Edguy incluirá DVD com show em São Paulo na próxima compilação

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O Edguy confirmou que o show presente no DVD da compilação Monuments é o gravado em 2004, no Espaço das Américas, em São Paulo. À época, ele não foi disponibilizado na íntegra por conta de problemas técnicos. Uma parte saiu no home vídeo Superheroes. Monuments será lançado dia 14 de junho, celebrando 25 anos da banda alemã. Grandes sucessos, músicas inéditas e todos os videoclipes do grupo também compõem o conteúdo.

Compilação com material inédito celebra 25 anos do Edguy

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Comemorando 25 anos de carreira, a banda alemã Edguy lança no dia 14 de junho a compilação Monuments. O trabalho, em CD duplo e DVD, incluirá os grandes sucessos do grupo, além de material inédito. A parte em vídeo reúne todos os videoclipes, além de um show registrado em 2004, durante a turnê do álbum Hellfire Club. O tracklist será revelado em breve. A partir de setembro, o quinteto realizará uma turnê comemorativa, tocando seus grandes êxitos.

Edguy: 20 anos de Kingdom Of Madness

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(lançado em 8 de fevereiro de 1997)

O Edguy foi uma banda incrivelmente precoce. O quarteto original começou a tocar junto em 1992, aos 14 anos de idade. Em 1994, lançaram as primeiras demos, Evil Minded e Children Of Steel. The Savage Poetry, álbum de estreia, foi lançado de forma independente, depois sendo adquirido pela gravadora AFM, que ampliou a divulgação original. Assim, chegamos a Kingdom Of Madness, considerado pela própria banda seu primeiro lançamento profissional, por assim dizer. À época, Tobias Sammet ainda acumulava a função de baixista e o baterista era Dominik Storch, que seria substituído por Felix Bohnke alguns anos mais tarde. As ideias seguiam o caminho do Power Metal tipicamente europeu, que passava por seu momento de maior sucesso, antes de se tornar a vertente mais saturada do gênero.

A banda ainda se mostrava um tanto quanto verde, o que pode ser sentido nos arranjos e na produção, que assinaram em parceria com Erik Grösch. Mas já oferecia alguns bons momentos, como em “Paradise”, faixa de abertura, ou “Wings Of A Dream”, regravada anos mais tarde, nas sessões do disco Mandrake. Baladeiros não terão do que reclamar em “When A Hero Cries”, pontuada por piano e orquestrações. Vale citar ainda que “The Kingdom”, faixa de encerramento, tem mais de 18 minutos e conta com participação de Chris Boltendahl, vocalista do Grave Digger, narrando uma parte textual e dando uma gargalhada maquiavélica. Era o princípio de uma história épica que se tornaria farrista – e muito melhor. O início da real consagração viria no trabalho seguinte, Vain Glory Opera, já bem mais elaborado.

Tobias Sammet (vocais, baixo, teclados)
Jens Ludwig (guitarra)
Dirk Sauer (guitarra)
Dominik Storch (bateria)

01. Paradise
02. Wings Of A Dream
03. Heart Of Twilight
04. Dark Symphony
05. Deadmaker
06. Angel Rebellion
07. When A Hero Cries
08. Steel Church
09. The Kingdom

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Edguy: 15 anos de Mandrake

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(lançado em 27 de novembro de 2001)

A dobradinha Vain Glory Opera e Theater Of Salvation colocou o Edguy em posição de destaque no cenário do Power Metal europeu. A popularidade só aumentou graças ao surgimento do Avantasia, de Tobias Sammet, que mantinha uma pegada próxima, mas se sobressaiu ao reunir diferentes vocalistas, especialmente tirando Michael Kiske da caverna onde se escondia há anos. Ao mesmo tempo, a banda pegou uma fase em que o gênero começava a demonstrar sinais de saturação, com várias atrações que apenas reciclavam o que veio nos primórdios. A partir de Mandrake, o grupo começou a investir numa aproximação de outras vertentes, incluindo o Hard Rock, que praticamente se apropriaria da sonoridade com o passar da discografia. O resultado foi dos mais agradáveis.

Do início ao fim, o tracklist transcorre sem atropelos ou pontos baixos. A abertura traz “Tears Of A Mandrake”, que se tornou uma das preferidas dos fãs. O passado, então recente, ainda é representado por canções como “Golden Dawn”, “Fallen Angels” e “Save Us Now”. O single foi “Painting On The Wall”, embora a escolhida para o videoclipe tenha sido “All The Clowns”. Ainda há espaço para a longa “The Pharaoh” e a balada “Wash Away The Poison”. A repercussão foi tão positiva que o Edguy realizou sua primeira turnê como headliner e acabou despertando atenção da Nuclear Blast, podendo atingir um público maior a partir de seu lançamento seguinte, Hellfire Club. Antes, se despediu da AFM Records com o ao vivo Burning Down The Opera.

Tobias Sammet (vocais, teclados)
Jens Ludwig (guitarra)
Dirk Sauer (guitarra)
Tobias Exxel (baixo)
Felix Bohnke (bateria)

01. Tears Of A Mandrake
02. Golden Dawn
03. Jerusalem
04. All The Clowns
05. Nailed To The Wheel
06. The Pharaoh
07. Wash Away The Poison
08. Fallen Angels
09. Painting On The Wall
10. Save Us Now

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Tobias Sammet participará do novo álbum do Ayreon

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Em postagem online, Arjen Lucassen confirmou que seu “rival preferido” aparecerá no próximo álbum do Ayreon. Tobias Sammet (Edguy, Avantasia) interpretará o personagem The Captain na trama, que ainda não teve seu enredo revelado. Com isso, os vocalistas e papeis já anunciados são:

– James LaBrie (Dream Theater) as The Historian
– Tommy Rogers (Between The Buried And Me) as The Chemist
– Simone Simons (Epica) as The Counselor
– Michael Mills (Toehider) as TH-1
– Floor Jansen (Nightwish) as The Biologist
– Hansi Kürsch (Blind Guardian) as The Astronomer
– Tobias Sammet (Edguy, Avantasia) as The Captain

Baixista do Edguy tocará com o Unisonic no Monsters Of Rock

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Tobias Exxel, baixista do Edguy, virá ao Brasil com o Unisonic, para o Monsters Of Rock. No entanto, ele não ocupará sua função original. O músico substituirá o guitarrista Mandy Meyer, que não poderá comparecer, devido a compromissos pré-agendados com o Krokus. A banda se apresenta dia 26, na Arena Anhembi, em São Paulo.

Confirmadas datas de Edguy, Hammerfall e Gotthard no Brasil

edguy-horz

A Free Pass confirmou três datas da turnê que reúne Edguy, Hammerfall e Gotthard. Os grupos se apresentam em São Paulo, no Free Pass Metal Festival, dia 7 de dezembro, na Audio SP. Um dia antes, em local ainda a confirmar, o trio toca em Porto Alegre, enquanto dia 8, os shows vão para Belo Horizonte, no Music Hall.

Edguy, Hammerfall e Gotthard em turnê conjunta pela América Latina

edguy-horz

Três das bandas mais significativas do cenário Hard/Heavy europeu das últimas décadas farão uma turnê conjunta pela América Latina. Edguy, Hammerfall e Gotthard já anunciaram uma apresentação. Ela acontece dia 4 de dezembro, em Asunción, Paraguai. As outras datas serão confirmadas em breve. A informação está no Facebook oficial do Gotthard.

Novo álbum do Edguy em várias paradas europeias

Edguy-Space-Police-Defenders-Of-The-Crown

Space Police – Defenders Of The Crown entrou nos seguintes charts:

Alemanha – 2º
República Tcheca – 8º
Finlândia – 12º
Suíça – 13º
Áustria – 27º
Suécia – 28º
Reino Unido – 82º

“Não há regras no Rock e Metal”

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O vocalista Tobias Sammet confessou ao HardRockHaven.net que foi ainda mais longe na busca por influências nas músicas do álbum Space Police – Defenders Of The Crown. “‘Alone In Myself’, por exemplo, me remete aos Rolling Stones e, especialmente, Bruce Springsteen. A considero uma balada na veia de ‘Streets Of Philadelphia’. Cheguei a ficar preocupado se ela se adaptaria ao disco, pois é incomum para a banda. Mas como gostamos, ela entrou. Não há regras no Rock e Metal”.

Resenha: Edguy – Space Police – Defenders Of The Crown [2014]

O Edguy é uma banda de Hard Rock. É preciso ter isso em mente ao ouvir o novo álbum do grupo. Sim, o passado os liga ao Power Metal. E até podemos encontrar alguns resquícios por aqui. Mas a base do som está bem mais simples e direta, se comparada a quinze anos atrás. Melhor ou pior, vai da opinião e gosto de cada um. Mas o fato é que Tobias Sammet e seus comparsas têm a manha de compor músicas pegajosas sem a menor dificuldade. Sempre foi assim e segue evidente em Space Police – Defenders Of The Crown, novo trabalho dos germânicos, que corrige alguns excessos de Age Of The Joker, play anterior.

A pesada “Sabre & Torch” abre o disco e tem tudo para oferecer um grande início de shows, caso a banda a use para tal. Na sequência, “Space Police”, seguindo a linha de “King Of Fools”, “Superheroes” e outras de fácil assimilação feitas pela banda em tempos recentes, com uma pitada de humor em sua composição. “Defenders Of The Crown” traz as primeiras influências britânicas à tona – e serão muitas pela frente. Destaque para as guitarras, soltando riffs e fraseados em propulsão. O primeiro single, “Love Tyger”, vem logo a seguir, oferecendo uma amostra do que seria a cena da Sunset Strip na Alemanha. Um dos grandes momentos.

Voltando às fronteiras europeias do estilo, “The Realms Of Baba Yaga” tem tudo para se tornar uma das preferidas dos adeptos. A versão para “Rock Me Amadeus”, do Falco, pode assustar os conservadores. Mas essa era a ideia mesmo, por isso ela se torna tão legal. As coisas retomam possível normalidade em “Do Me Like A Caveman”, que traz um piano ao fundo que transita entre o intrigante e o bem sacado. Os resíduos de Power Metal a que me referi mais acima dão as caras em “Shadow Eaters”, o máximo que se encontra de ligações com a juventude dos músicos por aqui. Não poderia faltar uma balada, é claro. “Alone In Myself” tem o mérito de não ser previsível, além de se passar por uma boa trilha sonora para um filme que nunca existiu.

Encerrando o tracklist normal, a longa “The Eternal Wayfarer”. Com variações rítmicas, acaba sendo um dos melhores momentos, com teclados muito bem encaixados e melodias viciantes. A versão deluxe trará um CD bônus com sete faixas, sendo duas inéditas e impagáveis, ressalte-se. Quem puder desembolsar um pouco mais não se arrependerá. “England” traz uma das melhores letras da história da música, enquanto “Aychim In Hysteria” é uma homenagem explícita ao Def Leppard – e não apenas no título, mas em toda a composição, especialmente nos backing vocals característicos da banda de Joe Elliott.

A única crítica realmente contundente que dá para fazer é no excesso de “paradinhas” no meio das músicas. A FIFA deveria dar uma observada nisso e, se preciso, baixar uma determinação, como fez com os pênaltis. Quando acontece pela quarta vez, incomoda. De resto, Space Police – Defenders Of The Crown é um álbum digno do que o Edguy fez de melhor. Especialmente após a aplicação de farofa da boa no som.

Nota 8,5

Tobias Sammet (vocais)
Jens Ludwig (guitarra)
Dirk Sauer (guitarra)
Tobias Exxel (baixo)
Felix Bohnke (bateria)

01. Sabre & Torch
02. Space Police
03. Defenders Of The Crown
04. Love Tyger
05. The Realms Of Baba Yaga
06. Rock Me Amadeus
07. Do Me Like A Caveman
08. Shadow Eaters
09. Alone In Myself
10. The Eternal Wayfarer

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Novo álbum do Edguy disponível para audição na íntegra

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Space Police – Defenders Of The Crown pode ser conferido aqui.