”, disse Lars Ulrich ao Access Hollywood.

Dave Mustaine responde como se sentiu subindo ao palco do Grammy ao som de Metallica

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Um fã foi ao Twitter de Dave Mustaine questioná-lo sobre o fato de a organização do Grammy ter tocado “Master Of Puppets” enquanto o Megadeth subia ao palco para receber a premiação na categoria Best Metal Performance. “Ah, não dá para culpá-los por não conseguirem tocar Megadeth”, disse o frontman. A banda faturou um gramofone pela primeira vez, após doze indicações.

Metallica confirma turnê com Avenged Sevenfold, Volbeat e Gojira

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Como já vinha sendo especulado, a etapa norte-americana da WorldWired Tour, do Metallica, terá Avenged Sevenfold e Volbeat como atrações de abertura. Serão 23 shows entre maio e agosto. A parte final não contará com a banda dinamarquesa. Os franceses do Gojira os substituirão. As datas e locais podem ser conferidos na imagem acima.

“Moth Into Flame” será a música tocada por Metallica e Lady Gaga no Grammy

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Um tuíte mostrou que a música a ser tocada pelo Metallica junto a Lady Gaga é “Moth Into Flame”, do álbum Hardwired… To Self-Destruct. A apresentação faz parte da cerimônia que acontece neste domingo. O evento será transmitido a partir de onze da noite (horário de Brasília) pelo canal TNT.