Os pensadores do Rock

“As pessoas dizem que inventamos o Heavy Metal, mas acredito que evoluímos a partir do The Kinks, Led Zeppelin e The Who. De qualquer modo, Tony Iommi merece o crédito por ser o rei de todos os riffs demoníacos. Ninguém chega perto dele. Até hoje fico impressionado em como consegue tocar daquela forma, mesmo tendo perdido as pontas de alguns dedos. Ele é incrível, domina qualquer instrumento com facilidade. Você o entrega uma gaita de fole, daqui a pouco ele vem tocando algo”.
Ozzy Osbourne (http://www.vandohalen.com.br/tony-iommi-e-o-rei-de-todos-os-riffs-demoniacos/)

“Estou cada vez mais comprometido, dedicado e apaixonado pelo Judas Priest. Na essência, as coisas não mudaram muito com o passar dos anos. Mas, com o tempo, você cresce como ser humano, se torna mais sábio. Hoje temos mais força e determinação do que em qualquer outra época”.
Rob Halford (http://www.vandohalen.com.br/estou-cada-vez-mais-comprometido-dedicado-e-apaixonado-pelo-judas-priest/)

“Temos uma identidade e não sentimos mais medo dela. À época de Slang estávamos assustados com o que tínhamos criado. Agora acabou. O som clássico do Def Leppard inclui guitarras grandiosas, bateria e harmonias vocais que vão até o céu”.
Joe Elliott (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-admite-que-def-leppard-ja-teve-medo-do-proprio-som/)

“Por um curto período de tempo, cerca de onze anos atrás, houve uma grande explosão. Éramos um país onde você podia ouvir Children Of Bodom e Nightwish no rádio logo após Madonna ou Lady Gaga. Agora é Hip-Hop, R&B e Rap o tempo todo. As coisas mudam, é o sinal dos tempos. Como um fã old school, é difícil aceitar o fato, mas é como acontece”.
Mr. Lordi (http://www.vandohalen.com.br/para-mr-lordi-metal-perdeu-status-na-finlandia/)

“Nunca tinha escutado ‘Once Bitten, Twice Shy’ antes de gravá-la. Foi Izzy Stradlin quem me mostrou. Acabou se tornando um hit e ajudou o disco a vender mais de três milhões de cópias. Jamais imaginei que viraria um clássico, ela demora uma eternidade para chegar ao refrão. É uma canção que quebra regras”.
Jack Russell (http://www.vandohalen.com.br/izzy-stradlin-foi-responsavel-por-grande-sucesso-do-great-white/)

“Do ponto de vida do ego, fico feliz em não precisar mais cantar as músicas de Michael Kiske, com seu registro de tons altos. Fico aliviado por ele ter voltado, posso me concentrar no meu material. Acredito que tudo vai funcionar”.
Andi Deris (http://www.vandohalen.com.br/andi-deris-aliviado-com-volta-de-michael-kiske-ao-helloween-nao-preciso-mais-cantar-em-tons-altos/)

“Temos vários motivos para que o White Lion não volte, mas o principal é que a banda não quer estar junta. Cinderella, Tesla, Night Ranger, Firehouse, todos voltaram, mas não será assim conosco. Ficarei muito surpreso se um dia Vito empunhar uma guitarra novamente. Não prendam a respiração esperando um reencontro”.
Mike Tramp (http://www.vandohalen.com.br/nao-prendam-respiracao-esperando-uma-reuniao-do-white-lion/)

Os pensadores do Rock

“Inquietações políticas são boas para a arte. O Big Four surgiu durante a era Reagan nos Estados Unidos. A NWOBHM foi criada na era Thatcher. Teremos um novo Iron Maiden ou Metallica? Talvez não, mas dez anos atrás a dúvida era a mesma e muita coisa legal aconteceu. No fim das contas, ficaremos bem”.
Scott Ian (http://www.vandohalen.com.br/scott-ian-acha-que-situacao-politica-vai-inspirar-novas-bandas/)

“Lembro de tocarmos em pubs da cidade. Achava que seria algo bom por alguns anos, poderíamos tomar umas cervejas e nos divertir. Acabou sendo a aventura mais incrível que se poderia imaginar. Sinto orgulho de não termos sido uma banda formada por empresários. Quatro caras decidiram viver um sonho e o realizaram”.
Ozzy Osbourne (http://www.vandohalen.com.br/ozzy-admite-estar-choroso-com-fim-do-black-sabbath/)

“Não acho que um dia chegarei ao auge. Toda hora haverá algo que vai além da minha criatividade e imaginação, me seduzindo. Sempre estou ansioso pelo próximo projeto”.
Chris Barnes (http://www.vandohalen.com.br/lider-do-six-feet-under-nao-acredita-que-chegara-ao-seu-auge/)

“A indústria musical matou a mística. Você vai ao Facebook e conversa com seu ídolo, ou alguém que se passa por ele, a hora que quiser. Antigamente, era raro Robert Plant conceder entrevistas. Só conheci alguns de meus heróis depois de famoso. O maior de todos é Steven Tyler. Ele me ajudou a ficar sóbrio, telefonou para mim quando estava no hospital. Um cara adorável”.
Jack Russell (http://www.vandohalen.com.br/para-jack-russell-industria-matou-mistica/)

“Ontem, no show, um fã veio e me disse ‘Posso falar uma coisa? Realmente amo sua banda, mas muitas pessoas pensam que vocês se tornaram mainstream’. Não entendi bem o que ele quis dizer, mas respondi que lamentava quem achava isso, pois estamos apenas sendo nós mesmos. Se passamos a atrair mais pessoas, penso ser uma coisa boa”.
Joseph Duplantier (http://www.vandohalen.com.br/frontman-do-gojira-responde-fa-que-criticou-banda-por-virar-mainstream/)

“Sentimos que, atualmente, os grandes nomes do Death Metal, Deathcore e Hardcore não se arriscam mais. Encontram uma fórmula que as pessoas gostam e seguem com ela. Seria mais fácil, mas não somos assim. Queremos trazer algo novo e fazer com que as pessoas pensem”.
Hernan “Eddie” Hermida (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-defende-mudancas-sonoras-no-suicide-silence/)

“Sou percussivo, toco bateria na guitarra. Meu negócio é a parte rítmica, então, me inspiro em Malcolm Young (AC/DC), Rudolf Schenker (Scorpions) e Johnny Ramone (Ramones), que tinha uma ótima mão direita e palhetada. E claro, também sou adepto da musicalidade do riff. Tony Iommi é o grande mestre do assunto”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/james-hetfield-prefere-malcolm-young-rudolf-schenker-e-johnny-ramone/)

Os pensadores do Rock

“A década de 1990 foi uma época difícil e, ao mesmo tempo, excitante para o Metal. Parecia não haver regras. Nos desenvolvemos enquanto artistas. Ao mesmo tempo, tivemos problemas com a formação da banda. Acredito que se Sami (Yli-Sirniö, guitarrista) tivesse entrado antes, poderíamos ter nos desenvolvido mais cedo. Fiquei feliz quando acabou e conseguimos um contrato com outra gravadora”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/lider-do-kreator-ficou-feliz-quando-os-anos-1990-acabaram/)

“Sei que Eat The Heat não soa como Accept, mas tenho orgulho dele. Ainda recebo pagamentos pelas vendas, já que relançaram em vinil tempos atrás. Tanto fãs antigos quanto jovens compraram. O escutei outro dia e achei muito bom para um primeiro trabalho”.
David Reece (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-tem-orgulho-de-album-maldito-do-accept/)

“Lemmy era um bom amigo. Sempre achou que eu morreria antes. Sinto-me um sortudo por não ter sido assim. Telefonei meia-hora antes de sua morte e senti que algo estava errado. Fui visita-lo com Sharon, mas quando cheguei, era tarde demais”.
Ozzy Osbourne (http://www.vandohalen.com.br/ozzy-sente-que-lemmy-o-esta-protegendo/)

“Quando me juntei ao Rainbow, sabia que não pertencia àquele lugar. Fui ao teste de terno e gravata, parecia um gerente de banco. Até fizeram algumas piadas. Mas, assim que tocamos a primeira música, viram que eu não estava de brincadeira. Consegui o posto por conta da minha voz, não do estilo. Não iria mudar por se tratar de um conjunto de Heavy Rock. Aprendi muito com Roger Glover e Ritchie Blackmore, pois estava acostumado a cantar R&B, era algo totalmente novo para mim”.
Graham Bonnet (http://www.vandohalen.com.br/graham-bonnet-sabia-que-nao-se-encaixava-no-rainbow/)

“Nunca ouvi meus discos nem assisti qualquer filmagem ao vivo. Não quero. Lembro o que aconteceu e prefiro conservar a memória daquela forma. Se começo a conferir, começo a sofrer, passo a odiar, a pensar porque fiz daquela forma. Não me enviem links, não desejo me ver, muito obrigado”.
Nuno Bettencourt (http://www.vandohalen.com.br/nuno-bettencourt-explica-porque-nao-se-ouve-nem-se-ve/)

“Muitas pessoas passaram a me odiar por conta do show com a Babymetal. Mas tanto faz. Minha filosofia de vida é fazer o que tenho vontade e não deixar ninguém impedir. Você vive para si mesmo. Elas me convidaram e foi muito legal. Fãs são como família. Em todas, há alguém opinando sobre como você se veste, esse tipo de coisa”.
Rob Halford (http://www.vandohalen.com.br/rob-halford-conta-que-passou-ser-odiado-por-cantar-com-babymetal/)

“Ainda somos metalheads, ouvimos e amamos Heavy Metal. Curtimos tocar o material antigo, quem vai aos shows sabe. Não nos distanciamos da sonoridade por extravagância”.
Fredrik Akesson (http://www.vandohalen.com.br/ainda-somos-metalheads-garante-guitarrista-do-opeth/)

Os pensadores do Rock

“Vivemos em um mundo interessante e assustador. A cada dia ouvimos falar sobre uma nova tragédia, a feiura parece estar suplantando a beleza. Só podemos ser otimistas e aproveitar os bons momentos quando acontecem. De verdade, acredito que no final ficaremos bem, mesmo com os tempos confusos. A música do Kreator promove paz e a ideia de um estilo de vida saudável. Temos uma voz e devemos usá-la para o bem, ajudar as pessoas a escaparem do que acontece. Tenho orgulho em poder dizer que fizemos isso em trinta anos de carreira”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/musica-do-kreator-promove-paz-e-ideia-de-um-estilo-de-vida-saudavel/)

“São os números que fazem o mundo girar, colocam comida na mesa e o Big 4 em arenas. Quem vende mais pode fazer parte dos quatro maiores”.
Bobby “Blitz” Ellsworth (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-nao-se-importa-com-overkill-fora-do-big-4/)

“Não há muitas bandas que me causam algum impacto, como era quando surgia um Guns N’ Roses, Nirvana, Oasis, grupos que você ouvia falar e ficava com vontade de conhecer. A última foi o The Sword, do Texas. É um grupo de Stoner Rock, como se fosse um Black Sabbath dos tempos modernos. Eles despontaram sete, oito anos atrás e senti que precisava levá-los em turnê. Também tem o Kvelertak, da Noruega. Em geral, são poucas”.
Lars Ulrich (http://www.vandohalen.com.br/lars-ulrich-revela-ultima-banda-que-o-empolgou/)

“Não faremos um Redeemer Of Souls parte 2. É importante que cada disco tenha vida própria e seja diferente do que temos até aqui”.
Rob Halford (http://www.vandohalen.com.br/nao-faremos-um-redeemer-of-souls-parte-2/)

“Só voltaria em definitivo ao Guns N’ Roses se a banda fosse formada por Izzy, Axl, Slash e Duff. Do contrário, não tem a mesma mágica e não é justo com os fãs. Izzy e eu realmente queríamos estar lá”.
Steven Adler (http://www.vandohalen.com.br/so-voltaria-em-definitivo-se-fosse-o-guns-n-roses-original-diz-steven-adler/)

“Apesar de ter começado a carreira em uma banda que toca pesado, sempre escutei e toquei qualquer coisa que gostasse. Passei anos fazendo música instrumental e voltei ao Testament quando ninguém imaginava. Faço o que quero. O segredo é seguir a paixão e não fazer o que os outros esperam. Só assim para continuar nesse mercado louco”.
Alex Skolnick (http://www.vandohalen.com.br/para-alex-skolnick-segredo-do-sucesso-e-fazer-o-que-quiser/)

“Recentemente conversei com Brian Slagel, CEO da Metal Blade. Ele disse estar otimista na possibilidade de as coisas passarem a funcionar com o streaming. Talvez, em um futuro não tão distante, os artistas passem a ser pagos de forma justa através dessa modalidade. Nos últimos tempos tem sido uma bagunça, nos prejudicou severamente”.
John Bush (http://www.vandohalen.com.br/john-bush-tem-esperanca-na-distribuicao-justa-via-streaming/)

Os pensadores do Rock

“Quando gravamos o primeiro disco, não imaginávamos, mas hoje as bandas são duas entidades independentes. As pessoas nos respeitam pelo que fazemos atualmente, não por prestar tributo a músicas de 40 anos atrás. Não precisamos nos escorar no catálogo do Thin Lizzy, temos material que as pessoas apreciam. Seria um pesadelo se, a essa altura, os fãs não acreditassem em nós”.
Ricky Warwick (http://www.vandohalen.com.br/black-star-riders-se-desprende-do-thin-lizzy/)

“Não tenho acompanhado a carreira da banda, pois não tenho interesse no que fazem. Estou muito feliz com a liberdade que tenho enquanto artista solo. O sentimento de compor, produzir e cantar músicas próprias é inacreditável. Sou grata pelo que passei com eles, hoje posso desfrutar minha vida”.
Tarja Turunen (http://www.vandohalen.com.br/nao-tenho-interesse-no-que-o-nightwish-faz/)

“Bobby Blotzer só tocava bateria e enchia o saco. Não tem nenhum crédito por composição nos três primeiros discos do Ratt e só um no quarto, que foi dado para que parasse de reclamar. Não dá para tentar recriar algo que não foi você que criou”.
Stephen Pearcy (http://www.vandohalen.com.br/bobby-blotzer-so-tocava-bateria-e-enchia-o-saco/)

“É difícil, após treze álbuns, seguir relevante. É preciso perguntar o tempo todo se é necessário prosseguir, se você já disse tudo que gostaria. Quando escrevi as músicas do novo disco, me fiz essas indagações”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/lider-do-kreator-confessa-dificuldade-em-seguir-relevante/)

“Talvez uma pessoa leiga não consiga ouvir a diferença, mas sinto falta do som analógico. Porém, é mais prático usar um Pro Tools, acelera o processo de gravação, você pode experimentar várias coisas e não precisa se preocupar tanto com o processo. É muito mais caro fazer tudo no analógico”.
Derrick Green (http://www.vandohalen.com.br/derrick-green-sente-falta-do-analogico/)

“Acredito em um poder maior. Não sei se é ele, ela, isso… Seja como for, está em todos os lugares e significa tudo, faz com que me sinta melhor. E me ajuda muito. Acredito que possa ser meu pai voltando, minha mãe, ou alguém como Cliff (Burton). É como se fosse uma coisa só. É uma força que também aparece em minha esposa, me dizendo para não fazer algo, o que antigamente me deixava bravo. Às vezes, escolho não ouvir. Mas está presente”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/para-hetfield-deus-pode-ser-seu-pai-sua-mae-cliff-burton/)

“As pessoas se convenceram que não precisam mais pagar por álbuns. Até onde sei, não somos uma obra de caridade. Somos filantrópicos, mas eu decido o quanto darei, não um garoto de idade escolar dizendo que já tenho dinheiro suficiente. Aprenda a diferença entre comércio e filantropia. Se não houver um modelo financeiro que funcione, não tenho interesse em gravar um novo álbum do KISS”.
Gene Simmons (http://www.vandohalen.com.br/o-kiss-nao-e-uma-obra-de-caridade-diz-gene-simmons-sobre-novo-disco/)

Os pensadores do Rock

“Idade é um estado da mente. É preciso focar no que realmente acredita. Ao fazer o que gosta, automaticamente se permanece jovem. Assim que começar a pensar como um velho, você envelhece. É possível fazer o que quiser até os oitenta, noventa anos, viver uma boa vida”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/lider-do-kreator-encarna-espirito-de-musica-do-chaves/)

“É como o rádio, você tem no seu bolso. Acho ótimo, temos que nos adaptar. Pessoalmente, ainda amo o vinil, gosto de segurar o produto. Mas considero os aplicativos um bom complemento. Podem tirar um pouco da diversão de lançar algo, pois assim que sai, já está em todos os lugares. Quando era jovem, precisava esperar o disco chegar à loja, era um sentimento mágico tê-lo nas mãos. Mas hoje é diferente”.
Anders Fridén (http://www.vandohalen.com.br/in-flames-abraca-era-dos-streamings/)

“Seria um sacrilégio fazer um disco do Exodus sem Gary Holt”.
Steve “Zetro” Souza (http://www.vandohalen.com.br/seria-um-sacrilegio-fazer-um-disco-do-exodus-sem-gary-holt/)

“Em termos musicais, obviamente, não é o mesmo Amon Amarth de vinte anos atrás. Cada vez mais nos tornamos um grupo de Heavy Metal tradicional. Crescemos ouvindo Iron Maiden, Judas Priest, Accept… Só depois descobrimos o Death Metal. Talvez estejamos cada vez mais voltando ao que escutávamos na juventude. Mas não é nada planejado, não tentamos ser comerciais. Apenas escrevemos o que vem do coração”.
Olavi Mikkonen (http://www.vandohalen.com.br/guitarrista-refuta-ideia-de-o-amon-amarth-ter-se-tornado-mainstream/)

“Há momentos em que estou feliz, outros nem tanto. Sou humano a maior parte do tempo. Música é terapia para mim. Busco inspiração para as letras em pensamentos loucos. Outras pessoas leem e se identificam, o que faz com que me sinta bem. Neste álbum, canto na maior parte do tempo sobre a humanidade. Estamos nesse planeta em um espaço de tempo tão curto e achamos que temos algum controle sobre as coisas que acontecem nele, quando não é verdade. Trata-se de um olhar pessimista, mas no fim, sempre acabo ficando otimista, de alguma forma”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/musica-e-terapia-para-mim/)

“Tive a sorte de tocar com grandes músicos. Cada dia é uma nova experiência com Kiko Loureiro. Seu conhecimento é profundo. Chris Poland é um incrível jazzista, mas praticamente precisei ensiná-lo a tocar Metal, pois não conhecida o estilo. Marty Friedman era mais familiarizado, além de ter influências orientais. Kiko sabe tocar Metal, Bossa Nova, Clássico, Flamenco… As possibilidades são infinitas. Acredito que isso ficou muito evidente no novo álbum. O nível aumentou muito em comparação ao anterior”.
Dave Mustaine (http://www.vandohalen.com.br/cada-dia-e-uma-experiencia-nova-com-kiko/)

“Quando começamos, gêneros não eram importantes, o Rock era mais abrangente. Diferentes bandas faziam coisas diferentes e estava tudo certo. Depois, a mentalidade mercadológica se fortaleceu, tudo começou a ser colocado em pequenas caixas. Era uma técnica de venda. Ser comparado ao Mötley Crüe, francamente, era um insulto”.
Geoff Tate (http://www.vandohalen.com.br/ser-comparado-ao-motley-crue-era-um-insulto/)

Os pensadores do Rock

“Não adianta comparar Hardwired… aos discos anteriores. Cada um é o que deve ser. Buscamos a simplicidade, como em Kill ‘Em All, mas sem tentar repeti-lo. Em termos de sonoridade, o Black Album também é simples. Porém, sua produção foi extremamente complexa. Queria que o novo tivesse mais camadas que o anterior mas, ao mesmo tempo, fosse mais direto. Death Magnetic é muito, muito poderoso e o amo. Porém, acho que ele abusa dos ouvidos”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/metallica-queria-que-novo-disco-fosse-mais-direto-que-death-magnetic/)

“Foi desafiador me tornar o cantor. Antes, só dava um passo à frente no palco para solar. Lutei contra a ideia de ser o frontman. Só aconteceu porque não conseguia encontrar alguém para interpretar minhas composições. Tive que aprender a me adaptar até que se tornasse confortável”.
Myles Kennedy (http://www.vandohalen.com.br/myles-kennedy-lutou-contra-ideia-de-ser-o-frontman/)

“Não vejo a mudança em nosso som de forma tão dramática como os fãs. Muitas das influências são as mesmas do começo: Rock Progressivo, Hard Rock, bandas como Deep Purple, Scorpions, Judas Priest… O que realmente mudou foi a produção. Estava cansado do método típico do Metal. Os primeiros discos soam bem dentro da proposta, mas meus ouvidos já não aguentavam mais”.
Mikael Akerfeldt (http://www.vandohalen.com.br/aos-ouvidos-de-seu-lider-opeth-nao-mudou-tanto-assim/)

“Por que as pessoas se preocupam tanto com o que caras que estão em uma banda pensam sobre política? A última coisa que desejo saber é o que o presidente Obama acha do Led Zeppelin. Não consigo entender o que leva o público a achar esse tipo de coisa relevante”.
Gene Simmons (http://www.vandohalen.com.br/por-que-se-preocupam-com-o-que-musicos-pensam-sobre-politica-nao-quero-saber-o-que-obama-acha-do-led-zeppelin/)

“Não sei se há ingredientes na sociedade americana de hoje que gerariam algo como o Black Flag. Telefones celulares, sites como o Bandcamp e a relativa conveniência nem parecem com o mundo de raiva e opressão policial que nos deu à luz. Éramos verdadeiramente aquele ódio, precisão e hostilidade que representávamos”.
Henry Rollins (http://www.vandohalen.com.br/para-henry-rollins-black-flag-nao-poderia-acontecer-no-mundo-atual/)

“Cite uma grande música que o Sepultura escreveu após minha saída. Diga um grande álbum. Desconheço”.
Max Cavalera (http://www.vandohalen.com.br/cite-uma-grande-musica-que-o-sepultura-escreveu-apos-minha-saida/)

“A grande arte estadunidense conhecida como Blues experimentou um período de salvação pelas inesperadas mãos dos ingleses, que injetaram um poder extra. Em meu DNA sonoro estão presentes indícios de Eric Clapton, Jeff Beck, Jimmy Page, Keith Richards, Mick Taylor, Peter Green e tantos outros”.
Billy Gibbons (http://www.vandohalen.com.br/billy-gibbons-culpa-os-ingleses/)

Os pensadores do Rock

“Muitas pessoas fazem música, mas não possuem o dom. Reúnem diferentes elementos, às vezes nem são músicos, ou apenas alguns deles. Há casos em que há músicos e uma estrela. Ou, como é o Megadeth, várias estrelas e uma lenda viva, que é o meu caso. Não estou dizendo isso por acreditar, mas pelo status que alcancei. Isso muda a perspectiva, faz o público lhe ouvir de uma forma diferente, além de ter a oportunidade de se aproximar das pessoas e mudar suas vidas”.
Dave Mustaine (http://www.vandohalen.com.br/sou-uma-lenda-viva-diz-dave-mustaine/)

“Os negócios mudaram drasticamente, o que afetou a dinâmica da indústria. Para quem já tem uma marca estabelecida, as coisas vão ficar bem, mesmo com o estranho momento atual. Novos modelos estão aparecendo, as pessoas estão desenvolvendo ideias para lidar com a situação. Teria medo se fosse de uma banda nova, pois há muita competição e pouco retorno”.
Jon Schaffer (http://www.vandohalen.com.br/lider-do-iced-earth-teria-medo-de-comecar-agora/)

“No dia que entrei no Mötley Crüe, Tommy Lee e Nikki Sixx disseram que todos passariam a entrar em contato comigo. E foi assim. O problema foi não ter me preparado para o que viria após minha saída, pois o telefone parou de tocar. Alguns amigos permaneceram ao meu lado, mas não foram tantos. Pensei sobre isso e conclui que o melhor a fazer era seguir em frente. Viajo pelo mundo, toco guitarra e sou um babaca no palco por uma hora e meia. Desde que possa cuidar da minha família e me divertir, estou bem. Sucesso deveria ser isso. Quando você almeja muito, nunca estará satisfeito. Procuro apenas fazer o melhor e desejar coisas boas”.
John Corabi (http://www.vandohalen.com.br/os-amigos-falsos-sumiram-quando-john-corbai-foi-demitido-do-motley-crue/)

“Considero a violência parte da natureza humana. Lidar com ela me trouxe inspiração”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/frontman-do-kreator-explica-contexto-do-novo-album/)

“Sempre senti que os riffs de James Hetfield não erram. Dificilmente decepcionam. Há uma groovabilidade neste disco em específico, o que sinto ser importante para as canções. Não importa o estilo musical, sempre que há groove e você sente isso, acaba criando um momento marcante”.
Robert Trujillo (http://www.vandohalen.com.br/robert-trujillo-celebra-groovabilidade-do-novo-disco-do-metallica/)

“Quando assisti o videoclipe de ‘Smells Like Teen Spirit’, do Nirvana, vi que as coisas mudariam. Era uma música diferente de tudo que tinha até então, um novo som e as pessoas estavam respondendo àquilo. Mas é cíclico, o que vai, volta. Hoje, a maior turnê é do Guns N’ Roses ou AC/DC, que possuem o mesmo vocalista. As pessoas sempre amarão o Rock And Roll, isso ultrapassa gerações. O Iron Maiden nunca foi tão grande quanto é hoje, o que é louco”.
Sebastian Bach (http://www.vandohalen.com.br/as-pessoas-sempre-amarao-o-rock-and-roll/)

“Sinto falta das coisas do cotidiano, como ir ao quarto de hotel de Lemmy ou telefonar para saber como estava. Estivemos juntos por 32 anos, é mais tempo do que passei com minha esposa e família. Mas ele ainda fala comigo todos os dias, dentro de minha cabeça, mandando baixar o volume ou qualquer outra coisa”.
Phil Campbell (http://www.vandohalen.com.br/lemmy-ainda-fala-comigo-todos-os-dias/)

Os pensadores do Rock

“Somos do Metal, mas também somos outsiders, não nos encaixamos totalmente na cena. Fizemos coisas que não são consideradas ok no livro de regras do estilo. Mas não mudaria isso. É muito mais fácil viver quando se é honesto consigo mesmo”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/somos-outsiders-quebramos-o-livro-de-regras-do-metal-diz-hetfield/)

“Exceção feita ao Metallica, ou artistas como Beyoncé, que vendem 800 mil cópias no dia de estreia, temos que viver na estrada. Somos, basicamente, viajantes vendedores de camisetas”.
Tom Hunting (http://www.vandohalen.com.br/somos-viajantes-vendedores-de-camisetas-diz-baterista-do-exodus/)

“Já pensei algumas vezes em fazer um cover para ‘Dream Warriors’, do Dokken. Foi a primeira música deles que escutei, na trilha de A Hora do Pesadelo 3. Era um garoto e meus pais proibiram que visse o filme, mas consegui o VHS com um amigo. Nos créditos de encerramento, ela tocou e lembro de a citarem a seguir. É uma canção incrível, quem sabe um dia não regravamos”.
Alexi Laiho (http://www.vandohalen.com.br/children-of-bodom-especula-cover-do-dokken/)

“O Mötley Crüe foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida. Graças ao que alcançamos, as pessoas se interessaram em quem eu era e o que fazia. Meus livros, o programa de rádio, ensaios fotográficos, tudo aconteceu por conta do grupo. Hoje, posso fazer o que me interessa, independente do dinheiro”.
Nikki Sixx (http://www.vandohalen.com.br/o-motley-crue-foi-melhor-coisa-que-aconteceu-em-minha-vida/)

“Quero inspirar as pessoas a acreditarem mais nelas. Não julgo os outros, quem sou eu para fazer isso? Não tenho todas as respostas. Cometo erros, como todo mundo. Infelizmente, é errando que a gente aprende a ter uma vida melhor, adquirindo conhecimento, se tornando mais atento e vigilante com tudo que acontece ao seu redor. As coisas funcionam assim”.
Chad Gray (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-do-hellyeah-quer-inspirar/)

“Quando você se torna um cantor, se dá conta de o quanto é sortudo por tocar guitarra. Vocalista usam um instrumento que não dá para controlar por completo. Precisam cuidar, descansar ou estão ferrados. Guitarristas podem ficar bêbados antes do show e parecem legais enquanto cambaleiam pelo palco. As viagens, todas as atividades paralelas, nada parece ser um problema. Cantei em minhas turnês solo e é um absoluto inferno”.
Nuno Bettencourt (http://www.vandohalen.com.br/para-nuno-bettencourt-ser-vocalista-e-muito-mais-dificil/)

“Perdemos três integrantes entre o álbum anterior e o mais recente. Acredito que passamos no teste, a nova banda é mágica. Muitos fãs nos cumprimentam, ninguém diz que preferia o grupo de músicos anterior. Ao contrário, todos ficam surpresos e dizem que estamos fazendo os melhores shows da carreira”.
Cristina Scabbia (http://www.vandohalen.com.br/cristina-scabbia-exalta-magica-nova-formacao-do-lacuna-coil/)

Os pensadores do Rock

“Nunca vi Axl fazer algo por dinheiro. Caso fosse assim, a reunião já teria acontecido muito antes. Acredito que eles simplesmente tenham se encontrado e decidido lavar a roupa suja. Desde então, tudo tem sido incrível”.
Richard Fortus (http://www.vandohalen.com.br/fosse-por-dinheiro-reuniao-teria-acontecido-bem-antes/)

“Estive no festival Desert Trip, em que tocaram Rolling Stones, Paul McCartney, Roger Waters, Bob Dylan, Neil Young e The Who. Das seis atrações, apenas uma mantém o baterista original. Charlie Watts é fabuloso, assisti os Stones em torno de cinquenta vezes nas últimas décadas. Porém, ele segue um estilo mais jazzístico. Não sei se conseguiremos tocar músicas como ‘Fight Fire With Fire’, ‘Battery’ ou ‘Master Of Puppets’ aos 60, 70 anos. Será que conseguiríamos oferecer o peso, energia e atitude que as músicas merecem? Espero que possamos perceber quando não estiver mais funcionando. É bom sair de cena de forma respeitosa”.
Lars Ulrich (http://www.vandohalen.com.br/lars-nao-sabe-se-conseguira-tocar-musicas-do-metallica-na-velhice/)

“Para mim, Superunknown, do Soundgarden é o melhor disco de toda a era Grunge. Amo as músicas e a produção”.
Vivian Campbell (http://www.vandohalen.com.br/o-album-da-era-grunge-que-influenciou-o-def-leppard/)

“Sinto que somos uma banda mais inglesa que americana. Foi lá que começamos para valer e onde está nossa base de fãs. Temos um longo caminho pela frente, recém chegamos aos 30 anos. Espero continuar nessa até 60, 70, 80”.
Matt Heafy (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-considera-o-trivium-mais-ingles-que-americano/)

“Recebo ofertas para formar supergrupos o tempo todo. Não me oponho a fazer algo coletivo se sentir ser o momento. Porém, não estou interessado em reviver o passado, como muitos fazem quando se reúnem nesse tipo de formato. Só aceitaria se fosse algo completamente diferente, nada comercial, embora acessível, realmente intenso. Mas é difícil encontrar caras com essa mentalidade”.
Steve Vai (http://www.vandohalen.com.br/steve-vai-recusa-convites-de-supergrupos/)

“Acho que é difícil encaixar o Korn em uma categoria. O termo Nu Metal veio porque não havia como classificar o som que fazíamos. Há muitos elementos que nos influenciam. Tentamos incorporar diferentes melodias, estruturas, elementos rítmicos e tudo que define nossas personalidades. Para o público em geral, é apenas Heavy Metal”.
James “Munky” Shaffer (http://www.vandohalen.com.br/guitarrista-nao-consegue-encaixar-o-korn/)

“The Great Southern Trendkill foi gravado à época em que a mistura de Rap com Metal começou a ganhar força. Lembro que o presidente da nossa gravadora telefonou para o estúdio e disse: ‘Ei, vocês precisam adicionar Rap no disco’. Rimos e respondemos: ‘pode deixar’. O resultado foi um trabalho mostrando o dedo do meio para a indústria”.
Vinnie Paul (http://www.vandohalen.com.br/presidente-de-gravadora-pediu-que-pantera-colocasse-rap-em-the-great-southern-trendkill/)

Os pensadores do Rock

“Ajudar é nossa maior motivação para seguirmos em frente. Muitos sofrem e a música cura, é algo universal. Quando éramos mais novos, não nos importávamos com isso. Hoje, entendemos o significado. Fazemos o que gostamos e ainda ajudamos ao próximo. Vale mais que qualquer dinheiro do mundo”.
Jonathan Davis (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-do-korn-fala-sobre-importancia-de-influenciar-as-pessoas-com-musica/)

“Quando o álbum Heritage ficou pronto, nos empolgamos, pois era algo completamente diferente do que havíamos feito até então. Acho que ainda buscávamos algum reconhecimento em relação ao público. E alcançamos, mas ao mesmo tempo, alguns não gostaram. Desde então, é uma prioridade provarmos que nosso trabalho ainda representa o Opeth, mesmo sendo diferente”.
Mikael Akerfeldt (http://www.vandohalen.com.br/opeth-banda-sem-medo/)

“Converso com James Hetfield sobre a maior parte das coisas do planeta. Porém, nunca entramos em uma discussão política. Estamos juntos há 35 anos e jamais expusemos nossas visões sobre assuntos do tipo, mesmo quando outras pessoas colocam a questão em pauta”.
Lars Ulrich (http://www.vandohalen.com.br/em-35-anos-de-parceria-lars-e-james-nunca-discutiram-politica/)

“Sempre gostei mais de Punk do que Metal. O máximo que curti foi Iron Maiden, Tank e Motörhead”.
Duff McKagan (http://www.vandohalen.com.br/os-albuns-que-fizeram-diferenca-na-vida-de-duff-mckagan/)

“A Roadrunner não aceitou a ideia de Roots de primeira. Não compreenderam e odiaram o nome. Acharam que soava como título de uma compilação de Reggae. Expliquei que a ideia era justamente levar aquele conceito para o mundo do Metal. Hoje em dia, vejo várias coisas diferentes usando a expressão”.
Max Cavalera (http://www.vandohalen.com.br/gravadora-achava-que-disco-do-sepultura-era-compilacao-de-reggae/)

“Aparentemente, despertei a fúria ao ser questionada sobre o álbum ‘mais Metal’ que possuo. Não gostar do Slayer não significa que eu não respeite a banda pelo que são e fizeram. Apenas não vou ouvir seus discos, como imagino que eles também não escutariam um meu. As reações desencadeadas apenas me entristecem. Todos temos direito a ter opiniões. A minha declaração foi colocada em um contexto com intuito de chocar. Significa que ficarei calada na próxima vez? Não. Devo ser ofendida por pessoas que não quis ofender? Não… Não gosto de Slayer. Podemos seguir com a vida agora?”.
Floor Jansen (http://www.vandohalen.com.br/floor-jansen-clama-por-seu-direito-de-nao-gostar-do-slayer/)

“Amamos nossos fãs, mas antes de qualquer coisa, temos que atender os nossos gostos pessoais. O fato de as pessoas gostarem e podermos viajar o mundo com nossa arte é fenomenal. Sinto-me grato, mas não penso no público, gravadora ou produtores. O que importa é a banda curtir”.
Anders Fridén (http://www.vandohalen.com.br/in-flames-agrada-si-antes-dos-fas/)

Os pensadores do Rock

“Daria tudo para voltar aos tempos analógicos. A música era tão real, você precisava realmente cantar e tocar tudo, sem copiar e colar. Era preciso ser bom. Por isso, discos do Journey e Boston se tornaram intocáveis. Porém, não dá para impedir a tecnologia de se desenvolver. De qualquer modo, ainda é preciso saber compor, o que nos faz ter orgulho do Hellyeah. Chad Gray é um dos mais honestos, emocionais e reais vocalistas que temos por aí. Ele se dedica a escrever as letras mais do que qualquer outra pessoa que já conheci”.
Vinnie Paul (http://www.vandohalen.com.br/vinnie-paul-gostaria-de-voltar-aos-tempos-das-gravacoes-analogicas/)

“De muitos modos, Pull marcou o nascimento da banda. Os dois primeiros discos foram frutos da relação que tínhamos com Beau Hill, o produtor. Há músicas fantásticas neles, mas também coisas que não representavam quem éramos. Em Pull, pude trabalhar com outras pessoas e ajustar o foco sonoro da forma que gostaria desde o início. Recebemos muita pressão, tínhamos algo a provar e a imprensa foi maldosa nos comentários. Tudo isso refletiu no disco, fazendo-o ser o que é”.
Kip Winger (http://www.vandohalen.com.br/para-kip-terceiro-album-representou-nascimento-do-winger-como-banda/)

“Praticamente só ouço o estilo, então todos os meus discos se encaixam na descrição. O mais Metal? Alguns diriam Slayer, mas considero uma banda pavorosa, inacreditavelmente chata, terrível. Sei que não é Metal dizer isso, porém, é minha opinião pessoal”.
Floor Jansen (http://www.vandohalen.com.br/slayer-e-inacreditavelmente-chato-terrivel-diz-floor-jansen/)

“Não adianta colocar o melhor do mundo se ele não estiver em sintonia com o que fazemos. Tenho certeza que muitas pessoas iam achar o máximo ver Steve Vai conosco. Mas não funcionaria, é outro mundo”.
Bill Steer (http://www.vandohalen.com.br/bill-steer-nao-sabe-se-outro-guitarrista-tocara-no-proximo-album-do-carcass/)

“Muitas pessoas nos perguntam sobre um novo Operation: Mindcrime. Porém, raramente sequências são tão boas quanto os originais. Um dia, podemos fazer outro álbum temático ou conceitual. Mas não com essa história”.
Michael Wilton (http://www.vandohalen.com.br/guitarrista-do-queensryche-descarta-outro-operation-mindcrime/)

“Não era para ficarmos juntos mesmo. Fico até surpreso que o Mötley Crüe tenha durado tanto. Éramos um bando de Rottweilers, uma gangue. As diferentes personalidades nos transformaram em algo mágico. Porém, a maturidade nem sempre acompanha essa evolução. Fico feliz que tenhamos conseguido decidir parar em comum acordo”.
Nikki Sixx (http://www.vandohalen.com.br/nikki-sixx-ficou-surpreso-que-o-motley-crue-tenha-durado-tanto/)

“Sempre vi Dave Mustaine como alguém que ficou realmente triste, com raiva e frustrado em relação ao que aconteceu. Ao mesmo tempo, sempre tive empatia por ele, compreendendo o que o deixou tão puto. Nunca fui demitido, mas consigo imaginar como é um momento assim. Foi ótimo tê-lo no palco conosco, tocando as músicas de Kill ‘Em All, executando seus solos. Era possível ver no olhar de Dave e em sua atitude o quanto aquilo foi catártico, o ajudou. Desde então, temos uma relação melhor. Quero acreditar que algumas cicatrizes que precisavam ser fechadas se curaram naquele momento”.
Kirk Hammett (http://www.vandohalen.com.br/sempre-tive-empatia-e-compreendi-os-sentimentos-de-dave-mustaine/)