Os pensadores do Rock

“Cresci ouvindo Judas Priest e, para mim, eles não são Metal, mas um puta Rock and Roll! Quem com um cérebro normal diria que eles soam como Heavy Metal? Considero ‘Painkiller’ um Hard Rock and Roll. Conheço todas as músicas deles, já saímos em turnê juntos, são caras incríveis. Sei que se consideram Metal Gods, especialmente Rob Halford, mas acho isso estranho de se falar”.
Brent Hinds (http://www.vandohalen.com.br/judas-priest-nao-e-metal-diz-guitarrista-mastodon/)

“Sempre tive um problema com o fato de as pessoas classificarem o Korn como uma banda de Metal. Nunca fomos isso. No começo da carreira, não sabiam onde nos encaixar. Nossa primeira turnê foi com Biohazard e House Of Pain. Depois, Sick Of It All e Orange 9MM. A seguir, KMFDM. Éramos as ovelhas negras, não tínhamos para onde ir. Aprecio a comunidade Metal, mas para mim, grupos que realmente representam o estilo são Judas Priest ou Iron Maiden. Isso é Metal. Fazemos algo diferente. Amo a cena, há fãs muito apaixonados. Porém, considero o que fazemos Heavy Rock”.
Jonathan Davis (http://www.vandohalen.com.br/nao-somos-metal-somos-heavy-rock-diz-vocalista-korn/)

“Não há motivo para desperdiçar um ano e uma enorme quantia de dinheiro em um álbum que, por melhor que venha a ser, não venderá. Se o momento do mercado fosse diferente, talvez pensasse de outra forma. Melhor ir para a estrada, fazer um monte de shows e se divertir”.
Stevie Nicks (http://www.vandohalen.com.br/para-que-gastar-tempo-e-dinheiro-em-algo-que-nao-vai-vender-diz-stevie-nicks-sobre-possibilidade-de-novo-disco-fleetwood-mac/)

“Provavelmente conseguiria, mas não quero escrever músicas sobre política ou com temáticas fantasiosas. Prefiro coisas que eu e os fãs lidamos em nosso cotidiano. Enfrentamos batalhas desde quando nascemos até o fim da vida. Precisamos cuidar do nosso passado para abraçar o futuro. Todo mundo se identifica com esse tipo de questionamento”.
Anders Fridén (http://www.vandohalen.com.br/nao-quero-escrever-musicas-sobre-politica-ou-com-tematicas-fantasiosas/)

“Na juventude, não era um grande fã de Metal. Ouvia poucas bandas, nem imaginava que acabaria cantando em um grupo do estilo. Achava que seroa a resposta da Virginia para Johnny Rotten. Mas o Slayer era uma das exceções. Realmente gostava de como eram agressivos. Comprei Reign In Blood na época da faculdade, acho que foi o meu primeiro disco com um selo de advertência aos pais. Eles e o Black Sabbath são as minhas preferidas no Heavy Metal. Se tivesse que escolher duas bandas do estilo para ouvir para o resto da vida, seriam essas”.
Randy Blythe (http://www.vandohalen.com.br/randy-blythe-revela-quais-duas-bandas-de-heavy-metal-que-poderia-ouvir-para-o-resto-da-vida/)

“A satisfação de voar é ter o seu trabalho feito, levar os passageiros ao destino de forma segura, ser uma figura invisível. Shows trazem emoções externas, ao ver as pessoas reagindo à sua presença. É legal fazer duas coisas tão opostas”.
Bruce Dickinson (http://www.vandohalen.com.br/bruce-dickinson-explica-diferentes-experiencias-entre-pilotar-avioes-e-cantar/)

“A esta altura da carreira, não temos que nos preocupar mais em compor músicas Pop, com duração de três minutos. Podemos fazer o que acharmos melhor, deixar a criatividade fluir. Várias faixas do novo trabalho quebram as fórmulas. Após 35 anos, adquirimos credibilidade para arriscar”.
Jack Blades (http://www.vandohalen.com.br/night-ranger-fugiu-de-formulas-em-novo-disco/)

Os pensadores do Rock

“Considero o Rock And Roll Hall Of Fame algo realmente tedioso. É a América. Não sou dos Estados Unidos nem toco música americana. Não pertenço a este lugar”.
Ian Anderson (http://www.vandohalen.com.br/nao-pertenco-ao-rock-roll-hall-fame-diz-ian-anderson/)

“Definitivamente, Derrick foi a escolha certa para a banda. Ele mostrou o nosso futuro. Não estávamos interessados em uma cópia de Max. Buscamos fugir da ideia de arrumar um clone. Ouvimos vários candidatos, até caras como Chuck Billy, do Testament, tentaram. Mas queríamos alguém novo no negócio. Derrick foi sugestão de Mike Glitter, amigo em comum entre nós que trabalhava na Roadrunner. Quando ouvimos sua fira, sentimos que poderia cantar de maneira ríspida, mas também oferecer novas possibilidades com melodias”.
Andreas Kisser (http://www.vandohalen.com.br/derrick-foi-escolha-certa-para-o-sepultura/)

“A música sempre foi um espelho dos sentimentos, emoções, condições, situações e circunstâncias da sociedade. Nos melhores momentos, canções felizes, quase medíocres, são as que se destacam. Nos piores é a vez da raiva e do protesto, que precisam sair de nós em algum momento, de forma catártica”.
Kirk Hammett (http://www.vandohalen.com.br/situacao-mundo-faz-kirk-hammett-apostar-na-volta-da-musica-pesada-ao-topo/)

“Nunca entendi Axl. Um dia era amigo, no outro agia como se você não existisse. Não falo isso de um modo ruim, é o jeito de ele ser. Era uma pessoa muito séria, às vezes. Adorava dar grandes festas após os shows e eu adorava ir”.
Rob Affuso (http://www.vandohalen.com.br/ex-skid-row-nunca-entendeu-axl/)

“Tento não ficar bravo, mas é desencorajante e difícil não se amargurar quando você sofre ataques online. Os chamo de gângsteres dos teclados. Se escondem atrás de um computador e falam de uma forma que não fariam frente-a-frente. Deus nos ensinou a amar. Mas talvez leve anos para mudarmos, temos que ser pacientes”.
Brian “Head” Welch (http://www.vandohalen.com.br/guitarrista-korn-sofre-perseguicao-de-cristaos-conservadores-por-tocar-em-uma-banda-de-rock/)

“O Celebrity Rehab foi uma das melhores experiências da minha vida. Dr. Drew foi maravilhoso, me deu uma oportunidade e eu fiz o esforço. Continuei bebendo por um tempo, mas chegou a um ponto em que meu corpo venceu o vício. Ainda preciso derrotar o maldito cigarro. É a pior das drogas para se largar. Parei com heroína, crack, mas não consigo parar de fumar”.
Steven Adler (http://www.vandohalen.com.br/steven-adler-revela-qual-droga-mais-dificil-de-se-livrar/)

“O medo de mudar pode lhe matar por dentro, fazer você se sentir inválido. Não adianta alcançar sucesso e se sentir vazio”.
Herman “Eddie” Hermida (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-reflete-sobre-feedback-ruim-novo-album-suicide-silence/)

Os pensadores do Rock

“Podemos não estar mais aqui em cinco anos. Estamos envelhecendo. Festas, falência do fígado, overdoses, enfartes, tudo pode acontecer. Temos mais sorte que a maioria das bandas, estamos juntos há tanto tempo e ainda curtimos tocar. Vamos até onde aguentarmos. Assim começamos e assim será. Vamos morrer no palco”.
Satchel (http://www.vandohalen.com.br/vamos-morrer-no-palco/)

“Se você ler o Alcorão, verá que o islamismo é pacífico em sua concepção, assim como o cristianismo. Eles existem para orientar e ajudar a responder dúvidas. Fui criado católico. Quando li a Bíblia pela primeira vez, parecia um conto de fadas, com pessoas caminhando sobre a água, etc… Perguntei a um padre e passei a entender que se tratava de metáforas sobre o poder da fé. É ótimo ter esse simbolismo e sabedoria anciã. Porém, devemos seguir em frente, evoluir, deixando algo para trás”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/todas-as-religioes-podem-ser-boas-ou-ruins/)

“Haters são bem-vindos. Fazem parte da base de fãs, falam merda sobre nós, mas ainda assim escutam nossa música”.
Andreas Kisser (http://www.vandohalen.com.br/andreas-kisser-diz-que-haters-sepultura-sao-bem-vindos/)

“A pior parte da fama é ter que permanecer sempre atento. Todos estão olhando. Você precisa cuidar o que faz, onde está, o que diz e como age. É preciso ter certeza que se está fazendo a coisa certa”.
Dave Mustaine (http://www.vandohalen.com.br/pior-parte-da-fama-por-dave-mustaine/)

“Nosso som é nossa marca registrada, o que fazemos desde sempre. Não vejo isso mudando. Alguns críticos e fãs reclamam por não experimentarmos, mas não acho que seja um problema. Só escrevemos músicas que façam com que nos sintamos bem”.
Trevor Peres (http://www.vandohalen.com.br/nao-vamos-mudar-nosso-som-garante-guitarrista-obituary/)

“Não dá para se deixar levar por algumas pessoas que vão a sites criticar. Alguns simplesmente reclamam de tudo. Para mim, não significa nada. No máximo dou risada, pois são opiniões que não estão em sintonia com a realidade. O fato é que o KISS continua fazendo grandes shows e sendo um fenômeno. Prefiro dar atenção a isso”.
Tommy Thayer (http://www.vandohalen.com.br/tommy-thayer-se-lixa-pros-haters/)

“Minha voz amadureceu, sinto que estou no auge, soando melhor que em qualquer outra época. Consigo dar vida às letras e canções. Mesmo se o inglês não for sua primeira língua, você entende o que eu quero transmitir. Meu objetivo atual é compor e gravar o máximo possível”.
Blaze Bayley (http://www.vandohalen.com.br/minha-voz-esta-melhor-que-em-qualquer-outra-epoca-diz-blaze-bayley/)

Os pensadores do Rock

“Nunca pensamos que Bad Magic seria o álbum final do Motörhead. Jamais tive uma conversa com Lemmy sobre o que faria da vida após a banda terminar. Era sempre sobre a próxima música, o próximo riff, a próxima turnê, o próximo disco, o próximo pedaço de empadão, enfim. De qualquer modo, fico feliz que o nosso último trabalho tenha sido bom. Não acho que tenhamos oferecido um realmente ruim em nossa carreira. Obviamente, alguns foram melhores, mas sempre demos tudo que tínhamos”.
Phil Campbell (http://www.vandohalen.com.br/motorhead-nao-imaginava-que-bad-magic-seria-o-ultimo-disco/)

“Tive a chance de fazer um teste, mas recusei. O mais importante de tudo é que sempre lembro e valorizo o que me fez optar por essa decisão. Não achava correto naquele momento. Alcancei sucesso mundial com o Krokus, mesmo não tendo chegado ao mesmo nível do AC/DC. Sou grato por isso. Hoje, posso desfrutar tudo que conseguimos ainda tendo a maioria dos membros originais da banda comigo”.
Marc Storace (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-do-krokus-lembra-porque-recusou-teste-no-acdc-em-1980/)

“Gosto de pensar como Pablo Picasso. Se ele tivesse seguido as regras tradicionais, teria encontrado novas possibilidades? Não se deve ter medo de arriscar a própria arte. Caso contrário, viveríamos apenas copiando e reproduzindo o que já foi feito”.
Andreas Kisser (http://www.vandohalen.com.br/nao-se-deve-ter-medo-de-arriscar-propria-arte/)

“Heavy Metal é música que toca o coração das pessoas. Às vezes é pesado e forte. Em outras, mais melódico. Muitas bandas ainda tocam e o público segue aparecendo. Além disso, foi influência para outros gêneros. O Black Sabbath inspirou todo mundo. Foi uma honra ter feito parte do grupo”.
Vinny Appice (http://www.vandohalen.com.br/heavy-metal-e-musica-que-toca-o-coracao-das-pessoas/)

“Há algumas bandas novas bem pesadas e eu amo, mas não podemos nem pensar em ser tão Heavy ou escrever como elas. Não acho que nossos fãs comprariam a ideia. É uma linha tênue, que até podemos cruzar por um pequeno momento, mas sem ir longe demais”.
Chuck Billy (http://www.vandohalen.com.br/nao-podemos-ser-tao-pesados-quanto-as-novas-bandas/)

“Para mim, todas as religiões podem ser boas ou ruins. Se você segue por motivos pessoais, adquire forças e lhe ajuda na vida, não há qualquer problema. Fé e organizações religiosas são coisas completamente diferentes. É fácil simplesmente culpar uma crença em particular”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/todas-as-religioes-podem-ser-boas-ou-ruins/)

“Em primeiro lugar, não há outra banda com quase 50 anos de carreira tendo os cinco caras originais. Todos elogiam os Rolling Stones, mas nunca liguei para eles. Jamais tiveram algo a me oferecer musicalmente, especialmente em se tratando de bateria. Quem assiste o nosso show se dá conta de tocamos muito melhor que eles, até porque nunca foram tão bons ao vivo. Aliás, nenhuma banda chega perto de nós em um palco”.
Joey Kramer (http://www.vandohalen.com.br/somos-muito-melhores-que-os-rolling-stones-ao-vivo-diz-baterista-do-aerosmith/)

Os pensadores do Rock

“Há grupos que precisam manter os elementos originais para preservar o som. Em nosso caso, isso não acontece. É como o Queens Of The Stone Age. Estando Josh Homme, soa como deve”.
Papa Emeritus III/Tobias Forge (http://www.vandohalen.com.br/papa-demitiu-todo-o-ghost/)

“‘Silent Lucidity’ quase ficou de fora do disco (Empire). A versão original era só com voz e guitarras, não tinha as partes orquestradas. Peter Collins, o produtor, chegou a dizer que era melhor deixarmos a canção para o disco seguinte, pois era uma ideia incompleta. Mas seguimos em frente e fizemos acontecer, o que foi um acerto. Porém, é claro que ninguém imaginava que iria chegar a tanto”.
Geoff Tate (http://www.vandohalen.com.br/queensryche-quase-deixou-seu-maior-hit-de-fora-de-album/)

“Ensinei-o a tocar guitarra e compor. A questão é que somos opostos. Rudolf rouba, enquanto eu foco na arte da guitarra-solo como auto expressão. Ele observa o que está fazendo sucesso no momento e faz o mesmo. Fico triste que sua história tenha sido construída dessa forma”.
Michael Schenker (http://www.vandohalen.com.br/amor-fraterno-rudolf-rouba-e-copia-todo-mundo-que-faz-sucesso-diz-michael-schenker/)

“A temática de The Wall é muito relevante no momento que vivemos. Trump fala em construir muros e cria o maior número de inimizades possível entre diferentes raças e religiões. É preciso um levante contra esse tipo de política, alimentada por homens gananciosos e poderosos. A música é um espaço legítimo para esse tipo de ação”.
Roger Waters (http://www.vandohalen.com.br/roger-waters-quer-executar-the-wall-na-divisa-entre-estados-unidos-e-mexico/)

“Está no DNA humano ir à guerra e ser violento. A paz global simplesmente não funciona. É uma bela utopia, mas nunca esteve por acontecer e, provavelmente, jamais acontecerá. Temos que aprender a lidar com isso”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/esta-no-dna-humano-ir-guerra-e-ser-violento/)

“Acho que tive muita sorte, pois colaborei com alguns dos melhores bateristas do mundo. Difícil escolher um tendo Gene Hoglan, Tim Yeung, Nick Barker, Joey Jordison… Mas tenho que dar crédito a Raymond Herrera. Foi com ele que desenvolvemos um som que se tornou norma atualmente, sincopando guitarra e bateria como se fosse um só”.
Dino Cazares (http://www.vandohalen.com.br/dino-cazares-revela-qual-o-melhor-baterista-com-que-ja-trabalhou/)

“Nos anos 1990, quando começamos a ter sucesso comercial, houve muita pressão por parte da gravadora e empresários para que aderíssemos ao lado mais mainstream, indo mais para o Rock. Não funcionou, mas levamos anos para retomar o curso natural. Também sou um fã. Quando pego um disco do KISS, Cheap Trick ou Judas Priest, sei o que quero escutar. Apostamos alto em Dystopia. Dave (Mustaine) chegou a me dizer que se não funcionasse desta vez, ele não teria mais ideia do que fazer depois”.
Dave Ellefson (http://www.vandohalen.com.br/baixista-reconhece-que-o-megadeth-foi-pressionado-virar-mainstream-nos-anos-1990/)

Os pensadores do Rock

“As pessoas dizem que inventamos o Heavy Metal, mas acredito que evoluímos a partir do The Kinks, Led Zeppelin e The Who. De qualquer modo, Tony Iommi merece o crédito por ser o rei de todos os riffs demoníacos. Ninguém chega perto dele. Até hoje fico impressionado em como consegue tocar daquela forma, mesmo tendo perdido as pontas de alguns dedos. Ele é incrível, domina qualquer instrumento com facilidade. Você o entrega uma gaita de fole, daqui a pouco ele vem tocando algo”.
Ozzy Osbourne (http://www.vandohalen.com.br/tony-iommi-e-o-rei-de-todos-os-riffs-demoniacos/)

“Estou cada vez mais comprometido, dedicado e apaixonado pelo Judas Priest. Na essência, as coisas não mudaram muito com o passar dos anos. Mas, com o tempo, você cresce como ser humano, se torna mais sábio. Hoje temos mais força e determinação do que em qualquer outra época”.
Rob Halford (http://www.vandohalen.com.br/estou-cada-vez-mais-comprometido-dedicado-e-apaixonado-pelo-judas-priest/)

“Temos uma identidade e não sentimos mais medo dela. À época de Slang estávamos assustados com o que tínhamos criado. Agora acabou. O som clássico do Def Leppard inclui guitarras grandiosas, bateria e harmonias vocais que vão até o céu”.
Joe Elliott (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-admite-que-def-leppard-ja-teve-medo-do-proprio-som/)

“Por um curto período de tempo, cerca de onze anos atrás, houve uma grande explosão. Éramos um país onde você podia ouvir Children Of Bodom e Nightwish no rádio logo após Madonna ou Lady Gaga. Agora é Hip-Hop, R&B e Rap o tempo todo. As coisas mudam, é o sinal dos tempos. Como um fã old school, é difícil aceitar o fato, mas é como acontece”.
Mr. Lordi (http://www.vandohalen.com.br/para-mr-lordi-metal-perdeu-status-na-finlandia/)

“Nunca tinha escutado ‘Once Bitten, Twice Shy’ antes de gravá-la. Foi Izzy Stradlin quem me mostrou. Acabou se tornando um hit e ajudou o disco a vender mais de três milhões de cópias. Jamais imaginei que viraria um clássico, ela demora uma eternidade para chegar ao refrão. É uma canção que quebra regras”.
Jack Russell (http://www.vandohalen.com.br/izzy-stradlin-foi-responsavel-por-grande-sucesso-do-great-white/)

“Do ponto de vida do ego, fico feliz em não precisar mais cantar as músicas de Michael Kiske, com seu registro de tons altos. Fico aliviado por ele ter voltado, posso me concentrar no meu material. Acredito que tudo vai funcionar”.
Andi Deris (http://www.vandohalen.com.br/andi-deris-aliviado-com-volta-de-michael-kiske-ao-helloween-nao-preciso-mais-cantar-em-tons-altos/)

“Temos vários motivos para que o White Lion não volte, mas o principal é que a banda não quer estar junta. Cinderella, Tesla, Night Ranger, Firehouse, todos voltaram, mas não será assim conosco. Ficarei muito surpreso se um dia Vito empunhar uma guitarra novamente. Não prendam a respiração esperando um reencontro”.
Mike Tramp (http://www.vandohalen.com.br/nao-prendam-respiracao-esperando-uma-reuniao-do-white-lion/)

Os pensadores do Rock

“Inquietações políticas são boas para a arte. O Big Four surgiu durante a era Reagan nos Estados Unidos. A NWOBHM foi criada na era Thatcher. Teremos um novo Iron Maiden ou Metallica? Talvez não, mas dez anos atrás a dúvida era a mesma e muita coisa legal aconteceu. No fim das contas, ficaremos bem”.
Scott Ian (http://www.vandohalen.com.br/scott-ian-acha-que-situacao-politica-vai-inspirar-novas-bandas/)

“Lembro de tocarmos em pubs da cidade. Achava que seria algo bom por alguns anos, poderíamos tomar umas cervejas e nos divertir. Acabou sendo a aventura mais incrível que se poderia imaginar. Sinto orgulho de não termos sido uma banda formada por empresários. Quatro caras decidiram viver um sonho e o realizaram”.
Ozzy Osbourne (http://www.vandohalen.com.br/ozzy-admite-estar-choroso-com-fim-do-black-sabbath/)

“Não acho que um dia chegarei ao auge. Toda hora haverá algo que vai além da minha criatividade e imaginação, me seduzindo. Sempre estou ansioso pelo próximo projeto”.
Chris Barnes (http://www.vandohalen.com.br/lider-do-six-feet-under-nao-acredita-que-chegara-ao-seu-auge/)

“A indústria musical matou a mística. Você vai ao Facebook e conversa com seu ídolo, ou alguém que se passa por ele, a hora que quiser. Antigamente, era raro Robert Plant conceder entrevistas. Só conheci alguns de meus heróis depois de famoso. O maior de todos é Steven Tyler. Ele me ajudou a ficar sóbrio, telefonou para mim quando estava no hospital. Um cara adorável”.
Jack Russell (http://www.vandohalen.com.br/para-jack-russell-industria-matou-mistica/)

“Ontem, no show, um fã veio e me disse ‘Posso falar uma coisa? Realmente amo sua banda, mas muitas pessoas pensam que vocês se tornaram mainstream’. Não entendi bem o que ele quis dizer, mas respondi que lamentava quem achava isso, pois estamos apenas sendo nós mesmos. Se passamos a atrair mais pessoas, penso ser uma coisa boa”.
Joseph Duplantier (http://www.vandohalen.com.br/frontman-do-gojira-responde-fa-que-criticou-banda-por-virar-mainstream/)

“Sentimos que, atualmente, os grandes nomes do Death Metal, Deathcore e Hardcore não se arriscam mais. Encontram uma fórmula que as pessoas gostam e seguem com ela. Seria mais fácil, mas não somos assim. Queremos trazer algo novo e fazer com que as pessoas pensem”.
Hernan “Eddie” Hermida (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-defende-mudancas-sonoras-no-suicide-silence/)

“Sou percussivo, toco bateria na guitarra. Meu negócio é a parte rítmica, então, me inspiro em Malcolm Young (AC/DC), Rudolf Schenker (Scorpions) e Johnny Ramone (Ramones), que tinha uma ótima mão direita e palhetada. E claro, também sou adepto da musicalidade do riff. Tony Iommi é o grande mestre do assunto”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/james-hetfield-prefere-malcolm-young-rudolf-schenker-e-johnny-ramone/)

Os pensadores do Rock

“A década de 1990 foi uma época difícil e, ao mesmo tempo, excitante para o Metal. Parecia não haver regras. Nos desenvolvemos enquanto artistas. Ao mesmo tempo, tivemos problemas com a formação da banda. Acredito que se Sami (Yli-Sirniö, guitarrista) tivesse entrado antes, poderíamos ter nos desenvolvido mais cedo. Fiquei feliz quando acabou e conseguimos um contrato com outra gravadora”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/lider-do-kreator-ficou-feliz-quando-os-anos-1990-acabaram/)

“Sei que Eat The Heat não soa como Accept, mas tenho orgulho dele. Ainda recebo pagamentos pelas vendas, já que relançaram em vinil tempos atrás. Tanto fãs antigos quanto jovens compraram. O escutei outro dia e achei muito bom para um primeiro trabalho”.
David Reece (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-tem-orgulho-de-album-maldito-do-accept/)

“Lemmy era um bom amigo. Sempre achou que eu morreria antes. Sinto-me um sortudo por não ter sido assim. Telefonei meia-hora antes de sua morte e senti que algo estava errado. Fui visita-lo com Sharon, mas quando cheguei, era tarde demais”.
Ozzy Osbourne (http://www.vandohalen.com.br/ozzy-sente-que-lemmy-o-esta-protegendo/)

“Quando me juntei ao Rainbow, sabia que não pertencia àquele lugar. Fui ao teste de terno e gravata, parecia um gerente de banco. Até fizeram algumas piadas. Mas, assim que tocamos a primeira música, viram que eu não estava de brincadeira. Consegui o posto por conta da minha voz, não do estilo. Não iria mudar por se tratar de um conjunto de Heavy Rock. Aprendi muito com Roger Glover e Ritchie Blackmore, pois estava acostumado a cantar R&B, era algo totalmente novo para mim”.
Graham Bonnet (http://www.vandohalen.com.br/graham-bonnet-sabia-que-nao-se-encaixava-no-rainbow/)

“Nunca ouvi meus discos nem assisti qualquer filmagem ao vivo. Não quero. Lembro o que aconteceu e prefiro conservar a memória daquela forma. Se começo a conferir, começo a sofrer, passo a odiar, a pensar porque fiz daquela forma. Não me enviem links, não desejo me ver, muito obrigado”.
Nuno Bettencourt (http://www.vandohalen.com.br/nuno-bettencourt-explica-porque-nao-se-ouve-nem-se-ve/)

“Muitas pessoas passaram a me odiar por conta do show com a Babymetal. Mas tanto faz. Minha filosofia de vida é fazer o que tenho vontade e não deixar ninguém impedir. Você vive para si mesmo. Elas me convidaram e foi muito legal. Fãs são como família. Em todas, há alguém opinando sobre como você se veste, esse tipo de coisa”.
Rob Halford (http://www.vandohalen.com.br/rob-halford-conta-que-passou-ser-odiado-por-cantar-com-babymetal/)

“Ainda somos metalheads, ouvimos e amamos Heavy Metal. Curtimos tocar o material antigo, quem vai aos shows sabe. Não nos distanciamos da sonoridade por extravagância”.
Fredrik Akesson (http://www.vandohalen.com.br/ainda-somos-metalheads-garante-guitarrista-do-opeth/)

Os pensadores do Rock

“Vivemos em um mundo interessante e assustador. A cada dia ouvimos falar sobre uma nova tragédia, a feiura parece estar suplantando a beleza. Só podemos ser otimistas e aproveitar os bons momentos quando acontecem. De verdade, acredito que no final ficaremos bem, mesmo com os tempos confusos. A música do Kreator promove paz e a ideia de um estilo de vida saudável. Temos uma voz e devemos usá-la para o bem, ajudar as pessoas a escaparem do que acontece. Tenho orgulho em poder dizer que fizemos isso em trinta anos de carreira”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/musica-do-kreator-promove-paz-e-ideia-de-um-estilo-de-vida-saudavel/)

“São os números que fazem o mundo girar, colocam comida na mesa e o Big 4 em arenas. Quem vende mais pode fazer parte dos quatro maiores”.
Bobby “Blitz” Ellsworth (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-nao-se-importa-com-overkill-fora-do-big-4/)

“Não há muitas bandas que me causam algum impacto, como era quando surgia um Guns N’ Roses, Nirvana, Oasis, grupos que você ouvia falar e ficava com vontade de conhecer. A última foi o The Sword, do Texas. É um grupo de Stoner Rock, como se fosse um Black Sabbath dos tempos modernos. Eles despontaram sete, oito anos atrás e senti que precisava levá-los em turnê. Também tem o Kvelertak, da Noruega. Em geral, são poucas”.
Lars Ulrich (http://www.vandohalen.com.br/lars-ulrich-revela-ultima-banda-que-o-empolgou/)

“Não faremos um Redeemer Of Souls parte 2. É importante que cada disco tenha vida própria e seja diferente do que temos até aqui”.
Rob Halford (http://www.vandohalen.com.br/nao-faremos-um-redeemer-of-souls-parte-2/)

“Só voltaria em definitivo ao Guns N’ Roses se a banda fosse formada por Izzy, Axl, Slash e Duff. Do contrário, não tem a mesma mágica e não é justo com os fãs. Izzy e eu realmente queríamos estar lá”.
Steven Adler (http://www.vandohalen.com.br/so-voltaria-em-definitivo-se-fosse-o-guns-n-roses-original-diz-steven-adler/)

“Apesar de ter começado a carreira em uma banda que toca pesado, sempre escutei e toquei qualquer coisa que gostasse. Passei anos fazendo música instrumental e voltei ao Testament quando ninguém imaginava. Faço o que quero. O segredo é seguir a paixão e não fazer o que os outros esperam. Só assim para continuar nesse mercado louco”.
Alex Skolnick (http://www.vandohalen.com.br/para-alex-skolnick-segredo-do-sucesso-e-fazer-o-que-quiser/)

“Recentemente conversei com Brian Slagel, CEO da Metal Blade. Ele disse estar otimista na possibilidade de as coisas passarem a funcionar com o streaming. Talvez, em um futuro não tão distante, os artistas passem a ser pagos de forma justa através dessa modalidade. Nos últimos tempos tem sido uma bagunça, nos prejudicou severamente”.
John Bush (http://www.vandohalen.com.br/john-bush-tem-esperanca-na-distribuicao-justa-via-streaming/)

Os pensadores do Rock

“Quando gravamos o primeiro disco, não imaginávamos, mas hoje as bandas são duas entidades independentes. As pessoas nos respeitam pelo que fazemos atualmente, não por prestar tributo a músicas de 40 anos atrás. Não precisamos nos escorar no catálogo do Thin Lizzy, temos material que as pessoas apreciam. Seria um pesadelo se, a essa altura, os fãs não acreditassem em nós”.
Ricky Warwick (http://www.vandohalen.com.br/black-star-riders-se-desprende-do-thin-lizzy/)

“Não tenho acompanhado a carreira da banda, pois não tenho interesse no que fazem. Estou muito feliz com a liberdade que tenho enquanto artista solo. O sentimento de compor, produzir e cantar músicas próprias é inacreditável. Sou grata pelo que passei com eles, hoje posso desfrutar minha vida”.
Tarja Turunen (http://www.vandohalen.com.br/nao-tenho-interesse-no-que-o-nightwish-faz/)

“Bobby Blotzer só tocava bateria e enchia o saco. Não tem nenhum crédito por composição nos três primeiros discos do Ratt e só um no quarto, que foi dado para que parasse de reclamar. Não dá para tentar recriar algo que não foi você que criou”.
Stephen Pearcy (http://www.vandohalen.com.br/bobby-blotzer-so-tocava-bateria-e-enchia-o-saco/)

“É difícil, após treze álbuns, seguir relevante. É preciso perguntar o tempo todo se é necessário prosseguir, se você já disse tudo que gostaria. Quando escrevi as músicas do novo disco, me fiz essas indagações”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/lider-do-kreator-confessa-dificuldade-em-seguir-relevante/)

“Talvez uma pessoa leiga não consiga ouvir a diferença, mas sinto falta do som analógico. Porém, é mais prático usar um Pro Tools, acelera o processo de gravação, você pode experimentar várias coisas e não precisa se preocupar tanto com o processo. É muito mais caro fazer tudo no analógico”.
Derrick Green (http://www.vandohalen.com.br/derrick-green-sente-falta-do-analogico/)

“Acredito em um poder maior. Não sei se é ele, ela, isso… Seja como for, está em todos os lugares e significa tudo, faz com que me sinta melhor. E me ajuda muito. Acredito que possa ser meu pai voltando, minha mãe, ou alguém como Cliff (Burton). É como se fosse uma coisa só. É uma força que também aparece em minha esposa, me dizendo para não fazer algo, o que antigamente me deixava bravo. Às vezes, escolho não ouvir. Mas está presente”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/para-hetfield-deus-pode-ser-seu-pai-sua-mae-cliff-burton/)

“As pessoas se convenceram que não precisam mais pagar por álbuns. Até onde sei, não somos uma obra de caridade. Somos filantrópicos, mas eu decido o quanto darei, não um garoto de idade escolar dizendo que já tenho dinheiro suficiente. Aprenda a diferença entre comércio e filantropia. Se não houver um modelo financeiro que funcione, não tenho interesse em gravar um novo álbum do KISS”.
Gene Simmons (http://www.vandohalen.com.br/o-kiss-nao-e-uma-obra-de-caridade-diz-gene-simmons-sobre-novo-disco/)

Os pensadores do Rock

“Idade é um estado da mente. É preciso focar no que realmente acredita. Ao fazer o que gosta, automaticamente se permanece jovem. Assim que começar a pensar como um velho, você envelhece. É possível fazer o que quiser até os oitenta, noventa anos, viver uma boa vida”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/lider-do-kreator-encarna-espirito-de-musica-do-chaves/)

“É como o rádio, você tem no seu bolso. Acho ótimo, temos que nos adaptar. Pessoalmente, ainda amo o vinil, gosto de segurar o produto. Mas considero os aplicativos um bom complemento. Podem tirar um pouco da diversão de lançar algo, pois assim que sai, já está em todos os lugares. Quando era jovem, precisava esperar o disco chegar à loja, era um sentimento mágico tê-lo nas mãos. Mas hoje é diferente”.
Anders Fridén (http://www.vandohalen.com.br/in-flames-abraca-era-dos-streamings/)

“Seria um sacrilégio fazer um disco do Exodus sem Gary Holt”.
Steve “Zetro” Souza (http://www.vandohalen.com.br/seria-um-sacrilegio-fazer-um-disco-do-exodus-sem-gary-holt/)

“Em termos musicais, obviamente, não é o mesmo Amon Amarth de vinte anos atrás. Cada vez mais nos tornamos um grupo de Heavy Metal tradicional. Crescemos ouvindo Iron Maiden, Judas Priest, Accept… Só depois descobrimos o Death Metal. Talvez estejamos cada vez mais voltando ao que escutávamos na juventude. Mas não é nada planejado, não tentamos ser comerciais. Apenas escrevemos o que vem do coração”.
Olavi Mikkonen (http://www.vandohalen.com.br/guitarrista-refuta-ideia-de-o-amon-amarth-ter-se-tornado-mainstream/)

“Há momentos em que estou feliz, outros nem tanto. Sou humano a maior parte do tempo. Música é terapia para mim. Busco inspiração para as letras em pensamentos loucos. Outras pessoas leem e se identificam, o que faz com que me sinta bem. Neste álbum, canto na maior parte do tempo sobre a humanidade. Estamos nesse planeta em um espaço de tempo tão curto e achamos que temos algum controle sobre as coisas que acontecem nele, quando não é verdade. Trata-se de um olhar pessimista, mas no fim, sempre acabo ficando otimista, de alguma forma”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/musica-e-terapia-para-mim/)

“Tive a sorte de tocar com grandes músicos. Cada dia é uma nova experiência com Kiko Loureiro. Seu conhecimento é profundo. Chris Poland é um incrível jazzista, mas praticamente precisei ensiná-lo a tocar Metal, pois não conhecida o estilo. Marty Friedman era mais familiarizado, além de ter influências orientais. Kiko sabe tocar Metal, Bossa Nova, Clássico, Flamenco… As possibilidades são infinitas. Acredito que isso ficou muito evidente no novo álbum. O nível aumentou muito em comparação ao anterior”.
Dave Mustaine (http://www.vandohalen.com.br/cada-dia-e-uma-experiencia-nova-com-kiko/)

“Quando começamos, gêneros não eram importantes, o Rock era mais abrangente. Diferentes bandas faziam coisas diferentes e estava tudo certo. Depois, a mentalidade mercadológica se fortaleceu, tudo começou a ser colocado em pequenas caixas. Era uma técnica de venda. Ser comparado ao Mötley Crüe, francamente, era um insulto”.
Geoff Tate (http://www.vandohalen.com.br/ser-comparado-ao-motley-crue-era-um-insulto/)

Os pensadores do Rock

“Não adianta comparar Hardwired… aos discos anteriores. Cada um é o que deve ser. Buscamos a simplicidade, como em Kill ‘Em All, mas sem tentar repeti-lo. Em termos de sonoridade, o Black Album também é simples. Porém, sua produção foi extremamente complexa. Queria que o novo tivesse mais camadas que o anterior mas, ao mesmo tempo, fosse mais direto. Death Magnetic é muito, muito poderoso e o amo. Porém, acho que ele abusa dos ouvidos”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/metallica-queria-que-novo-disco-fosse-mais-direto-que-death-magnetic/)

“Foi desafiador me tornar o cantor. Antes, só dava um passo à frente no palco para solar. Lutei contra a ideia de ser o frontman. Só aconteceu porque não conseguia encontrar alguém para interpretar minhas composições. Tive que aprender a me adaptar até que se tornasse confortável”.
Myles Kennedy (http://www.vandohalen.com.br/myles-kennedy-lutou-contra-ideia-de-ser-o-frontman/)

“Não vejo a mudança em nosso som de forma tão dramática como os fãs. Muitas das influências são as mesmas do começo: Rock Progressivo, Hard Rock, bandas como Deep Purple, Scorpions, Judas Priest… O que realmente mudou foi a produção. Estava cansado do método típico do Metal. Os primeiros discos soam bem dentro da proposta, mas meus ouvidos já não aguentavam mais”.
Mikael Akerfeldt (http://www.vandohalen.com.br/aos-ouvidos-de-seu-lider-opeth-nao-mudou-tanto-assim/)

“Por que as pessoas se preocupam tanto com o que caras que estão em uma banda pensam sobre política? A última coisa que desejo saber é o que o presidente Obama acha do Led Zeppelin. Não consigo entender o que leva o público a achar esse tipo de coisa relevante”.
Gene Simmons (http://www.vandohalen.com.br/por-que-se-preocupam-com-o-que-musicos-pensam-sobre-politica-nao-quero-saber-o-que-obama-acha-do-led-zeppelin/)

“Não sei se há ingredientes na sociedade americana de hoje que gerariam algo como o Black Flag. Telefones celulares, sites como o Bandcamp e a relativa conveniência nem parecem com o mundo de raiva e opressão policial que nos deu à luz. Éramos verdadeiramente aquele ódio, precisão e hostilidade que representávamos”.
Henry Rollins (http://www.vandohalen.com.br/para-henry-rollins-black-flag-nao-poderia-acontecer-no-mundo-atual/)

“Cite uma grande música que o Sepultura escreveu após minha saída. Diga um grande álbum. Desconheço”.
Max Cavalera (http://www.vandohalen.com.br/cite-uma-grande-musica-que-o-sepultura-escreveu-apos-minha-saida/)

“A grande arte estadunidense conhecida como Blues experimentou um período de salvação pelas inesperadas mãos dos ingleses, que injetaram um poder extra. Em meu DNA sonoro estão presentes indícios de Eric Clapton, Jeff Beck, Jimmy Page, Keith Richards, Mick Taylor, Peter Green e tantos outros”.
Billy Gibbons (http://www.vandohalen.com.br/billy-gibbons-culpa-os-ingleses/)