BOMBA: Aerosmith adia shows do segundo semestre para trabalhar em novo disco

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O Aerosmith anunciou o adiamento da nova turnê norte-americana, que aconteceria no segundo semestre. A ideia da banda é focar no lançamento de um novo álbum de estúdio. A informação foi confirmada pelo guitarrista Joe Perry ao Arizona Central. “Precisamos nos conceder este tempo. Acredito que ainda tenhamos um trabalho de inéditas em nós, talvez até dois”, declarou. As datas na Europa e América do Sul, entretanto, estão mantidas como o combinado. Music From Another Dimension, disco mais recente do grupo, saiu em 2012.

Capa do novo álbum do Tankard

tankard

One Foot In The Grave sai no dia 2 de junho. É o 17º álbum de inéditas da carreira do Tankard.

Hoje, 28 de março

– O tecladista John Evan (Jethro Tull) completa 69 anos.

– O guitarrista Tony Palacios (Guardian) completa 57 anos.

– Há 44 anos o Led Zeppelin lançava o álbum Houses Of The Holy.

– Há 38 anos o guitarrista Eric Clapton se casava com Pattie Boyd, ex de George Harrison.

– Há 25 anos, durante show em Irvine Meadows, Califórnia, Ozzy Osbourne resolveu convidar as duas primeiras fileiras da plateia para subir ao palco. Mais pessoas acabaram aceitando o convite e causaram um prejuízo estimado em 100 mil dólares no anfiteatro. A banda foi forçada a deixar o espaço.

– Há 25 anos o Mr. Big lançava o álbum Mr. Big Live.

– Há 23 anos o Pink Floyd lançava o álbum The Division Bell.

– Há 22 anos o Skid Row lançava o álbum Subhuman Race.

Stephen Pearcy diz que Bobby Blotzer precisa de uma internação involuntária

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O vocalista Stephen Pearcy defende uma intervenção no baterista Bobby Blotzer. Em entrevista ao podcast Media Matters, o músico pediu que as pessoas ligadas ao seu antigo colega façam algo para ajudá-lo. Recentemente, Blotzer perdeu o direito de seguir usando o nome Ratt com sua banda formada por pistoleiros de aluguel. Mesmo assim, ainda cumpre compromissos previamente agendados. “É uma situação assustadora, psicótica. Por favor, o ajudem. Qualquer um pode tocar a música de quem desejar, mas se dê algum respeito. Ele não escreveu aquele material e o está destruindo”.

Sweden Rock Festival finaliza cast para edição 2017

sweden rock

Com os acréscimos de Rival Sons, Edguy, Thunder, The Haunted, Treat, Nifelheim, Heavy Tiger e Rockklassiker All-Stars, o Sweden Rock Festival fechou o cast de 80 bandas para a edição 2017. O evento acontece entre 7 e 10 de junho, na cidade de Sölversborg.

Cerveja do Megadeth ganha medalha de ouro por qualidade

megadeth cerveja

A cerveja À Tout Le Monde, do Megadeth, foi agraciada com a medalha de ouro do Beverage Testing Institute, baseado em Chicago. A bebida tirou nota 93, tendo sua qualidade classificada como excepcional. A criação é uma parceria de Dave Mustaine com o mestre cervejeiro canadense Jerry Vietz. Ela foi produzida no padrão belga.

Bret Michaels lança novo single solo em abril

bret michaels

Enquanto prepara terreno para a volta do Poison, Bret Michaels não descuida de sua carreira solo. No dia 7 de abril, o cantor lança o single “Jorja Bleu”. A música foi baseada em um diálogo com sua filha mais nova, que tem o mesmo nome da canção. Ela estará disponível nas plataformas onlines de downloads pagos e streamings.

Cabeçote: 15 discos de rock/metal já lançados em 2017 – e o que achei deles

O ano de 2017 começou menos intenso em termos de lançamentos de discos se comparado a 2016. Poucas bandas grandes divulgaram seus trabalhos até então.

Ainda assim, sempre há alguém fazendo um bom trabalho em alguma parte do mundo. Veja, abaixo, o que achei sobre 15 discos de rock/metal lançados no primeiro trimestre de 2017. A lista está organizada em ordem alfabética.

Battle Beast – “Bringer Of Pain”: A imprensa especializada em metal tem criticado este disco por soar um pouco mais hard rock/heavy tradicional que os antecessores. Para mim, este é, justamente, um fator positivo: a pegada power metal deu espaço a um hard melódico, acentuado pelos ótimos vocais de Noora Louhimo. Um dos grandes lançamentos deste primeiro trimestre.

Black Star Riders – “Heavy Fire”: Fui surpreendido logo quando pensei em desistir do Black Star Riders. Os dois discos lançados anteriormente soavam como uma cópia barata do Thin Lizzy. Por pouco, dispensei “Heavy Fire”, mas ainda bem que decidi escutá-lo. Trata-se de um trabalho consistente e mais inventivo, apesar das influências de Phil Lynott seguirem pulsantes por aqui.

Blacktop Mojo – “Burn The Ships”: Uma das surpresas dessa lista. O segundo disco desta banda texana mostra que é possível fazer stoner rock/metal com vocais de qualidade – para muitas bandas, isto parece algo impossível. A pitada southern de algumas faixas é um atrativo extra. Muito bom disco.

Eclipse – “Monumentum”: Já faz algum tempo que o Eclipse tem se destacado com ótimos lançamentos. Ainda que “Monumentum” não garanta tantas surpresas, é um trabalho mais maduro. O hard rock tipicamente escandinavo praticado pela banda sueca tem ganhado cada vez mais consistência. Altamente cantarolável.

Horisont – “About Time”: Com forte influência do rock praticado na década de 1970, o Horisont consegue uma textura empoeirada até na produção de seus discos. “About Time” apresenta esta característica aliada a boas músicas. De tão vintage, chega a soar alternativo. Eu, particularmente, gostei. Apesar de não ter nada inovador por aqui, é um disco atípico para 2017.

House Of Lords – “Saint Of The Lost Souls”: Depois de fazer o mesmo disco várias vezes, James Christian e seus asseclas, enfim, apresentaram algo diferente, apeasr de ainda aquém do que já ofereceram no passado. “Saint Of The Lost Souls”, 11° disco de estúdio do House Of Lords, segue em uma veia melódica, que, por vezes, chega a flertar com o metal. O grande trunfo por aqui é a aposta em arranjos menos tradicionais. Graças a eles, por vezes, até esquecemos o quão ruim é a produção – bateria e teclados soam mais computadorizados que a voz de Sebastian Bach na atual década.

Jack Russell’s Great White – “He Saw It Comin'”: Jack Russell e Great White não combinavam mais. A separação foi a melhor opção para ambos os lados: Russell seguiu em carreira semi-solo (já que ainda usa o nome do ex-grupo), enquanto a banda seguiu com Terry Ilous. Apesar de soar sem inspiração em alguns momentos, “He Saw It Comin'” é o melhor que Jack Russell pode oferecer a esta altura do campeonato: rock de melodias canastronas, instrumentais básicos e bons refrães.

KXM – “Scatterbrain”: Precisamos de mais projetos como o KXM. O hard alternativo feito pelo trio, formado por dUg Pinnick (King’s X), George Lynch (Lynch Mob) e Ray Luzier (Korn) é simplesmente incrível. “Scatterbrain” reafirma o que o disco de estreia, lançado em 2014, havia apresentado: instrumental técnico e arrojado, melodias fora do padrão e performances individuais de cair o queixo.

Mastodon – “Emperor Of Sand”: Tem sido cada vez mais difícil classificar o Mastodon em um subgênero do metal, ou até mesmo do rock. Ainda bem que é assim: mostra que a banda está cada vez mais original. “Emperor Of Sand” é um disco muito contemporâneo que exibe diversas influências – do hard ao progressivo, do heavy tradicional ao groove e por aí vai – em um corpo homogêneo, com melodias grudentas, refrães poderosos e letras que merecem atenção.

One Desire – “One Desire”: Até o momento, a revelação do hard rock neste ano. Músicos de distintas raízes se uniram a este projeto: André Linman já é ligado ao hard rock por meio de sua outra banda, o Sturm und Drang, enquanto o baixista Jonas Kuhlberg tem conexões com o power metal e o guitarrista Jimmy Westerlund já produziu de Good Charlotte a Pitbull. Em seu disco de estreia, o grupo finlandês aposta na vertente mais melódica do hard rock. O diferencial está em Linman, um grande cantor, e nas composições – boa parte tem cara de hit.

Overkill – “The Grinding Wheel”: Uma das bandas mais consistentes do thrash metal, o Overkill lançou seu 18° disco de estúdio com o mesmo vigor dos primeiros. “The Grinding Wheel” reforça a identidade do grupo, que toca thrash metal de pegada mais direta. Graças ao repertório e à ótima produção, pode ser considerado, facilmente, um dos melhores da extensa carreira do Overkill.

Sepultura – “Machine Messiah”: O Sepultura vive um grande momento. Cada disco lançado com Derrick Green mostra um passo adiante em qualidade e inventividade. “Machine Messiah” alia um groove metal muito bem tocado a certa sofisticação, seja pelas letras, pelos vocais menos gritados ou até por momentos orquestrados. O ar levemente experimental e a própria batuta do bom produtor sueco Jens Bogren fizeram com que o quarteto soasse renovado neste disco.

Stephen Pearcy – “Smash”: Pearcy disse, em determinadas entrevistas, que Bobby Blotzer nunca compôs uma nota sequer para os discos do Ratt. No entanto, “Smash” também coloca em prova a capacidade criativa de Stephen. Comparado ao que foi feito com o Ratt, “Smash” é fraquíssimo. A péssima produção só piora: parece ter sido gravado de forma amadora. O repertório não cativa e Pearcy mostra que já não consegue cantar mais, nem com retoques de estúdio.

Tokyo Motor Fist – “Tokyo Motor Fist”: O primeiro disco do supergrupo formado por Ted Poley (Danger Danger), Steve Brown (Trixter), Greg Smith (Alice Cooper, Rainbow) e Chuck Burgi (Rainbow, Blue Öyster Cult) é bem bom. Divertido, ganchudo e repleto de refrães grudentos. Soa como uma continuação de “Revolve”, último disco do Danger Danger, mas com menos teclados. Merecia uma produção melhor, mas ficou bom do jeito que está.

Unruly Child – “Can’t Go Home”: Assim como “Smash”, de Stephen Pearcy”, o novo álbum do Unruly Child é outro disco gravado de forma muito amadora. Compromete o repertório que, se não é genial, ao menos atende à média do AOR contemporâneo. Os teclados de músico que toca em churrascaria barata e os backing vocals quase techno de tão editados tiram o charme de um álbum que poderia ter a sempre imponente voz de Marcie Free como destaque. Em faixas mais clean, como “See If She Floats”, é possível ver o potencial perdido por aqui.

Igor Miranda é jornalista e “fundador afastado” do site Van do Halen. Atualmente, é redator-chefe do site Cifras. Assina a coluna Cabeçote semanalmente.

Vocalista do Hellyeah comenta a necessidade de ser vago e ambíguo

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O vocalista Chad Gray explicou ao Metal-Heads.de a importância de não ter explicado o significado da letra de “Love Falls”, música presente em Unden!able, trabalho mais recente do Hellyeah. “É importante, para mim, escrever de forma vaga e ambígua. Assim, o ouvinte pode dar o significado que achar melhor à música, estabelecendo uma conexão pessoal. Ela pode ser sobre um relacionamento, algum tipo de amor perdido ou qualquer outra coisa. Todos passamos por experiências do tipo. Somos produtos de nosso passado, ele nos faz ser como somos”.

Vocalista do Korn acha “possível, porém difícil” que alguma banda mude o jogo atualmente

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Em entrevista ao canal online da Warner Records Italia, Jonathan Davis foi questionado sobre a possibilidade de uma nova banda surgir e causar uma mudança no cenário mundial do Rock. “Sempre é possível. Porém, acho difícil. Vivemos tempos diferentes, tanto artísticos quanto comerciais. Espero que aconteça, tentar coisas diferentes é o que me fez amar música”, declarou o vocalista do Korn.

Publipost: Khorium divulga single “Quem Vai Pagar”

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Aliando peso, groove, riffs de guitarra metal com batidas rap e baixo funk, Khorium é uma banda brasileira de metal crossover, com letras ácidas, expressando uma visão crítica sobre a situação atual do Brasil e do mundo. A música “Quem Vai Pagar” está disponível nas plataformas de streaming e downloads. Seu videoclipe pode ser conferido abaixo. Mais informações no Facebook oficial do grupo.

Revolution Saints prepara segundo disco

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O baixista e vocalista Jack Blades (Night Ranger) confirmou que o Revolution Saints já está trabalhando em músicas para um novo álbum. O trio também conta com o guitarrista Doug Aldrich (Dio, Whitesnake, The Dead Daisies), além do baterista e vocalista Deen Castronovo (Journey, Ozzy Osbourne). A princípio, os músicos estão trocando material online. Na hora das gravações, se reunirão em estúdio. O disco de estreia saiu em 2015. Mais detalhes em breve.