Iron Maiden coloca música nunca antes tocada em abertura de nova fase da turnê

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Acabou há pouco, em Antuérpia (Bélgica), o primeiro show da nova fase da The Book Of Souls World Tour. O Iron Maiden executou o seguinte setlist:

If Eternity Should Fail
Speed of Light
Wrathchild
Children of the Damned
Death or Glory
The Red and the Black
The Trooper
Powerslave
The Great Unknown (tocada pela primeira vez ao vivo)
The Book of Souls
Fear of the Dark
Iron Maiden

Encore:

The Number of the Beast
Blood Brothers
Wasted Years

Iron Maiden adiciona nova fase a game

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Celebrando a nova fase da turnê do álbum The Book Of Souls, o Iron Maiden acrescentou uma fase alusiva ao disco no game Legacy Of The Beast. Será a primeira aparição do Eddie versão maia no jogo. O RPG está disponível nas principais plataformas móveis.

Vocalista explica porque o Saxon não se tornou tão grande quanto o Iron Maiden

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Em entrevista ao jornalista Mitch Lafon, o vocalista Biff Byford foi questionado sobre os motivos que impediram o Saxon de se tornar tão grande quanto um colega da NWOBHM. “Eles tinham – e ainda têm – um fantástico time promocional ao redor. Estavam no lugar certo, na hora certa. Investiram pesado nos Estados Unidos, em uma época em que talvez fôssemos até maior na Europa. Talvez tenha sido um golpe de sorte. As coisas são assim. Também acredito que, em determinado momento da carreira, tenhamos nos perdido na maneira como escrevíamos e gravávamos as músicas”.

Capa da Metal Hammer reúne a Eddiezada

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A nova edição da Metal Hammer celebra a vindoura turnê britânica do Iron Maiden. Entrevista exclusiva com Steve Harris e um Top 50 com as melhores músicas da banda segundo o staff da publicação fazem parte do especial.

Iron Maiden: 15 anos de Rock In Rio

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(lançado em 25 de março de 2002)

Após quase ter chafurdado no próprio orgulho, Steve Harris engoliu a vaidade e deu o braço a torcer, chamando Bruce Dickinson de volta. A ação recolocou o Iron Maiden no topo, com a turnê Ed Hunter e o lançamento do ótimo disco Brave New World. Para coroar a reconquista do trono do Heavy Metal, a banda encerrou a turnê de divulgação na América do Sul. Após Chile e Argentina, o a partir de então sexteto foi headliner de uma das noites da terceira edição do Rock In Rio, que retornava após hiato de uma década. O show que os fãs conferiram na Cidade do Rock e o resto do país na televisão foi um verdadeiro ritual de devoção. Canções entoadas como verdadeiros hinos, sincronia de músicos e público, empolgação extrema. Por isso, não dá para negar que o material editado por Kevin Shirley e Steve Harris decepcionou quem tinha a versão crua. Não havia necessidade de tanto overdub, ofuscando a sensacional interação com a plateia.

O setlist é o básico de toda a turnê. A novidade ficou por conta da inclusão de “Run To The Hills”, que havia sido renegada pela banda após a saída de Bruce, com direito a críticas públicas sobre sua qualidade em entrevistas. Parece que a perspectiva mudou de vez, pois ela até foi lançada como single. Fora isso, vale a pena conferir a mistura de clássicos, músicas que então eram novas – algumas nunca mais seriam executadas novamente – e até alguns sons da fase com Blaze Bayley, que ganharam novas interpretações na voz de Dickinson. Rock In Rio não deixa de ser um registro histórico do Iron Maiden, apesar do excesso de maquiagem. Porém, é recomendável ter, também, a versão que foi transmitida ao vivo. Ela oferece uma experiência muito mais prazerosa, inclusive no vídeo, um tanto frenético no DVD oficial. Aliás, adiaram o lançamento no formato para Steve brincar de editor dessa forma? Que coisa…

Bruce Dickinson (vocais)
Steve Harris (baixo)
Adrian Smith (guitarra)
Dave Murray (guitarra)
Janick Gers (guitarra)
Nicko McBrain (bateria)

CD 1

01. Intro (Arthur’s Farewell)
02. The Wicker Man
03. Ghost Of The Navigator
04. Brave New World
05. Wrathchild
06. 2 Minutes To Midnight
07. Blood Brothers
08. Sign Of The Cross
09. The Mercenary
10. The Trooper

CD 2

01. Dream Of Mirrors
02. The Clansman
03. The Evil That Men Do
04. Fear Of The Dark
05. Iron Maiden
06. The Number Of The Beast
07. Hallowed Be Thy Name
08. Sanctuary
09. Run To The Hills

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Bruce Dickinson explica diferentes experiências entre pilotar aviões e cantar

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Em entrevista ao Wales Online, Bruce Dickinson detalhou as diferentes sensações que obtém ao ser piloto de avião e comandar o Iron Maiden em um palco. “A satisfação de voar é ter o seu trabalho feito, levar os passageiros ao destino de forma segura, ser uma figura invisível. Shows trazem emoções externas, ao ver as pessoas reagindo à sua presença. É legal fazer duas coisas tão opostas”.

Iron Maiden relança discografia dos 1990 para cá em vinil

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O Iron Maiden anunciou o relançamento de sua discografia recente em vinil. Os álbuns de No Prayer For The Dying a En Vivo! serão disponibilizados individualmente na seguinte ordem:

19/05: No Prayer For The Dying, Fear Of The Dark, The X-Facotr, Virtual XI

23/06: Brave New World, Rock In Rio, Dance Of Death, A Matter Of Life And Death

21/07: Death On The Road, Flight 666, The Final Frontier, En Vivo!

A Collector’s Box ainda contará com um espaço para o fã acrescentar sua versão do disco mais recentes da banda, The Book Of Souls. Com isso, todos os plays da história do grupo estão disponíveis em edições atualizadas.

Iron Maiden: 35 anos de The Number Of The Beast

Iron Maiden – The Number Of The Beast
Lançado em 22 de março de 1982

Para se fazer um clássico atemporal do heavy metal, não se exige apenas qualidade musical. Como disse Bruce Dickinson, ao ser questionado sobre The Number Of The Beast, foi necessário que um raro alinhamento de planetas ocorresse para que este disco chegasse a público desta forma.

O terceiro disco do Iron Maiden é, para muitos, um recomeço da banda britânica, pois trata-se do primeiro com o vocalista Bruce Dickinson, ex-Samson, no lugar de Paul Di’Anno. Dickinson ocupou o posto de um cantor cada vez mais desleixado e problemático, muito devido aos problemas que teve com as drogas.

A chegada de Bruce Dickinson se fazia necessária a uma banda que prezava pelo profissionalismo. O Iron Maiden jamais estouraria sem um cantor competente como Dickinson, por mais que eu goste do trabalho desempenhado pelo grupo com Paul Di’Anno. Steve Harris, líder da banda e obstinado a ter consagração e reconhecimento mundial, sabia disto.

Com a troca de vocalistas, o estilo do Iron Maiden também mudou. O grupo passou a apostar em uma sonoridade um pouco mais melódica, ainda que pesada e, por vezes, visceral. Fruto, também, de maior colaboração do guitarrista Adrian Smith, que chegou para gravar o álbum anterior, Killers (1981), mas não participou do processo de composição. Em The Number Of The Beast, era como se Sex Pistols, Deep Purple e Thin Lizzy se cruzassem e gerassem um produto único.

Houve, ainda, um avanço temático nas letras da banda. A polêmica faixa que dá nome ao disco foi baseada no filme “A Profecia II” e na obra “Tam o’Shanter”, por exemplo. Outras canções também foram inspiradas em livros, longa-metragens ou até na história de antigas civilizações.

De olho na tímida “invasão” que o NWOBHM promovia nos Estados Unidos, o Iron Maiden também quis despontar na América. The Number Of The Beast era o disco ideal para isto, bem como aquela formação era perfeita para aquele momento. O grupo tratou de marcar mais de 100 datas por todo o país, após excursionar pela Europa, onde já havia reconhecimento.

Foi justamente nos Estados Unidos que o Iron Maiden se viu diante de sua primeira polêmica: a banda foi acusada de ser satanista graças a The Number Of The Beast, especialmente pela faixa título e pela capa do álbum. O grupo sofreu uma espécie de perseguição por parte de setores mais conservadores da sociedade, em especial grupos religiosos.

Ativistas queimaram e quebraram discos do Iron Maiden em público, protestaram na entrada de casas de shows onde o grupo iria se apresentar e, por vezes, até carregaram uma cruz de 7,5 metros enquanto pediam boicote aos britânicos. Além disso, houve uma mobilização para que fossem colocados selos nas capas dos álbuns, alertando sobre o “conteúdo subversivo” – uma espécie de pré-PRMC.

Não se sabe, até o momento, se tudo isto foi premeditado por Steve Harris e seus companheiros ou se toda a reação foi uma surpresa para os envolvidos. Fato é que a polêmica fez com que a popularidade do Iron Maiden engrenasse de forma curiosa, pois, aparentemente, muitos adolescentes estavam em busca da mensagem inicialmente controversa que o grupo apresentava.

No fim das contas, a “propaganda negativa” foi revertida com um bom trabalho feito pelo Iron Maiden, que conquistou fãs pelos Estados Unidos. The Number Of The Beast chegou à 33ª posição das paradas da Billboard, nos Estados Unidos, além de conquistar o topo dos charts do Reino Unido e lugares expressivos em rankings de outros países. Hoje, o disco acumula mais de 14 milhões de cópias vendidas.

O Iron Maiden evoluiu e permitiu-se evoluir em The Number Of The Beast. Reconheceu que poderia atingir um novo patamar com mudanças pontuais em seu trabalho. Graças a este disco, a banda conseguiu um lugar ao sol e estabilidade o bastante para lançar trabalhos clássicos no futuro, como os impressionantes Piece Of Mind (1983) e Powerslave (1984).

Bruce Dickinson (vocal)
Steve Harris (baixo)
Dave Murray (guitarra)
Adrian Smith (guitarra)
Clive Burr (bateria)

01. Invaders
02. Children Of The Damned
03. The Prisoner
04. 22 Acacia Avenue
05. The Number of the Beast
06. Run To The Hills
07. Gangland
08. Hallowed Be Thy Name

Charlie Benante substitui Nicko McBrain

benante nicko

O baterista Charlie Benante (Anthrax) será o músico convidado da semana na banda do talk-show Late Night With Seth Meyers, da NBC. Ele substitui Nicko McBrain (Iron Maiden), que ocupou o kit de segunda a quinta-feira passada. Anteriormente, nomes como Danny Carey (Tool), Tim Alexander (Primus) e Abe Cunningham (Deftones) já haviam participado.

Nicko McBrain será baterista convidado da semana em talk-show americano

nicko mcbrain

O baterista Nicko McBrain (Iron Maiden) aparecerá na TV americana durante toda a semana. Entre segunda e quinta-feira, o músico assumirá as baquetas da 8G Band no talk-show Late Night With Seth Meyers. O programa vai ao ar pela NBC. Anteriormente, músicos como Dave Lombardo (Slayer, Suicidal Tendencies, Grip Inc.) e Danny Carey (Tool) já ocuparam o posto.

Comprovado: Iron Maiden faz a corrupção diminuir na sociedade

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O Iron Maiden anunciou que apenas 207 dos ingressos vendidos para a próxima turnê britânica caíram nas mãos de cambistas para revenda. Para se ter uma ideia, em 2011, foram 6294 entradas colocadas em sites que incentivam a prática. Para combater a manobra, a banda se valeu de um sistema que já vem sendo usado em alguns eventos nos Estados Unidos. Nele, o comprador apresenta seu cartão de débito ou crédito na entrada do show, junto de sua identidade e de outras pessoas para quem tenha comprado, aposentando o uso do formato em papel. Os shows acontecem no mês de maio.

“Toda banda diz que seus fãs são os melhores, mas os do Iron Maiden são mesmo”

O baterista Nicko McBrain declarou à Maniacs TV, da Austrália, que o Iron Maiden está muito empolgado com as datas extras da The Book Of Souls Tour, que acontecem este ano. O motivo principal está na plateia. “Toda banda diz que seus fãs são os melhores. Mas, em nosso caso, é verdade. Há paixão e amor, como em uma grande família. Agradeço a todos. Estamos tendo o melhor momento de nossas carreiras enquanto banda de turnê”.