Os pensadores do Rock

“Idade é um estado da mente. É preciso focar no que realmente acredita. Ao fazer o que gosta, automaticamente se permanece jovem. Assim que começar a pensar como um velho, você envelhece. É possível fazer o que quiser até os oitenta, noventa anos, viver uma boa vida”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/lider-do-kreator-encarna-espirito-de-musica-do-chaves/)

“É como o rádio, você tem no seu bolso. Acho ótimo, temos que nos adaptar. Pessoalmente, ainda amo o vinil, gosto de segurar o produto. Mas considero os aplicativos um bom complemento. Podem tirar um pouco da diversão de lançar algo, pois assim que sai, já está em todos os lugares. Quando era jovem, precisava esperar o disco chegar à loja, era um sentimento mágico tê-lo nas mãos. Mas hoje é diferente”.
Anders Fridén (http://www.vandohalen.com.br/in-flames-abraca-era-dos-streamings/)

“Seria um sacrilégio fazer um disco do Exodus sem Gary Holt”.
Steve “Zetro” Souza (http://www.vandohalen.com.br/seria-um-sacrilegio-fazer-um-disco-do-exodus-sem-gary-holt/)

“Em termos musicais, obviamente, não é o mesmo Amon Amarth de vinte anos atrás. Cada vez mais nos tornamos um grupo de Heavy Metal tradicional. Crescemos ouvindo Iron Maiden, Judas Priest, Accept… Só depois descobrimos o Death Metal. Talvez estejamos cada vez mais voltando ao que escutávamos na juventude. Mas não é nada planejado, não tentamos ser comerciais. Apenas escrevemos o que vem do coração”.
Olavi Mikkonen (http://www.vandohalen.com.br/guitarrista-refuta-ideia-de-o-amon-amarth-ter-se-tornado-mainstream/)

“Há momentos em que estou feliz, outros nem tanto. Sou humano a maior parte do tempo. Música é terapia para mim. Busco inspiração para as letras em pensamentos loucos. Outras pessoas leem e se identificam, o que faz com que me sinta bem. Neste álbum, canto na maior parte do tempo sobre a humanidade. Estamos nesse planeta em um espaço de tempo tão curto e achamos que temos algum controle sobre as coisas que acontecem nele, quando não é verdade. Trata-se de um olhar pessimista, mas no fim, sempre acabo ficando otimista, de alguma forma”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/musica-e-terapia-para-mim/)

“Tive a sorte de tocar com grandes músicos. Cada dia é uma nova experiência com Kiko Loureiro. Seu conhecimento é profundo. Chris Poland é um incrível jazzista, mas praticamente precisei ensiná-lo a tocar Metal, pois não conhecida o estilo. Marty Friedman era mais familiarizado, além de ter influências orientais. Kiko sabe tocar Metal, Bossa Nova, Clássico, Flamenco… As possibilidades são infinitas. Acredito que isso ficou muito evidente no novo álbum. O nível aumentou muito em comparação ao anterior”.
Dave Mustaine (http://www.vandohalen.com.br/cada-dia-e-uma-experiencia-nova-com-kiko/)

“Quando começamos, gêneros não eram importantes, o Rock era mais abrangente. Diferentes bandas faziam coisas diferentes e estava tudo certo. Depois, a mentalidade mercadológica se fortaleceu, tudo começou a ser colocado em pequenas caixas. Era uma técnica de venda. Ser comparado ao Mötley Crüe, francamente, era um insulto”.
Geoff Tate (http://www.vandohalen.com.br/ser-comparado-ao-motley-crue-era-um-insulto/)

Os pensadores do Rock

“Não adianta comparar Hardwired… aos discos anteriores. Cada um é o que deve ser. Buscamos a simplicidade, como em Kill ‘Em All, mas sem tentar repeti-lo. Em termos de sonoridade, o Black Album também é simples. Porém, sua produção foi extremamente complexa. Queria que o novo tivesse mais camadas que o anterior mas, ao mesmo tempo, fosse mais direto. Death Magnetic é muito, muito poderoso e o amo. Porém, acho que ele abusa dos ouvidos”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/metallica-queria-que-novo-disco-fosse-mais-direto-que-death-magnetic/)

“Foi desafiador me tornar o cantor. Antes, só dava um passo à frente no palco para solar. Lutei contra a ideia de ser o frontman. Só aconteceu porque não conseguia encontrar alguém para interpretar minhas composições. Tive que aprender a me adaptar até que se tornasse confortável”.
Myles Kennedy (http://www.vandohalen.com.br/myles-kennedy-lutou-contra-ideia-de-ser-o-frontman/)

“Não vejo a mudança em nosso som de forma tão dramática como os fãs. Muitas das influências são as mesmas do começo: Rock Progressivo, Hard Rock, bandas como Deep Purple, Scorpions, Judas Priest… O que realmente mudou foi a produção. Estava cansado do método típico do Metal. Os primeiros discos soam bem dentro da proposta, mas meus ouvidos já não aguentavam mais”.
Mikael Akerfeldt (http://www.vandohalen.com.br/aos-ouvidos-de-seu-lider-opeth-nao-mudou-tanto-assim/)

“Por que as pessoas se preocupam tanto com o que caras que estão em uma banda pensam sobre política? A última coisa que desejo saber é o que o presidente Obama acha do Led Zeppelin. Não consigo entender o que leva o público a achar esse tipo de coisa relevante”.
Gene Simmons (http://www.vandohalen.com.br/por-que-se-preocupam-com-o-que-musicos-pensam-sobre-politica-nao-quero-saber-o-que-obama-acha-do-led-zeppelin/)

“Não sei se há ingredientes na sociedade americana de hoje que gerariam algo como o Black Flag. Telefones celulares, sites como o Bandcamp e a relativa conveniência nem parecem com o mundo de raiva e opressão policial que nos deu à luz. Éramos verdadeiramente aquele ódio, precisão e hostilidade que representávamos”.
Henry Rollins (http://www.vandohalen.com.br/para-henry-rollins-black-flag-nao-poderia-acontecer-no-mundo-atual/)

“Cite uma grande música que o Sepultura escreveu após minha saída. Diga um grande álbum. Desconheço”.
Max Cavalera (http://www.vandohalen.com.br/cite-uma-grande-musica-que-o-sepultura-escreveu-apos-minha-saida/)

“A grande arte estadunidense conhecida como Blues experimentou um período de salvação pelas inesperadas mãos dos ingleses, que injetaram um poder extra. Em meu DNA sonoro estão presentes indícios de Eric Clapton, Jeff Beck, Jimmy Page, Keith Richards, Mick Taylor, Peter Green e tantos outros”.
Billy Gibbons (http://www.vandohalen.com.br/billy-gibbons-culpa-os-ingleses/)

Os pensadores do Rock

“Muitas pessoas fazem música, mas não possuem o dom. Reúnem diferentes elementos, às vezes nem são músicos, ou apenas alguns deles. Há casos em que há músicos e uma estrela. Ou, como é o Megadeth, várias estrelas e uma lenda viva, que é o meu caso. Não estou dizendo isso por acreditar, mas pelo status que alcancei. Isso muda a perspectiva, faz o público lhe ouvir de uma forma diferente, além de ter a oportunidade de se aproximar das pessoas e mudar suas vidas”.
Dave Mustaine (http://www.vandohalen.com.br/sou-uma-lenda-viva-diz-dave-mustaine/)

“Os negócios mudaram drasticamente, o que afetou a dinâmica da indústria. Para quem já tem uma marca estabelecida, as coisas vão ficar bem, mesmo com o estranho momento atual. Novos modelos estão aparecendo, as pessoas estão desenvolvendo ideias para lidar com a situação. Teria medo se fosse de uma banda nova, pois há muita competição e pouco retorno”.
Jon Schaffer (http://www.vandohalen.com.br/lider-do-iced-earth-teria-medo-de-comecar-agora/)

“No dia que entrei no Mötley Crüe, Tommy Lee e Nikki Sixx disseram que todos passariam a entrar em contato comigo. E foi assim. O problema foi não ter me preparado para o que viria após minha saída, pois o telefone parou de tocar. Alguns amigos permaneceram ao meu lado, mas não foram tantos. Pensei sobre isso e conclui que o melhor a fazer era seguir em frente. Viajo pelo mundo, toco guitarra e sou um babaca no palco por uma hora e meia. Desde que possa cuidar da minha família e me divertir, estou bem. Sucesso deveria ser isso. Quando você almeja muito, nunca estará satisfeito. Procuro apenas fazer o melhor e desejar coisas boas”.
John Corabi (http://www.vandohalen.com.br/os-amigos-falsos-sumiram-quando-john-corbai-foi-demitido-do-motley-crue/)

“Considero a violência parte da natureza humana. Lidar com ela me trouxe inspiração”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/frontman-do-kreator-explica-contexto-do-novo-album/)

“Sempre senti que os riffs de James Hetfield não erram. Dificilmente decepcionam. Há uma groovabilidade neste disco em específico, o que sinto ser importante para as canções. Não importa o estilo musical, sempre que há groove e você sente isso, acaba criando um momento marcante”.
Robert Trujillo (http://www.vandohalen.com.br/robert-trujillo-celebra-groovabilidade-do-novo-disco-do-metallica/)

“Quando assisti o videoclipe de ‘Smells Like Teen Spirit’, do Nirvana, vi que as coisas mudariam. Era uma música diferente de tudo que tinha até então, um novo som e as pessoas estavam respondendo àquilo. Mas é cíclico, o que vai, volta. Hoje, a maior turnê é do Guns N’ Roses ou AC/DC, que possuem o mesmo vocalista. As pessoas sempre amarão o Rock And Roll, isso ultrapassa gerações. O Iron Maiden nunca foi tão grande quanto é hoje, o que é louco”.
Sebastian Bach (http://www.vandohalen.com.br/as-pessoas-sempre-amarao-o-rock-and-roll/)

“Sinto falta das coisas do cotidiano, como ir ao quarto de hotel de Lemmy ou telefonar para saber como estava. Estivemos juntos por 32 anos, é mais tempo do que passei com minha esposa e família. Mas ele ainda fala comigo todos os dias, dentro de minha cabeça, mandando baixar o volume ou qualquer outra coisa”.
Phil Campbell (http://www.vandohalen.com.br/lemmy-ainda-fala-comigo-todos-os-dias/)

Os pensadores do Rock

“Somos do Metal, mas também somos outsiders, não nos encaixamos totalmente na cena. Fizemos coisas que não são consideradas ok no livro de regras do estilo. Mas não mudaria isso. É muito mais fácil viver quando se é honesto consigo mesmo”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/somos-outsiders-quebramos-o-livro-de-regras-do-metal-diz-hetfield/)

“Exceção feita ao Metallica, ou artistas como Beyoncé, que vendem 800 mil cópias no dia de estreia, temos que viver na estrada. Somos, basicamente, viajantes vendedores de camisetas”.
Tom Hunting (http://www.vandohalen.com.br/somos-viajantes-vendedores-de-camisetas-diz-baterista-do-exodus/)

“Já pensei algumas vezes em fazer um cover para ‘Dream Warriors’, do Dokken. Foi a primeira música deles que escutei, na trilha de A Hora do Pesadelo 3. Era um garoto e meus pais proibiram que visse o filme, mas consegui o VHS com um amigo. Nos créditos de encerramento, ela tocou e lembro de a citarem a seguir. É uma canção incrível, quem sabe um dia não regravamos”.
Alexi Laiho (http://www.vandohalen.com.br/children-of-bodom-especula-cover-do-dokken/)

“O Mötley Crüe foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida. Graças ao que alcançamos, as pessoas se interessaram em quem eu era e o que fazia. Meus livros, o programa de rádio, ensaios fotográficos, tudo aconteceu por conta do grupo. Hoje, posso fazer o que me interessa, independente do dinheiro”.
Nikki Sixx (http://www.vandohalen.com.br/o-motley-crue-foi-melhor-coisa-que-aconteceu-em-minha-vida/)

“Quero inspirar as pessoas a acreditarem mais nelas. Não julgo os outros, quem sou eu para fazer isso? Não tenho todas as respostas. Cometo erros, como todo mundo. Infelizmente, é errando que a gente aprende a ter uma vida melhor, adquirindo conhecimento, se tornando mais atento e vigilante com tudo que acontece ao seu redor. As coisas funcionam assim”.
Chad Gray (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-do-hellyeah-quer-inspirar/)

“Quando você se torna um cantor, se dá conta de o quanto é sortudo por tocar guitarra. Vocalista usam um instrumento que não dá para controlar por completo. Precisam cuidar, descansar ou estão ferrados. Guitarristas podem ficar bêbados antes do show e parecem legais enquanto cambaleiam pelo palco. As viagens, todas as atividades paralelas, nada parece ser um problema. Cantei em minhas turnês solo e é um absoluto inferno”.
Nuno Bettencourt (http://www.vandohalen.com.br/para-nuno-bettencourt-ser-vocalista-e-muito-mais-dificil/)

“Perdemos três integrantes entre o álbum anterior e o mais recente. Acredito que passamos no teste, a nova banda é mágica. Muitos fãs nos cumprimentam, ninguém diz que preferia o grupo de músicos anterior. Ao contrário, todos ficam surpresos e dizem que estamos fazendo os melhores shows da carreira”.
Cristina Scabbia (http://www.vandohalen.com.br/cristina-scabbia-exalta-magica-nova-formacao-do-lacuna-coil/)

Os pensadores do Rock

“Nunca vi Axl fazer algo por dinheiro. Caso fosse assim, a reunião já teria acontecido muito antes. Acredito que eles simplesmente tenham se encontrado e decidido lavar a roupa suja. Desde então, tudo tem sido incrível”.
Richard Fortus (http://www.vandohalen.com.br/fosse-por-dinheiro-reuniao-teria-acontecido-bem-antes/)

“Estive no festival Desert Trip, em que tocaram Rolling Stones, Paul McCartney, Roger Waters, Bob Dylan, Neil Young e The Who. Das seis atrações, apenas uma mantém o baterista original. Charlie Watts é fabuloso, assisti os Stones em torno de cinquenta vezes nas últimas décadas. Porém, ele segue um estilo mais jazzístico. Não sei se conseguiremos tocar músicas como ‘Fight Fire With Fire’, ‘Battery’ ou ‘Master Of Puppets’ aos 60, 70 anos. Será que conseguiríamos oferecer o peso, energia e atitude que as músicas merecem? Espero que possamos perceber quando não estiver mais funcionando. É bom sair de cena de forma respeitosa”.
Lars Ulrich (http://www.vandohalen.com.br/lars-nao-sabe-se-conseguira-tocar-musicas-do-metallica-na-velhice/)

“Para mim, Superunknown, do Soundgarden é o melhor disco de toda a era Grunge. Amo as músicas e a produção”.
Vivian Campbell (http://www.vandohalen.com.br/o-album-da-era-grunge-que-influenciou-o-def-leppard/)

“Sinto que somos uma banda mais inglesa que americana. Foi lá que começamos para valer e onde está nossa base de fãs. Temos um longo caminho pela frente, recém chegamos aos 30 anos. Espero continuar nessa até 60, 70, 80”.
Matt Heafy (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-considera-o-trivium-mais-ingles-que-americano/)

“Recebo ofertas para formar supergrupos o tempo todo. Não me oponho a fazer algo coletivo se sentir ser o momento. Porém, não estou interessado em reviver o passado, como muitos fazem quando se reúnem nesse tipo de formato. Só aceitaria se fosse algo completamente diferente, nada comercial, embora acessível, realmente intenso. Mas é difícil encontrar caras com essa mentalidade”.
Steve Vai (http://www.vandohalen.com.br/steve-vai-recusa-convites-de-supergrupos/)

“Acho que é difícil encaixar o Korn em uma categoria. O termo Nu Metal veio porque não havia como classificar o som que fazíamos. Há muitos elementos que nos influenciam. Tentamos incorporar diferentes melodias, estruturas, elementos rítmicos e tudo que define nossas personalidades. Para o público em geral, é apenas Heavy Metal”.
James “Munky” Shaffer (http://www.vandohalen.com.br/guitarrista-nao-consegue-encaixar-o-korn/)

“The Great Southern Trendkill foi gravado à época em que a mistura de Rap com Metal começou a ganhar força. Lembro que o presidente da nossa gravadora telefonou para o estúdio e disse: ‘Ei, vocês precisam adicionar Rap no disco’. Rimos e respondemos: ‘pode deixar’. O resultado foi um trabalho mostrando o dedo do meio para a indústria”.
Vinnie Paul (http://www.vandohalen.com.br/presidente-de-gravadora-pediu-que-pantera-colocasse-rap-em-the-great-southern-trendkill/)

Os pensadores do Rock

“Ajudar é nossa maior motivação para seguirmos em frente. Muitos sofrem e a música cura, é algo universal. Quando éramos mais novos, não nos importávamos com isso. Hoje, entendemos o significado. Fazemos o que gostamos e ainda ajudamos ao próximo. Vale mais que qualquer dinheiro do mundo”.
Jonathan Davis (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-do-korn-fala-sobre-importancia-de-influenciar-as-pessoas-com-musica/)

“Quando o álbum Heritage ficou pronto, nos empolgamos, pois era algo completamente diferente do que havíamos feito até então. Acho que ainda buscávamos algum reconhecimento em relação ao público. E alcançamos, mas ao mesmo tempo, alguns não gostaram. Desde então, é uma prioridade provarmos que nosso trabalho ainda representa o Opeth, mesmo sendo diferente”.
Mikael Akerfeldt (http://www.vandohalen.com.br/opeth-banda-sem-medo/)

“Converso com James Hetfield sobre a maior parte das coisas do planeta. Porém, nunca entramos em uma discussão política. Estamos juntos há 35 anos e jamais expusemos nossas visões sobre assuntos do tipo, mesmo quando outras pessoas colocam a questão em pauta”.
Lars Ulrich (http://www.vandohalen.com.br/em-35-anos-de-parceria-lars-e-james-nunca-discutiram-politica/)

“Sempre gostei mais de Punk do que Metal. O máximo que curti foi Iron Maiden, Tank e Motörhead”.
Duff McKagan (http://www.vandohalen.com.br/os-albuns-que-fizeram-diferenca-na-vida-de-duff-mckagan/)

“A Roadrunner não aceitou a ideia de Roots de primeira. Não compreenderam e odiaram o nome. Acharam que soava como título de uma compilação de Reggae. Expliquei que a ideia era justamente levar aquele conceito para o mundo do Metal. Hoje em dia, vejo várias coisas diferentes usando a expressão”.
Max Cavalera (http://www.vandohalen.com.br/gravadora-achava-que-disco-do-sepultura-era-compilacao-de-reggae/)

“Aparentemente, despertei a fúria ao ser questionada sobre o álbum ‘mais Metal’ que possuo. Não gostar do Slayer não significa que eu não respeite a banda pelo que são e fizeram. Apenas não vou ouvir seus discos, como imagino que eles também não escutariam um meu. As reações desencadeadas apenas me entristecem. Todos temos direito a ter opiniões. A minha declaração foi colocada em um contexto com intuito de chocar. Significa que ficarei calada na próxima vez? Não. Devo ser ofendida por pessoas que não quis ofender? Não… Não gosto de Slayer. Podemos seguir com a vida agora?”.
Floor Jansen (http://www.vandohalen.com.br/floor-jansen-clama-por-seu-direito-de-nao-gostar-do-slayer/)

“Amamos nossos fãs, mas antes de qualquer coisa, temos que atender os nossos gostos pessoais. O fato de as pessoas gostarem e podermos viajar o mundo com nossa arte é fenomenal. Sinto-me grato, mas não penso no público, gravadora ou produtores. O que importa é a banda curtir”.
Anders Fridén (http://www.vandohalen.com.br/in-flames-agrada-si-antes-dos-fas/)

Os pensadores do Rock

“Daria tudo para voltar aos tempos analógicos. A música era tão real, você precisava realmente cantar e tocar tudo, sem copiar e colar. Era preciso ser bom. Por isso, discos do Journey e Boston se tornaram intocáveis. Porém, não dá para impedir a tecnologia de se desenvolver. De qualquer modo, ainda é preciso saber compor, o que nos faz ter orgulho do Hellyeah. Chad Gray é um dos mais honestos, emocionais e reais vocalistas que temos por aí. Ele se dedica a escrever as letras mais do que qualquer outra pessoa que já conheci”.
Vinnie Paul (http://www.vandohalen.com.br/vinnie-paul-gostaria-de-voltar-aos-tempos-das-gravacoes-analogicas/)

“De muitos modos, Pull marcou o nascimento da banda. Os dois primeiros discos foram frutos da relação que tínhamos com Beau Hill, o produtor. Há músicas fantásticas neles, mas também coisas que não representavam quem éramos. Em Pull, pude trabalhar com outras pessoas e ajustar o foco sonoro da forma que gostaria desde o início. Recebemos muita pressão, tínhamos algo a provar e a imprensa foi maldosa nos comentários. Tudo isso refletiu no disco, fazendo-o ser o que é”.
Kip Winger (http://www.vandohalen.com.br/para-kip-terceiro-album-representou-nascimento-do-winger-como-banda/)

“Praticamente só ouço o estilo, então todos os meus discos se encaixam na descrição. O mais Metal? Alguns diriam Slayer, mas considero uma banda pavorosa, inacreditavelmente chata, terrível. Sei que não é Metal dizer isso, porém, é minha opinião pessoal”.
Floor Jansen (http://www.vandohalen.com.br/slayer-e-inacreditavelmente-chato-terrivel-diz-floor-jansen/)

“Não adianta colocar o melhor do mundo se ele não estiver em sintonia com o que fazemos. Tenho certeza que muitas pessoas iam achar o máximo ver Steve Vai conosco. Mas não funcionaria, é outro mundo”.
Bill Steer (http://www.vandohalen.com.br/bill-steer-nao-sabe-se-outro-guitarrista-tocara-no-proximo-album-do-carcass/)

“Muitas pessoas nos perguntam sobre um novo Operation: Mindcrime. Porém, raramente sequências são tão boas quanto os originais. Um dia, podemos fazer outro álbum temático ou conceitual. Mas não com essa história”.
Michael Wilton (http://www.vandohalen.com.br/guitarrista-do-queensryche-descarta-outro-operation-mindcrime/)

“Não era para ficarmos juntos mesmo. Fico até surpreso que o Mötley Crüe tenha durado tanto. Éramos um bando de Rottweilers, uma gangue. As diferentes personalidades nos transformaram em algo mágico. Porém, a maturidade nem sempre acompanha essa evolução. Fico feliz que tenhamos conseguido decidir parar em comum acordo”.
Nikki Sixx (http://www.vandohalen.com.br/nikki-sixx-ficou-surpreso-que-o-motley-crue-tenha-durado-tanto/)

“Sempre vi Dave Mustaine como alguém que ficou realmente triste, com raiva e frustrado em relação ao que aconteceu. Ao mesmo tempo, sempre tive empatia por ele, compreendendo o que o deixou tão puto. Nunca fui demitido, mas consigo imaginar como é um momento assim. Foi ótimo tê-lo no palco conosco, tocando as músicas de Kill ‘Em All, executando seus solos. Era possível ver no olhar de Dave e em sua atitude o quanto aquilo foi catártico, o ajudou. Desde então, temos uma relação melhor. Quero acreditar que algumas cicatrizes que precisavam ser fechadas se curaram naquele momento”.
Kirk Hammett (http://www.vandohalen.com.br/sempre-tive-empatia-e-compreendi-os-sentimentos-de-dave-mustaine/)

Os pensadores do Rock

“Sinto que me reconectei ao instrumento após parar de beber. Em noites de shows, costumava encher a cara após sair do palco, voltar ao quarto de hotel e ficar tocando por mais duas horas. Ainda faço isso, porém sóbrio, o que me faz lembrar tudo no dia seguinte. Atualmente, consigo tocar qualquer coisa que venha à mente, seja Paganini ou Jazz”.
Kirk Hammett (http://www.vandohalen.com.br/kirk-hammett-acredita-estar-tocando-melhor-sobrio/)

“Acho que quando você tem algo tão incrível quanto Rust In Peace na carreira, não vale a pena revisitar, a não ser que possa superá-lo. Não encontrei uma razão para fazermos aquilo novamente. Uma reunião do Megadeth nos dias atuais seria menos do que os fãs mereciam. Seria necessário um bom motivo. Voltar só por voltar não seria suficiente”.
Marty Friedman (http://www.vandohalen.com.br/marty-friedman-explica-porque-nao-quis-voltar-ao-megadeth/)

“A partir de Sgt. Peppers, os álbuns se tornaram mais valorizados. Temos uma dívida de gratidão com os Beatles. Eles mudaram as relações dos artistas com as gravadoras, que compreenderam a ideia de trabalhos maiores. Passamos a ter mais tempo de estúdio e oportunidade de evolução”.
Nick Mason (http://www.vandohalen.com.br/temos-uma-divida-de-gratidao-com-os-beatles-diz-baterista-do-pink-floyd/)

“As pessoas têm medo de mudanças. Na música, você se acostuma a ver bandas fazendo determinadas coisas e espera que seja assim para sempre. Os grupos que vejo fazerem isso são aqueles que o público só ouve os discos antigos. Mesmo o som permanecendo o mesmo, ninguém se importa com os trabalhos recentes. Mudar faz parte da essência do Opeth”.
Mikael Akerfeldt (http://www.vandohalen.com.br/mudar-faz-parte-da-essencia-do-opeth/)

“Caso não tivesse saído do Dream Theater, me perguntaria para sempre como poderia ter sido. Foram 25 anos juntos, mais que as carreiras dos Beatles e Led Zeppelin. Sigo meu coração, não a carteira ou até mesmo minha mente, pois o lado racional me faria permanecer onde estava, ter estabilidade financeira e público garantidos. Se não estiver feliz, de nada adianta”.
Mike Portnoy (http://www.vandohalen.com.br/sigo-o-coracao-nao-carteira-diz-mike-portnoy-sobre-saida-do-dream-theater/)

“Quero fazer músicas de alta qualidade, é o que realmente me interessa. Não gostaria de lançar algo que não me deixe totalmente feliz com o resultado, até porque não saberia esconder que não gostei. Sou ruim para mentir”.
Alissa White-Gluz (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-espera-que-arch-enemy-supere-padroes-de-qualidade-em-novo-disco/)

“Não sinto a mínima vontade de fazer uma reunião do Mötley Crüe. Prefiro deixar essa história intacta. Não há motivo para retomá-la. Não éramos mais criativos enquanto banda, sendo assim, para que continuar? Fico feliz que tenha acabado como foi. Cumprimos o que dissemos ao anunciar o fim. Agora, estou empolgado com o futuro”.
Nikki Sixx (http://www.vandohalen.com.br/o-motley-crue-nao-era-mais-criativo-fico-feliz-que-tenha-acabado-diz-nikki-sixx/)

Os pensadores do Rock

“Tudo que fizemos, qualquer um poderia ter feito. E acho que essa é a beleza da nossa história. Todos no Def Leppard são muito capazes, mas não diria que somos os melhores músicos do planeta. Porém, como um time, somos uma máquina imbatível”.
Joe Elliott (http://www.vandohalen.com.br/qualquer-um-pode-fazer-o-que-fazemos-diz-vocalista-do-def-leppard/)

“Meu apelido no começo do Sepultura era Max Possessed, eu mesmo escolhi. Minha mãe é sacerdotisa em uma religião afro-brasileira chamada Candomblé. É parecida com o vodu, mas reflete o lado bom da espiritualidade, não o obscuro. Frequentei rituais e vi pessoas sendo possuídas, sempre gostei. Quando ela foi ver meus primeiros shows, observou semelhanças entre seus rituais e o que fazíamos. No palco, eu não era o mesmo filho que ela tinha em casa, atingia outro nível”.
Max Cavalera (http://www.vandohalen.com.br/max-cavalera-explica-influencia-do-candomble-em-sua-vida-e-performance/)

“Hollywood era dominada pelo Hair Metal. Tocávamos mais na região de Orange County, que tinha um público ligado ao nosso estilo. A partir de então, nossa base de fãs cresceu. Mas não tínhamos rivalidades com aquelas bandas, sentia que éramos superiores a elas. Representávamos o oposto do que representavam”.
Kerry King (http://www.vandohalen.com.br/nao-houve-rivalidade-com-o-hair-metal-o-slayer-era-superior-todos-eles/)

“Meu pai era adepto da Ciência Cristã. Quando ficou doente, não quis fazer cirurgia, pois acreditava que seria curado por um poder superior, através da vontade de Deus. Morreu agarrado a suas crenças. Depois, minha mãe casou com um ministro metodista. Ele é um cara incrível, com pensamentos liberais, mas ainda assim, o que prega não funciona para mim. Estou com Karl Marx, a religião é o ópio das massas”.
Myles Kennedy (http://www.vandohalen.com.br/estou-com-karl-marx-diz-myles-kennedy-sobre-religiao/)

“Em essência, somos uma banda de Metal. Porém, considero os arranjos orquestrados tão importantes quanto as partes mais pesadas. Sei que alguns colegas vão divergir da minha opinião. Somos seis pessoas com opiniões bem distintas. Os riffs de guitarra são proeminentes, mas o que sempre gostei foi da participação da orquestra”.
Simone Simons (http://www.vandohalen.com.br/simone-simons-considera-orquestra-tao-importante-quanto-lado-metal-do-epica/)

“Ele ligou para o meu quarto de hotel e pediu para que fosse até o dele. Pensei no que poderia ter feito de errado, achei que iria dizer que eu estava tocando muito mal. Mas disse ‘só quero que saiba que em nenhum momento da minha vida me arrependi de tê-lo na banda. Você é um bom homem’. Fui abençoado por estarmos juntos. Não trocaria o que passamos por nada nesse mundo”.
Phil Campbell (http://www.vandohalen.com.br/phil-campbell-relembra-declaracao-de-amor-feita-por-lemmy/)

“Sendo honesto, não me vejo voltando ao Guns N’ Roses. Eles estão ótimos sem a minha presença. Estou me divertindo muito com o Sixx: A.M. Foi uma grande experiência, aprendi muitas lições que o dinheiro não poderia pagar em seis anos na banda. A responsabilidade era enorme. Quando saí, foi como se um peso tivesse sido tirado de meus ombros”.
DJ Ashba (http://www.vandohalen.com.br/nao-me-vejo-voltando-ao-guns-n-roses/)

Os pensadores do Rock

“Joguei o primeiro disco do Cannibal Corpse no lixo. Não era uma expressão artística, apenas uma maneira de ser vulgar e nojento para chocar. Uma das músicas falava sobre violentar uma freira no ânus com uma faca. Sou a favor da criatividade e da livre expressão. Porém, fazer as coisas apenas para deixar os outros chocados não tem apelo junto a mim. Mas é apenas minha opinião, não posso julgá-los e não acho que devam ser censurados ou que as pessoas devessem ser proibidas de comprar o disco. Decida por você”.
Dee Snider (http://www.vandohalen.com.br/dee-snider-explica-porque-jogou-primeiro-disco-do-cannibal-corpse-no-lixo/)

“Ainda me sinto mais confortável quando estou segurando a guitarra. Com o tempo me acostumei, porém, sou um guitarrista. Não há novos David Lee Roth ou Steven Tyler. Ao que parece, os novos garotos não querem ser rockstars. O que importa é a música ser boa”.
Myles Kennedy (http://www.vandohalen.com.br/para-myles-kennedy-era-dos-frontmen-acabou/)

“Abracei a idiotice da internet, a liberdade de se dizer o que bem entender a qualquer hora. Chega o ponto em que você fica totalmente dessensibilizado, deixa de ter sentido. Fazemos o que amamos, a música que gostamos de ouvir. Quem gostar, nos acompanhe. Simples assim”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/james-hetfield-abracou-idiotice-da-internet/)

“Se há alguém para quem você gostaria de dizer ‘eu te amo’, ‘eu te perdoo’ ou ‘me desculpe’, faça, pois não sabemos quando eles irão embora. A morte de Nick Menza partiu meu coração”.
Dave Mustaine (http://www.vandohalen.com.br/dave-mustaine-ainda-pensava-em-fazer-um-show-com-formacao-de-rust-in-peace/)

“Chegamos a um ponto da carreira em que não podemos mais ser definidos. Quando uma música como a nossa versão para ‘The Sound Of Silence’ estoura, as limitações acabam. Ela é totalmente diferente do que as pessoas esperariam de nós. Não temos mais que nos preocupar com esse tipo de coisa. As portas da criatividade estão completamente abertas”.
David Draiman (http://www.vandohalen.com.br/o-disturbed-nao-pode-mais-ser-definido/)

“Em primeiro lugar, acredito que somos uma banda realmente boa no que fazemos. O que alcançamos dá legitimidade a essa afirmação. Também entendo que expressamos honestidade em nossa criação, mesmo quando erramos. Os fãs realmente se identificam quando você se mostra como é. Esses atributos combinados resultam no fenômeno que é o Lamb Of God”.
Mark Morton (http://www.vandohalen.com.br/somos-uma-banda-realmente-boa-no-que-fazemos-diz-guitarrista-do-lamb-of-god/)

“Nos anos 1980, havia a mentalidade do Rockstar, se divertir com mulheres, drogas e acordar de ressaca. Era o que Rock and Roll significava. Hoje é outra coisa, todos valorizam mais a música, se dedicam a colocar pensamentos e coração em um disco. O resto deixou de ser tão importante”.
Eric “A.K.” Knutson (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-do-flotsam-and-jetsam-acha-que-cena-rockmetal-de-hoje-e-mais-ligada-na-musica/)

Os pensadores do Rock

“Sempre passei por momentos obscuros, tanto que acabo me sentindo mais confortável neles do que quando estou feliz. Não é que não goste, tenho muitos motivos para me sentir feliz, uma bela família, viajo pelo mundo e amo o que faço. Porém, costumo passar mais tempos com a negatividade. Aconteceu durante este disco e abordei nas letras”.
Jonathan Davis (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-do-korn-explica-como-o-sofrimento-atua-em-sua-criatividade/)

“Quem está em uma posição como a nossa pode ajudar os outros. Não é preciso muito esforço. A única coisa que detesto é quando cobram das atrações de abertura. Nunca fiz nem farei algo do tipo. Meu negócio é ajudar”.
Steve Harris (http://www.vandohalen.com.br/steve-harris-feliz-em-mostrar-o-mundo-aos-novatos-e-talentosos-desconhecidos/)

“Acredito que o mercado esteja melhor agora do que uma década atrás, por conta do streaming. De certo modo, voltamos ao modelo dos anos 1950, onde os singles eram prioridade. O importante é que você crie uma música boa, que as pessoas queiram ouvir várias vezes. Não dá para fazer um hit e encher o disco com conteúdo no qual não acredita. Mesmo assim, ainda gosto de fazer álbuns”.
Nameless Ghoul (http://www.vandohalen.com.br/musico-do-ghost-acha-que-nova-realidade-do-mercado-resgatou-era-dos-singles/)

“Fico triste em ver que o Rock chegou a um beco sem saída. Atualmente, só os rappers dizem coisas realmente relevantes. A música Pop se tornou insignificante. Você vê os artistas e não lembra de mais nada”.
Roger Daltrey (http://www.vandohalen.com.br/para-roger-daltrey-rock-esta-em-um-beco-sem-saida/)

“Hoje, você tem uma banda favorita diferente a cada duas semanas. As informações correm muito rápido. Não há mais a mística. No nosso caso, procuramos não aparecer mais que o necessário. Já recusamos propostas da televisão, de comerciais, para que as pessoas ainda sintam a necessidade de nos buscar. Não precisamos fazer de tudo, concentramos na música e no palco”.
Michael Poulsen (http://www.vandohalen.com.br/frontman-do-volbeat-discursa-sobre-como-proximidade-dos-tempos-modernos-matou-fantasia/)

“Donald Trump é um personagem da WWE, um carnaval, um showman que comanda um espetáculo. Porém, se você dá voz à extrema-direita, não tem minha aprovação. Erguer um muro? Deportação em massa? Não, isso é inaceitável. O pior é que essas coisas deram vozes a racistas, que saíram das sombras. Meus colegas de Twisted Sister enlouqueceram, recebemos e-mails cheios de ódio. Tive que pedir para que parassem de usar a música. Ao menos, serviu para mostrar que ainda há pessoas extremamente intolerantes por aí, ao contrário do que imaginávamos quando elegemos um presidente negro”.
Dee Snider (http://www.vandohalen.com.br/apesar-de-ter-cedido-musica-dee-snider-nao-quer-trump-na-presidencia/)

“Poderia fazer coisas por dinheiro, pegá-lo e sair correndo. Mas se colocasse isso acima da minha arte, não conseguiria dormir. Já recusei propostas que renderiam uma boa grana. Sentir-me-ia errado caso aceitasse. Nunca me ajoelharei ao Deus do dinheiro. Me sinto um sortudo por continuar trabalhando, compondo e excursionando”.
Glenn Hughes (http://www.vandohalen.com.br/se-colocasse-o-dinheiro-acima-da-arte-nao-conseguiria-dormir-diz-glenn-hughes/)

Os pensadores do Rock

“Já estamos em nossa quarta década. O nome da banda possui significado próprio, as pessoas o escutam e já sabem do que se trata por osmose. Temos fãs mais novos que a própria história do grupo. Nos tornamos parte da cultura americana e da sociedade, algo maior que um conjunto musical”.
Kirk Hammett (http://www.vandohalen.com.br/o-metallica-ja-se-tornou-parte-da-cultura-americana/)

“Padres católicos assustam mais que Satã. Costumávamos receber visitas dos missionários em casa. Eles iam pedir donativos para os trabalhos que faziam na África. Chegavam com suas roupas pretas e diziam que o demônio ia me pegar. Pareciam o Batman”.
Geezer Butler (http://www.vandohalen.com.br/padres-catolicos-assustam-mais-que-sata-destaca-geezer-butler/)

“A música estava mudando, todos na banda sentiam isso. Se você escutar Persistence Of Time (1990), verá que ele tem muito mais a ver com Sound Of White Noise (1993) do que com State Of Euphoria (1988). Nos encaminhávamos para algo diferente. John Bush trouxe um registro mais condizente com o que já estávamos buscando”.
Scott Ian (http://www.vandohalen.com.br/scott-ian-nega-que-som-do-anthrax-tenha-mudado-apenas-por-troca-de-vocalistas/)

“Houve um momento em que me preocupei mais em construir uma base de fãs e ser popular. Hoje, não me importo mais com isso. Seria muito difícil continuar escrevendo música com esse tipo de pensamento. Não acredito na opinião pública quando o assunto é esta banda. Alguns me criticam por ser imprevisível, não dar o que alguns imaginam merecer. Mas a essência do Opeth é fazer o que gostamos. É o motivo pelo qual conseguimos construir uma história”.
Mikael Akerfeldt (http://www.vandohalen.com.br/mikael-akerfeldt-admite-que-prioridades-do-opeth-mudaram/)

“Se você pegar nosso primeiro disco, Lunar Strain (1994) e ouvir, na sequência, o mais novo, Battles, claro que notará uma banda bem diferente. Porém, se for escutando na ordem, poderá observar como as coisas foram mudando. As coisas mudam, não queremos nos repetir para sempre”.
Anders Fridén (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-do-in-flames-traca-linha-do-tempo-em-mudancas-sonoras/)

“Tocar ao vivo não significa nada para mim. Estaria mentindo se dissesse ser algo incrível. Apenas fui pago e toquei. Não gosto de fazer shows, embora reconheça ser bom nisso”.
Pete Townshend (http://www.vandohalen.com.br/tocar-ao-vivo-nao-significa-nada-para-mim-confessa-pete-townshend/)

“Fui muito selvagem entre os 20 e 30 anos. Só depois sosseguei. Tive uma overdose no Canadá, quando misturei analgésicos e bebida. Também ingeri desinfetante para as mãos na Europa. Queria beber e era a única coisa disponível. Foi uma loucura. Em algum momento, me dei conta que morreria caso continuasse com aquilo. Deus, ou seja lá o que for, tinha um plano diferente e gostaria que ficasse mais um pouco por aqui”.
Max Cavalera (http://www.vandohalen.com.br/max-cavalera-relembra-porre-de-desinfetante/)