Os pensadores do Rock

“Estamos todos em boa forma. Vamos seguir até onde pudermos. O segurança está me olhando agora com cara de quem precisa de um emprego pelos próximos anos. Nós também, é claro”.
Steve Harris (http://www.vandohalen.com.br/steve-harris-garante-que-o-iron-maiden-nao-tem-planos-de-se-aposentar/)

“O Rock é relutante com as mudanças. Se você vai a um show de Hip-Hop, ou festivais como Lollapalooza e Coachella, sempre há artistas fazendo coisas novas e inventivas. É uma desvantagem para o Rock não ter alguém quebrando barreiras ou participando das novas maneiras de promover a música”.
M. Shadows (http://www.vandohalen.com.br/para-vocalista-avenged-sevenfold-rock-esta-perdendo-espaco-por-ser-muito-comportado/)

“Nunca fui muito ligado ao lado mais técnico de um guitarrista. Conheço muitas pessoas que tentam tocar o mais rápido possível. Se é o que você curte, beleza. Mas eu sempre preferi os que se baseavam na melodia do Blues. Ouça o que Mick Ralphs fez no Mott The Hoople e Bad Company. Um músico incrível e simples, que tocava com emoção, sentimento e coragem”.
Tommy Thayer (http://www.vandohalen.com.br/tommy-thayer-prefere-mick-ralphs/)

“Se você entrar em um ônibus de turnê das bandas de Metal nos Estados Unidos, notará que todos ouvem Country, como Johnny Cash, Willie Nelson e Waylon Jennings. Sempre imaginei como seria fazer uma versão Heavy para ‘Ghost Riders In The Sky’. Começamos a cantar e tudo pareceu natural para mim”.
Dez Fafara (http://www.vandohalen.com.br/nos-estados-unidos-bandas-de-metal-ouvem-country/)

“O encerramento de ‘Jihad’ é complicado e, fisicamente, cansativo. De qualquer modo, é sempre preciso manter a concentração, em qualquer momento. É quando se está tocando no piloto automático que os erros acontecem”.
Paulo Bostaph (http://www.vandohalen.com.br/baterista-revela-qual-parte-mais-dificil-de-uma-musica-slayer-ao-vivo/)

“Super Collider foi como uma marcha fúnebre tocada lentamente. Meus sogros estavam morrendo de Alzheimer e demência. Pareciam normais, mas os cérebros estavam os traindo. Havia muita tristeza em casa, até as paredes choravam. Sempre toco o que sinto. Em Dystopia, estou muito mais contente”.
Dave Mustaine (http://www.vandohalen.com.br/super-collider-foi-como-uma-marcha-funebre-estou-mais-feliz-em-dystopia/)

“Spit Out The Bone é o Monte Everest do disco, o mais alto dos picos e de mais difícil ascensão. Em todas as outras músicas eu improvisei os solos, menos nesta. Toda a parte instrumental é tão precisa que optei por fazer o mesmo. Ainda não a tocamos ao vivo, seguimos dizendo que acontecerá. Mas temos que nos preparar bem”.
Kirk Hammett (http://www.vandohalen.com.br/kirk-hammett-revela-qual-musica-considera-o-auge-novo-disco-metallica/)

Os pensadores do Rock

“Escrevo do ponto de vista dos vocais. O Queen é um exemplo simples onde a maioria das músicas, ao invés de riffs. Outro grande nome é o The Doors, há um pouco de Jim Morrison no que faço. Também sou um grande fã do The Smiths, me influenciam no sentido de terem escrito músicas muito diferentes entre si. Eram bandas corajosas, o que me fascina”.
Tobias Forge/Papa Emeritus III (http://www.vandohalen.com.br/papa-curte-bandas-corajosas/)

“Todo mundo que está na internet pensa saber de tudo melhor que qualquer um, mas não fazem nada das próprias vidas”.
Herman Li (http://www.vandohalen.com.br/herman-li-cagou-pra-reacao-parceria-com-babymetal/)

“A música é infinita, imortal, mas os músicos, infelizmente, não. Precisamos reconhecer que, em algum momento, tudo acabará. Emocionalmente, é algo muito difícil de se admitir. Estou envolvido com isso há 50 anos. Complica simplesmente dar as costas e dizer que acabou”.
Ian Paice (http://www.vandohalen.com.br/ian-paice-admite-que-esta-dificil-assimilar-o-fim-deep-purple/)

“Há certa cota de negatividade na fama. Como quando alguém descobriu o Facebook da minha esposa e mandou uma mensagem dizendo que eu estava tendo um caso. Acabei descobrindo que era o cara de uma banda que não conseguiu abrir um show nosso, ficou puto e quis descontar em mim. Não sei o que fiz para merecer, mas alguém sentiu que era justo me causar um problema”.
Steve “Lips” Kudlow (http://www.vandohalen.com.br/apos-nao-ser-chamado-para-abrir-show-musico-disse-esposa-de-frontman-anvil-que-ele-tinha-outra/)

“Estava chegando aos 50 anos e precisava provar para mim mesmo que ainda conseguia. Juntei caras fodas, escrevi músicas e lancei a banda Newsted. Mergulhei no trabalho, me diverti e aprendi muito. Assim que acabou, me desiludi com a vibração e falsidade das redes sociais. Nesse aspecto, sempre fui um cara privado. De qualquer modo, a música ainda faz parte de mim”.
Jason Newsted (http://www.vandohalen.com.br/era-das-redes-sociais-desmotivou-jason-newsted/)

“Acho que o Rock and Roll acabou. Estou nessa desde que os Beatles tocavam, vi o surgimento da Motown… O que acontece hoje não faz a minha cabeça. Esse é outro motivo pelo qual decidi que é hora de parar. Os grandes dias se foram. Os anos 1960 e 1970 foram a melhor época. Assisti Jimi Hendrix, o verdadeiro The Who, o verdadeiro Led Zeppelin, Beatles, Rolling Stones… Tantas vezes que hoje os conheço e somos amigos. O que temos hoje não me empolga, não dou a mínima para a música atual”.
Peter Criss (http://www.vandohalen.com.br/acho-que-o-rock-roll-acabou-diz-peter-criss/)

“Acho que o Poison merece entrar no Rock And Roll Hall Of Fame, mas sou suspeito para falar (risos). Honestamente, se os critérios são longevidade e canções que impactaram as pessoas, preenchemos os requisitos. Também geramos um impacto social. Em nome do nosso gênero de Rock, acho que deveríamos ser reconhecidos”.
Rikki Rockett (http://www.vandohalen.com.br/baterista-entende-que-o-poison-merece-entrar-no-rock-roll-hall-fame/)

Os pensadores do Rock

“Os fãs precisam apoiar a cena, é importante. O Metal salvou minha vida muitas vezes. Quando estava no fundo do poço e não tinha mais nada, a música estava lá por mim. Devo minha existência e faço minha parte. Ainda compro discos, faço a minha parte. Compro álbuns do Slayer, Metallica, Gojira, Slipknot, Lamb Of God, dou meu apoio ao Heavy Metal”.
Chad Gray (http://www.vandohalen.com.br/devo-minha-vida-ao-metal-por-isso-ainda-compro-discos/)

“Nos dias atuais é impossível viver de música. Especialmente em uma banda nova. Para nós, que estamos aí há certo tempo, é menos complicado. Não há mais gravadoras investindo dinheiro. Então, não pense nisso como uma carreira. Sendo assim, faça do seu jeito, não ouça os outros, confie em você”.
Olavi Mikkonen (http://www.vandohalen.com.br/guitarrista-amon-amarth-destroi-seus-sonhos-de-rockstar/)

“Por um lado, se você mostrasse a Isaac Newton e Albert Einstein o que podemos fazer com um smartphone, tendo acesso a tudo e a qualquer momento, eles ficariam extremamente impressionados. Porém, usamos isso para coisas inúteis em redes sociais. Se você entrar em um café, verá um monte de jovens olhando vídeos de gatinhos no Facebook, ao invés de interagirem entre si. Há muitas coisas boas na tecnologia. Somos uma banda que se utiliza desses recursos. Porém, enquanto pessoas, somos bem analógicos”.
Olof Mörck (http://www.vandohalen.com.br/guitarrista-amaranthe-critica-quem-ve-videos-de-gatinhos-no-facebook/)

“Estou muito contente. Não tomado de felicidade ou algo do tipo. Não temos muito isso nesta banda. Somos individualistas, cada uma faz a sua parte. Claro que nos divertimos, não há dúvida. Ao menos o suficiente para ninguém precisar ligar para casa ou passar o tempo todo no computador”.
Joey Belladonna (http://www.vandohalen.com.br/sobre-o-anthrax-joey-belladonna-diz-que-bom-bom-nao-ta-mas-ta-bom/)

“Normalmente, colaboramos mais nos riffs. Até chegamos a fazer assim em ‘Neptune’s Spear’. Porém, Eric Peterson tinha uma abundância de ideias, então, resolvemos segui-lo. Porém, não acho que será algo permanente. Com certeza teremos mais momentos de parceria no futuro”.
Alex Skolnick (http://www.vandohalen.com.br/alex-skolnick-espera-testament-mais-colaborativo-no-proximo-disco/)

“Para ser honesto, não faz nenhuma diferença para mim. Não estou sendo negativo. Fiz o discurso quando celebraram o Heart e fiquei emocionado com os fãs que gritavam dos lugares mais baratos do evento. Aquele foi o momento em que tudo fez sentido para mim. Se é pelos fãs, é válido”.
Chris Cornell (http://www.vandohalen.com.br/o-rock-roll-hall-fame-nao-faz-diferenca-para-mim-mente-chris-cornell/)

“Cry Tough foi nosso primeiro single. Não fez sucesso, se tornou mais popular após termos nos separado. Lembra a luta quanto não conseguíamos despertar atenção. Escrevemos quando vivíamos em uma área suja de Los Angeles. Foi um grande momento nosso”.
Rikki Rockett (http://www.vandohalen.com.br/baterista-escolhe-sua-musica-especial-poison/)

Os pensadores do Rock

“Quando garoto, ouvia Judas Priest e Iron Maiden. Depois, descobri o Venom e toda a velha escola, além do Mercyful Fate. Hoje escuto de tudo, desde Beatles até Lana Del Rey ou Kate Bush. Não diria que me influencia diretamente, não penso nisso quando estou escrevendo um disco, pois se trata de um processo espontâneo. Tento não soar como ninguém, pego algo que parece Thin Lizzy, por exemplo, e adapto ao estilo do Kreator”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/lider-kreator-trai-o-movimento-e-ouve-lana-del-rey/)

“Quando você vê 50 mil pessoas no show do Metallica em um estádio, sabe que não possuem as mesmas crenças. Porém, estão todos lá pelo mesmo motivo. A mesma coisa acontece com eventos esportivos, todo mundo torce pelo time, independente do que pense sobre política. Sempre haverá maneiras de interagirmos. Por isso, acho que não veremos o fim do mundo. Pensar que isso irá acontecer é dar crédito demais a alguém como Trump”.
Scott Ian (http://www.vandohalen.com.br/scott-ian-exalta-musica-como-territorio-de-conciliacao-no-mundo-atual/)

“Axl Rose é um ser humano e possui um grande coração. A imprensa não o trata com a mesma consideração que dá a outras pessoas. Tentam colocar em um patamar diferente, esperam que esteja sempre feliz e sorrindo, com uma vida onde nada dá errado, o clima sempre é bom e as decisões corretas. Isso é estúpido, acaba perpetuando uma negatividade que ele não merece e acaba precisando lidar. Tivemos grandes momentos trabalhando juntos. Foi tudo perfeito? Não. Provavelmente, o deixei mais puto que o contrário. Mas, de novo, ele é apenas um ser humano”.
Ron “Bumblefoot” Thal (http://www.vandohalen.com.br/bumblefoot-faz-melhor-defesa-de-axl-rose-em-todos-os-tempos/)

“Não vou autografar trinta coisas e deixar alguém enriquecer às minhas custas. Assino um item, é a minha regra. Também tento atender quem me encontra na rua, mas nem sempre quero ser incomodado. Explico que não estou em um bom dia. Se você pagar 100 dólares pelo ingresso, dou um show que valeria 400. Porém, o resto do tempo do dia é meu”.
Bobby Dall (http://www.vandohalen.com.br/baixista-poison-explica-porque-da-um-autografo-por-pessoa/)

“Todos possuem outras ocupações, precisaríamos achar o momento certo para uma nova reunião do Dokken. E mesmo se encontrássemos, não vejo motivos para repetir. Entendo como os fãs se sentem, mas já disse e repito: gosto da banda atual. Não quero fazer algo apenas pelo dinheiro. Gosto dos músicos da formação de hoje. No grupo clássico, somos pessoas completamente diferentes, nunca fomos próximos. Todos que nos conhecem sabem”.
Don Dokken (http://www.vandohalen.com.br/don-nao-ve-motivos-para-fazer-mais-shows-com-formacao-classica-dokken/)

“Sou um metalhead, mas também um rocker, é meio a meio. Além disso, penso que me desenvolvi enquanto cantor. Às vezes, fico cansado da cena Metal, pois não encontro muitas bandas que tenham algo único a mostrar. Mas também encontro algumas que empolgam. Não quero soar cínico, apenas sou difícil de despertar interesse. Quando acontece, faço questão de contar ao mundo, promover. Ainda curto compor e tocar Melodic Death Metal. Penso que evoluímos e temos algo a dizer”.
Björn “Speed” Strid (http://www.vandohalen.com.br/de-vez-em-quando-vocalista-soilwork-e-night-flight-orchestra-cansa-da-cena-metal/)

“Vivo como sempre pretendi e não tinha força ou coragem para deixar acontecer. É um mundo cruel, mas não deixarei que ele me impeça de ser o que sou. Estou pouco me fodendo com o que pensam, não tenho que agradar ninguém. Só não compreende quem não consegue olhar para si mesmo. Normalmente, são pessoas que não admitem ver as outras buscando seus sonhos. Sou mulher, apenas não nasci com um útero e não tenho os atributos físicos para dar à luz. Fora isso, sou como qualquer outra garota por aí. Quem me conhece intimamente pode confirmar isso”.
Mina Caputo (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-life-agony-feliz-com-nova-vida/)

Os pensadores do Rock

“Vá a qualquer escola de música no mundo e verá uma criança de 7 anos tocando e pulando com sua guitarra. O Rock nunca esteve tão vivo e bem, é a forma definitiva da música no aspecto físico. A música eletrônica, por exemplo, não possui esse componente. Enquanto as pessoas estiverem dispostas a assistir performances – e acredito que sempre haverá público para isso – o Rock seguirá existindo”.
Ron “Bumblefoot” Thal (http://www.vandohalen.com.br/bumblefoot-explica-porque-o-rock-nunca-vai-morrer/)

“No Dream Theater, John Petrucci e eu tínhamos controle completo. Escrevíamos as músicas e produzíamos os discos, o que tornava o processo mais fácil. Tudo que fiz após sair da banda se estabeleceu através de processos mais democráticos. Porém, em sinto feliz em saber que também consigo jogar para o time. Tenho fama de control freak, mas gosto de trabalhar em conjunto”.
Mike Portnoy (http://www.vandohalen.com.br/mike-portnoy-admite-que-mandava-muito-mais-quando-estava-no-dream-theater/)

“Acredito que a música ao vivo deve ser orgânica, vir de um lugar real. Ser genuíno e, ainda assim, profissional na produção. Quando vou assistir uma apresentação, gosto das inconsistências, ver quando alguém comete um erro no palco. Não quero perfeição, algo robotizado. Lógico que não dá para errar demais, mas é possível estabelecer uma conexão humana”.
James “Munky” Shaffer (http://www.vandohalen.com.br/guitarrista-korn-defende-que-musica-ao-vivo-tenha-erros-e-seja-humana/)

“Não tenho interesse em voltar a trabalhar com Lady Gaga. Mas só o fato de ter estado com ela me deu novas energias. Gaga vai além dos limites, como nós”.
James Hetfield (http://www.vandohalen.com.br/nao-tenho-interesse-diz-james-hetfield-sobre-mais-colaboracoes-metallica-com-lady-gaga/)

“Sou rico, estou bem. Mas imagine uma banda cheia de paixão que não conseguirá chegar ao mesmo patamar. Precisam dar de graça sua arte para conseguir aparecer, mas assim não conseguem viver do que criam. Vão viver no porão da casa dos pais e terão que arrumar outro emprego para conciliar, pois os fãs não pagam pela música. E foram justamente eles que mataram essa oportunidade, não as corporações ou aliens. Aqueles que dizem amar a música foram os que destruíram o mercado”.
Gene Simmons (http://www.vandohalen.com.br/gene-simmons-lamenta-que-novas-bandas-nao-tenham-chance-em-um-mercado-musical-destruido/)

“Considero o Stone Temple Pilots o Led Zeppelin de sua época. Compreendo a sensibilidade melódica de Scott Weiland, assim como sua dualidade entre o masculino e feminino. Sinto ser a pessoa certa para o trabalho. Honraria o catálogo e adoraria criar novo material com eles. Os irmãos DeLeo estão entre meus músicos preferidos de todos os tempos”.
Mina Caputo (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-life-agony-se-considera-ideal-para-o-stone-temple-pilots/)

“Não ouço mais Power Metal. Antigamente, escutava Stratovarius e outras bandas. Mas meu gosto musical já mudou várias vezes. Já gostei de música clássica a Black Metal, Jazz e quase todo o resto. Não fico preso em um gênero. Hoje, definitivamente, o Sonata Arctica não é mais uma banda de Power Metal. Misturamos muitos estilos nos últimos tempos, não dá mais para nos rotular. Somos melódicos, progressivos e até mesmo mais Pop atualmente”.
Tony Kakko (http://www.vandohalen.com.br/nao-somos-mais-power-metal-diz-vocalista-sonata-arctica/)

Os pensadores do Rock

“As pessoas esperavam algo Thrash, veloz. Se Risk tivesse sido lançado com o nome Dave Mustaine Project, teriam adorado. Meu erro foi ter usado Megadeth. Era para ter sido um trabalho solo. Porém, teria sido desrespeitoso com os outros integrantes da banda”.
Dave Mustaine (http://www.vandohalen.com.br/dave-mustaine-admite-que-risk-deveria-ter-sido-um-album-solo/)

“Rob Halford precisava do Judas Priest e a banda precisava dele. Ainda somos grandes amigos, amo o grupo e o reconhecimento que me proporcionaram. Hoje, me apresento muito mais do que na época. Sempre digo às pessoas que foi um momento de de sorte aliado a muito trabalho”.
Tim “Ripper” Owens (http://www.vandohalen.com.br/ripper-owens-garante-ter-ficado-de-boas-com-volta-de-rob-halford-ao-judas-priest/)

“Temos uma guitarrista agora e todo mundo pergunta como é ter outra mulher na banda. Por favor, queiram saber apenas como é ter outra instrumentista, faz muito mais justiça a ela. Também já quiseram saber o que faço para soar diferente, já que há outras bandas com vocais femininos na indústria. Respondi que o repórter jamais teria feito a mesma pergunta a um homem. Isso tira a validade da ideia”.
Charlotte Wessels (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-delain-responde-se-ha-sexismo-no-mundo-da-musica/)

“Fãs que não deram uma chance ao Sepultura atual apenas pararam no tempo e esperam por algo que não existe mais. Sigam em frente. Respeitem o que acontece no presente. Você não precisa ser um fã, mas não tente fazer parecer que a culpa é nossa”.
Andreas Kisser (http://www.vandohalen.com.br/para-andreas-fas-sepultura-das-antigas-esperam-por-algo-que-nao-existe-mais/)

“Ouvi o Led Zeppelin antes de entrar no Deep Purple. O primeiro disco deles mudou meu pensamento sobre música. Quando escutei ‘Dazed And Confused’ e ‘How Many More Times’, descobri que Heavy não significava alto e grandioso, era uma questão de atitude. Jimi Hendrix e Cream pavimentaram o caminho, mas eles definiram”.
Roger Glover (http://www.vandohalen.com.br/led-zeppelin-definiu-o-significado-de-heavy-diz-baixista-deep-purple/)

“A sequência de 13 seria um disco de Blues. Mas decidimos fazer a turnê, pois levaria em torno de dois ou três anos. Imaginamos que poderíamos não estar mais aqui. Quem sabe, um dia, gravamos”.
Geezer Butler (http://www.vandohalen.com.br/ultimo-album-black-sabbath-que-nao-aconteceu-seria-de-blues/)

“Sempre me pergunto como conseguimos nos manter, pois todos tiram um pedaço de nós. A casa de shows pede 25% do merchandising, os impostos são descontados a partir do que nós faturamos… A internet tem seu lado bom e ruim. Com o Pro Tools e todas as tecnologias, podemos gravar em nossas casas, o que é ótimo. Conseguimos viver do que fazemos, mas precisamos trabalhar duro, estar na estrada o tempo todo. Mas foi o que escolhi fazer e amo. Continuarei até onde puder”.
Terry Butler (http://www.vandohalen.com.br/baixista-obituary-pretende-seguir-em-frente-ate-aparecer-no-obituario-ha/)

Os pensadores do Rock

“Considero James Hetfield um dos melhores guitarristas rítmicos do mundo, junto a mim, Rudolph Schenker e Malcolm Young. Somos o Quarteto Fantástico, ninguém se equipara a nós”.
Dave Mustaine (http://www.vandohalen.com.br/james-hetfield-e-eu-fazemos-parte-quarteto-fantastico-da-guitarra-ritmica/)

“Pessoalmente, não vejo mais razão para lançar um disco. Investimos tempo, energia e dinheiro para, no dia do lançamento, ser pirateado na internet. É como o mundo quer, mas não o que faremos. Talvez seja melhor fazer uma ou duas músicas por vez e divulgar nas redes sociais. Temos algumas canções sendo preparadas, em algum momento elas aparecerão”.
Kelly Hansen (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-foreigner-nao-ve-mais-sentido-em-lancar-discos/)

“’Second To None’ fala sobre os guerreiros do teclado, os trolls que descontam suas frustrações na internet, onde têm voz. Vemos vários desses, é algo triste para a cena. O Metal significa união, somos outsiders da sociedade. Nossa música é algo especial. Não gosto desse negócio de ficar atacando os outros em páginas. Crescemos em uma época onde não era possível fazer esse tipo de coisa. Gosto da internet, é um modo legal e rápido de interagir com os fãs. Mas esses caras frustrados são um bando de ridículos”.
Marcel Schmier (http://www.vandohalen.com.br/schmier-putaco-com-os-guerreiros-teclado-na-internet/)

“Não acho que Satanás exista, não acredito em nenhum ícone religioso. É apenas uma expressão, Satã, Deus Alá… Você decide quem quer que ele seja. A música ‘Satan Is Real’ reflete os problemas que temos nos dias atuais por conta da religião, a maneira como as pessoas a interpretam e a transformam em uma ferramenta que leva o povo a fazer coisas ruins”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/lider-kreator-faz-musica-chamada-satan-real-mas-nao-acha-que-sata-e-real/)

“É importante, para mim, escrever de forma vaga e ambígua. Assim, o ouvinte pode dar o significado que achar melhor à música, estabelecendo uma conexão pessoal. Ela pode ser sobre um relacionamento, algum tipo de amor perdido ou qualquer outra coisa”.
Chad Gray (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-hellyeah-comenta-necessidade-de-ser-vago-e-ambiguo/)

“Não conseguia entender como o Limp Bizkit havia se tornado grande. Afetou-me ao ponto de não querer mais fazer música. Se aquele era o caminho a seguir, dane-se. Por isso que Jeff Hanneman escreveu a maior parte do álbum Diabolus In Musica, eu estava realmente desgastado. Considero esse disco muito funky para o meu gosto”.
Kerry King (http://www.vandohalen.com.br/kerry-king-revela-qual-album-slayer-e-funkeiro-demais-para-seu-gosto/)

“Acredito que o pior momento para o Saxon tenha sido na virada dos anos 1980 para os 1990, quando todos se voltaram para o Grunge, bandas como Nirvana e Pearl Jam, que era fantástica. Foi parecido com o que aconteceu à época da explosão do Punk. Também não foi fácil quando Mötley Crüe, Poison e Cinderella roubaram os holofotes de grupos como nós, Iron Maiden, Judas Priest e Motörhead. Mas permanecemos juntos e sobrevivemos às mudanças”.
Biff Byford (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-saxon-relembra-dificil-fase-entre-farofa-e-flanela/)

Os pensadores do Rock

“Cresci ouvindo Judas Priest e, para mim, eles não são Metal, mas um puta Rock and Roll! Quem com um cérebro normal diria que eles soam como Heavy Metal? Considero ‘Painkiller’ um Hard Rock and Roll. Conheço todas as músicas deles, já saímos em turnê juntos, são caras incríveis. Sei que se consideram Metal Gods, especialmente Rob Halford, mas acho isso estranho de se falar”.
Brent Hinds (http://www.vandohalen.com.br/judas-priest-nao-e-metal-diz-guitarrista-mastodon/)

“Sempre tive um problema com o fato de as pessoas classificarem o Korn como uma banda de Metal. Nunca fomos isso. No começo da carreira, não sabiam onde nos encaixar. Nossa primeira turnê foi com Biohazard e House Of Pain. Depois, Sick Of It All e Orange 9MM. A seguir, KMFDM. Éramos as ovelhas negras, não tínhamos para onde ir. Aprecio a comunidade Metal, mas para mim, grupos que realmente representam o estilo são Judas Priest ou Iron Maiden. Isso é Metal. Fazemos algo diferente. Amo a cena, há fãs muito apaixonados. Porém, considero o que fazemos Heavy Rock”.
Jonathan Davis (http://www.vandohalen.com.br/nao-somos-metal-somos-heavy-rock-diz-vocalista-korn/)

“Não há motivo para desperdiçar um ano e uma enorme quantia de dinheiro em um álbum que, por melhor que venha a ser, não venderá. Se o momento do mercado fosse diferente, talvez pensasse de outra forma. Melhor ir para a estrada, fazer um monte de shows e se divertir”.
Stevie Nicks (http://www.vandohalen.com.br/para-que-gastar-tempo-e-dinheiro-em-algo-que-nao-vai-vender-diz-stevie-nicks-sobre-possibilidade-de-novo-disco-fleetwood-mac/)

“Provavelmente conseguiria, mas não quero escrever músicas sobre política ou com temáticas fantasiosas. Prefiro coisas que eu e os fãs lidamos em nosso cotidiano. Enfrentamos batalhas desde quando nascemos até o fim da vida. Precisamos cuidar do nosso passado para abraçar o futuro. Todo mundo se identifica com esse tipo de questionamento”.
Anders Fridén (http://www.vandohalen.com.br/nao-quero-escrever-musicas-sobre-politica-ou-com-tematicas-fantasiosas/)

“Na juventude, não era um grande fã de Metal. Ouvia poucas bandas, nem imaginava que acabaria cantando em um grupo do estilo. Achava que seroa a resposta da Virginia para Johnny Rotten. Mas o Slayer era uma das exceções. Realmente gostava de como eram agressivos. Comprei Reign In Blood na época da faculdade, acho que foi o meu primeiro disco com um selo de advertência aos pais. Eles e o Black Sabbath são as minhas preferidas no Heavy Metal. Se tivesse que escolher duas bandas do estilo para ouvir para o resto da vida, seriam essas”.
Randy Blythe (http://www.vandohalen.com.br/randy-blythe-revela-quais-duas-bandas-de-heavy-metal-que-poderia-ouvir-para-o-resto-da-vida/)

“A satisfação de voar é ter o seu trabalho feito, levar os passageiros ao destino de forma segura, ser uma figura invisível. Shows trazem emoções externas, ao ver as pessoas reagindo à sua presença. É legal fazer duas coisas tão opostas”.
Bruce Dickinson (http://www.vandohalen.com.br/bruce-dickinson-explica-diferentes-experiencias-entre-pilotar-avioes-e-cantar/)

“A esta altura da carreira, não temos que nos preocupar mais em compor músicas Pop, com duração de três minutos. Podemos fazer o que acharmos melhor, deixar a criatividade fluir. Várias faixas do novo trabalho quebram as fórmulas. Após 35 anos, adquirimos credibilidade para arriscar”.
Jack Blades (http://www.vandohalen.com.br/night-ranger-fugiu-de-formulas-em-novo-disco/)

Os pensadores do Rock

“Considero o Rock And Roll Hall Of Fame algo realmente tedioso. É a América. Não sou dos Estados Unidos nem toco música americana. Não pertenço a este lugar”.
Ian Anderson (http://www.vandohalen.com.br/nao-pertenco-ao-rock-roll-hall-fame-diz-ian-anderson/)

“Definitivamente, Derrick foi a escolha certa para a banda. Ele mostrou o nosso futuro. Não estávamos interessados em uma cópia de Max. Buscamos fugir da ideia de arrumar um clone. Ouvimos vários candidatos, até caras como Chuck Billy, do Testament, tentaram. Mas queríamos alguém novo no negócio. Derrick foi sugestão de Mike Glitter, amigo em comum entre nós que trabalhava na Roadrunner. Quando ouvimos sua fira, sentimos que poderia cantar de maneira ríspida, mas também oferecer novas possibilidades com melodias”.
Andreas Kisser (http://www.vandohalen.com.br/derrick-foi-escolha-certa-para-o-sepultura/)

“A música sempre foi um espelho dos sentimentos, emoções, condições, situações e circunstâncias da sociedade. Nos melhores momentos, canções felizes, quase medíocres, são as que se destacam. Nos piores é a vez da raiva e do protesto, que precisam sair de nós em algum momento, de forma catártica”.
Kirk Hammett (http://www.vandohalen.com.br/situacao-mundo-faz-kirk-hammett-apostar-na-volta-da-musica-pesada-ao-topo/)

“Nunca entendi Axl. Um dia era amigo, no outro agia como se você não existisse. Não falo isso de um modo ruim, é o jeito de ele ser. Era uma pessoa muito séria, às vezes. Adorava dar grandes festas após os shows e eu adorava ir”.
Rob Affuso (http://www.vandohalen.com.br/ex-skid-row-nunca-entendeu-axl/)

“Tento não ficar bravo, mas é desencorajante e difícil não se amargurar quando você sofre ataques online. Os chamo de gângsteres dos teclados. Se escondem atrás de um computador e falam de uma forma que não fariam frente-a-frente. Deus nos ensinou a amar. Mas talvez leve anos para mudarmos, temos que ser pacientes”.
Brian “Head” Welch (http://www.vandohalen.com.br/guitarrista-korn-sofre-perseguicao-de-cristaos-conservadores-por-tocar-em-uma-banda-de-rock/)

“O Celebrity Rehab foi uma das melhores experiências da minha vida. Dr. Drew foi maravilhoso, me deu uma oportunidade e eu fiz o esforço. Continuei bebendo por um tempo, mas chegou a um ponto em que meu corpo venceu o vício. Ainda preciso derrotar o maldito cigarro. É a pior das drogas para se largar. Parei com heroína, crack, mas não consigo parar de fumar”.
Steven Adler (http://www.vandohalen.com.br/steven-adler-revela-qual-droga-mais-dificil-de-se-livrar/)

“O medo de mudar pode lhe matar por dentro, fazer você se sentir inválido. Não adianta alcançar sucesso e se sentir vazio”.
Herman “Eddie” Hermida (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-reflete-sobre-feedback-ruim-novo-album-suicide-silence/)

Os pensadores do Rock

“Podemos não estar mais aqui em cinco anos. Estamos envelhecendo. Festas, falência do fígado, overdoses, enfartes, tudo pode acontecer. Temos mais sorte que a maioria das bandas, estamos juntos há tanto tempo e ainda curtimos tocar. Vamos até onde aguentarmos. Assim começamos e assim será. Vamos morrer no palco”.
Satchel (http://www.vandohalen.com.br/vamos-morrer-no-palco/)

“Se você ler o Alcorão, verá que o islamismo é pacífico em sua concepção, assim como o cristianismo. Eles existem para orientar e ajudar a responder dúvidas. Fui criado católico. Quando li a Bíblia pela primeira vez, parecia um conto de fadas, com pessoas caminhando sobre a água, etc… Perguntei a um padre e passei a entender que se tratava de metáforas sobre o poder da fé. É ótimo ter esse simbolismo e sabedoria anciã. Porém, devemos seguir em frente, evoluir, deixando algo para trás”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/todas-as-religioes-podem-ser-boas-ou-ruins/)

“Haters são bem-vindos. Fazem parte da base de fãs, falam merda sobre nós, mas ainda assim escutam nossa música”.
Andreas Kisser (http://www.vandohalen.com.br/andreas-kisser-diz-que-haters-sepultura-sao-bem-vindos/)

“A pior parte da fama é ter que permanecer sempre atento. Todos estão olhando. Você precisa cuidar o que faz, onde está, o que diz e como age. É preciso ter certeza que se está fazendo a coisa certa”.
Dave Mustaine (http://www.vandohalen.com.br/pior-parte-da-fama-por-dave-mustaine/)

“Nosso som é nossa marca registrada, o que fazemos desde sempre. Não vejo isso mudando. Alguns críticos e fãs reclamam por não experimentarmos, mas não acho que seja um problema. Só escrevemos músicas que façam com que nos sintamos bem”.
Trevor Peres (http://www.vandohalen.com.br/nao-vamos-mudar-nosso-som-garante-guitarrista-obituary/)

“Não dá para se deixar levar por algumas pessoas que vão a sites criticar. Alguns simplesmente reclamam de tudo. Para mim, não significa nada. No máximo dou risada, pois são opiniões que não estão em sintonia com a realidade. O fato é que o KISS continua fazendo grandes shows e sendo um fenômeno. Prefiro dar atenção a isso”.
Tommy Thayer (http://www.vandohalen.com.br/tommy-thayer-se-lixa-pros-haters/)

“Minha voz amadureceu, sinto que estou no auge, soando melhor que em qualquer outra época. Consigo dar vida às letras e canções. Mesmo se o inglês não for sua primeira língua, você entende o que eu quero transmitir. Meu objetivo atual é compor e gravar o máximo possível”.
Blaze Bayley (http://www.vandohalen.com.br/minha-voz-esta-melhor-que-em-qualquer-outra-epoca-diz-blaze-bayley/)

Os pensadores do Rock

“Nunca pensamos que Bad Magic seria o álbum final do Motörhead. Jamais tive uma conversa com Lemmy sobre o que faria da vida após a banda terminar. Era sempre sobre a próxima música, o próximo riff, a próxima turnê, o próximo disco, o próximo pedaço de empadão, enfim. De qualquer modo, fico feliz que o nosso último trabalho tenha sido bom. Não acho que tenhamos oferecido um realmente ruim em nossa carreira. Obviamente, alguns foram melhores, mas sempre demos tudo que tínhamos”.
Phil Campbell (http://www.vandohalen.com.br/motorhead-nao-imaginava-que-bad-magic-seria-o-ultimo-disco/)

“Tive a chance de fazer um teste, mas recusei. O mais importante de tudo é que sempre lembro e valorizo o que me fez optar por essa decisão. Não achava correto naquele momento. Alcancei sucesso mundial com o Krokus, mesmo não tendo chegado ao mesmo nível do AC/DC. Sou grato por isso. Hoje, posso desfrutar tudo que conseguimos ainda tendo a maioria dos membros originais da banda comigo”.
Marc Storace (http://www.vandohalen.com.br/vocalista-do-krokus-lembra-porque-recusou-teste-no-acdc-em-1980/)

“Gosto de pensar como Pablo Picasso. Se ele tivesse seguido as regras tradicionais, teria encontrado novas possibilidades? Não se deve ter medo de arriscar a própria arte. Caso contrário, viveríamos apenas copiando e reproduzindo o que já foi feito”.
Andreas Kisser (http://www.vandohalen.com.br/nao-se-deve-ter-medo-de-arriscar-propria-arte/)

“Heavy Metal é música que toca o coração das pessoas. Às vezes é pesado e forte. Em outras, mais melódico. Muitas bandas ainda tocam e o público segue aparecendo. Além disso, foi influência para outros gêneros. O Black Sabbath inspirou todo mundo. Foi uma honra ter feito parte do grupo”.
Vinny Appice (http://www.vandohalen.com.br/heavy-metal-e-musica-que-toca-o-coracao-das-pessoas/)

“Há algumas bandas novas bem pesadas e eu amo, mas não podemos nem pensar em ser tão Heavy ou escrever como elas. Não acho que nossos fãs comprariam a ideia. É uma linha tênue, que até podemos cruzar por um pequeno momento, mas sem ir longe demais”.
Chuck Billy (http://www.vandohalen.com.br/nao-podemos-ser-tao-pesados-quanto-as-novas-bandas/)

“Para mim, todas as religiões podem ser boas ou ruins. Se você segue por motivos pessoais, adquire forças e lhe ajuda na vida, não há qualquer problema. Fé e organizações religiosas são coisas completamente diferentes. É fácil simplesmente culpar uma crença em particular”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/todas-as-religioes-podem-ser-boas-ou-ruins/)

“Em primeiro lugar, não há outra banda com quase 50 anos de carreira tendo os cinco caras originais. Todos elogiam os Rolling Stones, mas nunca liguei para eles. Jamais tiveram algo a me oferecer musicalmente, especialmente em se tratando de bateria. Quem assiste o nosso show se dá conta de tocamos muito melhor que eles, até porque nunca foram tão bons ao vivo. Aliás, nenhuma banda chega perto de nós em um palco”.
Joey Kramer (http://www.vandohalen.com.br/somos-muito-melhores-que-os-rolling-stones-ao-vivo-diz-baterista-do-aerosmith/)

Os pensadores do Rock

“Há grupos que precisam manter os elementos originais para preservar o som. Em nosso caso, isso não acontece. É como o Queens Of The Stone Age. Estando Josh Homme, soa como deve”.
Papa Emeritus III/Tobias Forge (http://www.vandohalen.com.br/papa-demitiu-todo-o-ghost/)

“‘Silent Lucidity’ quase ficou de fora do disco (Empire). A versão original era só com voz e guitarras, não tinha as partes orquestradas. Peter Collins, o produtor, chegou a dizer que era melhor deixarmos a canção para o disco seguinte, pois era uma ideia incompleta. Mas seguimos em frente e fizemos acontecer, o que foi um acerto. Porém, é claro que ninguém imaginava que iria chegar a tanto”.
Geoff Tate (http://www.vandohalen.com.br/queensryche-quase-deixou-seu-maior-hit-de-fora-de-album/)

“Ensinei-o a tocar guitarra e compor. A questão é que somos opostos. Rudolf rouba, enquanto eu foco na arte da guitarra-solo como auto expressão. Ele observa o que está fazendo sucesso no momento e faz o mesmo. Fico triste que sua história tenha sido construída dessa forma”.
Michael Schenker (http://www.vandohalen.com.br/amor-fraterno-rudolf-rouba-e-copia-todo-mundo-que-faz-sucesso-diz-michael-schenker/)

“A temática de The Wall é muito relevante no momento que vivemos. Trump fala em construir muros e cria o maior número de inimizades possível entre diferentes raças e religiões. É preciso um levante contra esse tipo de política, alimentada por homens gananciosos e poderosos. A música é um espaço legítimo para esse tipo de ação”.
Roger Waters (http://www.vandohalen.com.br/roger-waters-quer-executar-the-wall-na-divisa-entre-estados-unidos-e-mexico/)

“Está no DNA humano ir à guerra e ser violento. A paz global simplesmente não funciona. É uma bela utopia, mas nunca esteve por acontecer e, provavelmente, jamais acontecerá. Temos que aprender a lidar com isso”.
Mille Petrozza (http://www.vandohalen.com.br/esta-no-dna-humano-ir-guerra-e-ser-violento/)

“Acho que tive muita sorte, pois colaborei com alguns dos melhores bateristas do mundo. Difícil escolher um tendo Gene Hoglan, Tim Yeung, Nick Barker, Joey Jordison… Mas tenho que dar crédito a Raymond Herrera. Foi com ele que desenvolvemos um som que se tornou norma atualmente, sincopando guitarra e bateria como se fosse um só”.
Dino Cazares (http://www.vandohalen.com.br/dino-cazares-revela-qual-o-melhor-baterista-com-que-ja-trabalhou/)

“Nos anos 1990, quando começamos a ter sucesso comercial, houve muita pressão por parte da gravadora e empresários para que aderíssemos ao lado mais mainstream, indo mais para o Rock. Não funcionou, mas levamos anos para retomar o curso natural. Também sou um fã. Quando pego um disco do KISS, Cheap Trick ou Judas Priest, sei o que quero escutar. Apostamos alto em Dystopia. Dave (Mustaine) chegou a me dizer que se não funcionasse desta vez, ele não teria mais ideia do que fazer depois”.
Dave Ellefson (http://www.vandohalen.com.br/baixista-reconhece-que-o-megadeth-foi-pressionado-virar-mainstream-nos-anos-1990/)