Os 10 melhores álbuns ao vivo segundo Ann Wilson

ann wilson

Em seu Twitter, a vocalista Ann Wilson (Heart) elaborou uma lista com os 10 álbuns ao vivo que mais lhe apetecem. Os escolhidos foram:

1. Harry Belafonte, Belafonte At Carnegie Hall: “Meus pais escutavam quando eu era criança. Foi o que me fez querer ser artista! A versão de ‘Danny Boy’ me leva ao limite”.

2. Aretha Franklin, Aretha Live At Fillmore West: “A rainha pegando fogo. Super inspirador”.

3. Elton John, 17-11-70: “Elton com seu trio original. Nigel Olson na bateria e Dee Murray no baixo. Audição fantástica”.

4. The Who, Live At Leeds: “Cru, excitante e icônico. The Who em todos os cilindros”.

5. Deep Purple, Made In Japan: “Era assim que se fazia Rock nos anos 1970. Grandes músicas e performances poderosas”.

6. Joni Mitchell, Miles Of Aisles: “Joni em seu melhor com uma grande banda, antes do Jazz e após o Folk. Uma das melhores liricistas e cantoras de todos os tempos. Este álbum é um tesouro”.

7. James Brown, Live At The Apollo: “O maior trabalhador do show business dando duro. Grooves e Soul de morrer”.

8. Johnny Cash, At Folsom Prison: “Johnny e seu povo. Há uma conexão palpável. Ele estava no auge”.

9. Muse, Live At Rome Olympic Stadium: “Talvez a banda mais poderosa e criativa da atualidade. Execução incrível. Um disco que faz viajar”.

10. Duke Ellington, Ellington At Newport: “A sofisticação e elegância ao vivo. Perfeito para uma tarde”.

Cabeçote: 5 discos solo que foram lançados sob o nome de bandas

É comum que, com o tempo, membros de grandes bandas optem por trabalhar em uma carreira solo. Entretanto, em algumas situações – que praticamente só ocorreram no rock -, álbuns solo foram lançados sob nomes de grupos.

Os motivos são distintos, mas quase sempre convergem para uma razão principal: grana. Utilizar o nome de uma banda, já consagrada, faz com que a divulgação de um trabalho musical seja mais fácil. Consequentemente, obtém-se maior êxito comercial.

A lista abaixo reúne cinco discos que foram concebidos como trabalhos solo, mas foram lançados sob o nome de bandas. E antes que eu me esqueça: “The Final Cut”, do Pink Floyd, está de fora da lista porque, apesar de ter sido composto praticamente como um álbum solo de Roger Waters, sabia-se, desde o início, que o trabalho levaria a alcunha do grupo em questão.

Black Sabbath – “Seventh Star”

O Black Sabbath entrou em um hiato no ano de 1984, após a tentativa de relançar o grupo com o vocalista David Donato, no lugar de Ian Gillan, e a consequente saída do baixista Geezer Butler. Em 1985, o guitarrista Tony Iommi começou a trabalhar em um disco solo.

Ao lado do tecladista Geoff Nicholls, do baterista Eric Singer e do baixista Dave Spitz, Tony Iommi teve a ideia de contar com vários vocalistas, como Rob Halford, Glenn Hughes e Ronnie James Dio. Contudo, o plano não deu certo, já que não era possível conciliar a agenda de todos.

Glenn Hughes foi mantido nos vocais e “Seventh Star” foi gravado. Com o disco já pronto, a Warner Bros recusou-se a lançá-lo como um álbum solo de Tony Iommi, sob a alegação de que seria mais difícil de promovê-lo desta forma. Por fim, a capa indica que o trabalho é de Black Sabbath featuring Tony Iommi.

Megadeth – “The System Has Failed”

O problema que o vocalista e guitarrista Dave Mustaine teve em seu braço, além das desavenças com os músicos do Megadeth, fizeram com que ele encerrasse as atividades do grupo em 2002. O músico se recuperou e começou a trabalhar, em meados de 2004, em um disco solo.

A line-up de “The System Has Failed” conta somente com músicos contratados. Chris Poland, ex-integrante da banda, assumiu a guitarra, enquanto Jimmie Lee Sloas tocou baixo e Vinnie Colaiuta, bateria. Dave Mustaine assina a autoria integral de todas as músicas.

Com o trabalho já gravado, a Sanctuary Records se negou a lançá-lo como um trabalho solo. Com isso, o nome Megadeth foi para a capa do disco. Curioso, visto que a sonoridade é puramente Megadeth.

Stryper – “Reborn”

“Reborn” acabou sendo o disco que sacramentou a reunião do Stryper. Entretanto, seria um trabalho solo do vocalista e guitarrista Michael Sweet – por isso, soa um pouco diferente dos demais álbuns da banda, visto que traz influências do post-grunge e do rock alternativo.

As músicas que estão em “Reborn” foram compostas antes do Stryper voltar a excursionar, em 2003. As demos foram registradas com Derek Kerswill na bateria e Lou Spagnola no baixo.

Após a turnê, Michael Sweet mostrou o material para os demais integrantes, que toparam gravá-lo e lançá-lo sob o nome do grupo – em especial Oz Fox.

Twisted Sister – “Love is for Suckers”

O Twisted Sister definhou de forma muito rápida após o sucesso de “Stay Hungry”. O disco seguinte, “Come Out And Play”, não obteve o mesmo êxito e vários shows da turnê que promoveria o álbum foram cancelados.

Com isso, conflitos vieram à tona e a ideia era que o Twisted Sister desse uma pausa. O vocalista Dee Snider, então, começou a trabalhar em um disco solo, que viria a ser “Love is for Suckers”.

O problema é que a gravadora, Atlantic Records, não quis lançar o disco se não tivesse o nome Twisted Sister. Apesar de contribuições esporádicas de Reb Beach na guitarra e Kip Winger no baixo, o instrumental foi registrado por Eddie Ojeda e Jay Jay French nas guitarras e Mark Mendoza no baixo, além do novato Joe Franco na bateria.

Whitesnake – “Restless Heart”

David Coverdale passou a década de 90 de saco cheio da indústria musical. Ele até tentou uma reunião do Whitesnake em 1994, quatro anos após o fim do grupo, mas desistiu após alguns shows.

Ainda assim, Coverdale não se afastou totalmente da música. Ele passou os anos de 1995 e 1996 gravando um disco solo, que seria o material encontrado em “Restless Heart”.

Dois ex-integrantes do Whitesnake participaram do disco: o guitarrista Adrian Vandenberg e o baterista Denny Carmassi. Os demais – o baixista Guy Pratt no baixo e o tecladista Brett Tuggle – são músicos contratados.

A gravadora, por sua vez, não quis lançar o disco como um trabalho solo de David Coverdale. Por isso, a alcunha “David Coverdale & Whitesnake” acompanha a capa de “Restless Heart”.

Igor Miranda é jornalista e “fundador afastado” do site Van do Halen. Atualmente, é redator-chefe do site Cifras. Assina a coluna Cabeçote semanalmente.

Ozzy é o músico mais rico de Birmingham

ozzy birmingham

O Birmingham Post publicou a lista dos nativos locais mais ricos. Entre os músicos, Ozzy Osbourne é o mais bem colocado, na 35ª posição, com fortuna estimada em 135 milhões de libras. Robert Plant vem em 41º, com 105 milhões. Jeff Lyne (ELO) é o 47º, com 85 milhões, enquanto o baterista Nick Mason (Pink Floyd) é o 50º, com 80 milhões de dinheiros britânicos. A lista completa pode ser conferida aqui.

Cabeçote: 15 músicas de rock e metal com participação de Elton John

Elton John se notabilizou como um dos grandes nomes do pop rock em geral. No entanto, seu background é bem mais abrangente. Além de quase ter entrado no King Crimson, na década de 1970, John fez uma série de participações em discos de rock e até metal.

Com a ajuda do editor João Renato Alves, foram selecionadas 15 músicas de rock e metal com participações de sir Elton John. Veja:

The Hollies – “He Ain’t Heavy, He’s My Brother”
Música: “He Ain’t Heavy, He’s My Brother”

No fim da década de 1960 e início dos anos 1970, Elton John ainda não era conhecido, nem mesmo havia lançado qualquer álbum. Ele trabalhava como músico de estúdio no Reino Unido quando gravou o piano desta música.

Rod Stewart – “Smiler” (1974)
Música: “Let Me Be Your Car”

Em seu quinto álbum solo, Rod Stewart gravou um dueto com Elton John. A música escolhida foi, inclusive, uma composição do próprio John.

John Lennon – “Walls and Bridges” (1974)
Músicas: “Whatever Gets You Thru The Night” e “Surprise, Surprise (Sweet Bird Of Paradox)”

No quinto disco de estúdio de John Lennon, há a participação de Elton John em duas músicas. Em “Whatever Gets You Thru The Night”, ele toca piano e faz backing vocals. Já em “Surprise, Surprise (Sweet Bird Of Paradox)”, ele assume o hammond organ, além dos vocais de apoio. No mesmo ano, John contou com a participação de Lennon para uma versão de “Lucy In The Sky With Diamonds”.

Saxon – “Rock The Nations” (1986)
Músicas: “Northern Lady” e “Party ‘Til You Puke”

Uma das participações mais inusitadas da lista de Elton John. O músico gravou o piano de duas músicas do oitavo álbum de estúdio do Saxon, um dos nomes da NWOBHM. Em entrevista, Biff Byford explicou que a ideia da parceria surgiu porque John estava gravando um disco no mesmo estúdio que a banda. “Party ‘Til You Puke” teve a participação planejada, enquanto “Northern Lady” surgiu como improviso enquanto ele escutava a canção.

George Harrison – “Cloud Nine” (1987)
Músicas: “Cloud 9”, “Devil’s Radio” e “Wreck Of The Hesperus”

Em mais um trabalho com um ex-Beatle, Elton John participou, tocando piano, de três músicas do 11° disco da carreira solo de George Harrison.

Jon Bon Jovi – “Blaze Of Glory” (1990)
Músicas: “Billy Get Your Guns” e “Dyin’ Ain’t Much Of Livin'”

O primeiro disco solo de Jon Bon Jovi contou com uma verdadeira constelação de músicos convidados, como Jeff Beck, Little Richard e outros. Nesse time, estava Elton John, que gravou piano e vocais de apoio em “Billy Get Your Guns” e “Dyin’ Ain’t Much Of Livin'”.

Ann Wilson – “Hope And Glory” (2007)
Música: “Where To Now St. Peter?”

Composto basicamente por covers, o primeiro trabalho solo de Ann Wilson contou com a participação de Elton John na versão de sua própria música, “Where To Now St. Peter?”.

Alice In Chains – “Black Gives Way To Blue” (2009)
Música: “Black Gives Way To Blue”

A música que dá nome ao disco que sacramentou o retorno do Alice In Chains contém a participação de Elton John, como habitual, no piano. A faixa é, inclusive, um tributo ao falecido vocalista da banda, Layne Staley. Em entrevista à Rolling Stone, o guitarrista Jerry Cantrell contou que a ideia de convidar Elton John veio de um amigo. “Ri e disse, ‘ok, trabalharei nisto’. Mas decidi que valia a pena tentar e expliquei a Elton, por e-mail, o que a música significava para nós”, disse. Rapidamente, John respondeu que topava.

Queens Of The Stone Age – “…Like Clockwork” (2013)
Música: “Fairweather Friends”

Elton John providenciou piano e backing vocals para “Fairweather Friends”, do disco mais recente do Queens Of The Stone Age. Em entrevista ao Daily Star, John não poupou elogios: disse que nunca tocou com uma banda de rock como o QOTSA e afirmou que “…Like Clockwork” era o melhor disco do estilo dos últimos cinco ou seis anos em questão.

Red Hot Chili Peppers – “The Getaway” (2016)
Música: “Sick Love”

A colaboração mais recente de Elton John em um trabalho de rock está no último disco do Red Hot Chili Peppers. Em “Sick Love”, John toca piano e colabora como co-autor, ao lado de seu colaborador de longa data, Bernie Taupin. O motivo é que a estrutura de acordes e a melodia dos versos são inspiradas no hit de John “Bennie And The Jets”, de 1973. Em recente entrevista, o vocalista Anthony Kiedis falou sobre a parceria. “Assim que ele encostou no piano, tudo ficou mágico. Você até tenta não ser um ‘fan boy’, mas é sir Elton John”, disse.

Igor Miranda é jornalista e “fundador afastado” do site Van do Halen. Atualmente, é redator-chefe do site Cifras. Assina a coluna Cabeçote semanalmente.

Cabeçote: 10 bandas importantes com menos de 10 discos lançados

No rock e no metal, quantidade nem sempre é sinônimo de bom serviço prestado. Há bandas clássicas que lançaram poucos discos, mas em um número suficiente para que fizessem história.

Com o auxílio da implacável memória do editor do site, João Renato Alves, a coluna separa 10 bandas importantes que lançaram menos de uma dezena de álbuns. Foram considerados apenas grupos que já encerraram suas atividades, para que a lista não seja “desmentida”.

Free

Apesar de ter feito história, o Free foi, de certa forma, uma banda juvenil. Os mais velhos – o baterista Simon Kirke e o vocalista Paul Rodgers – tinham 19 anos quando o grupo se formou. O mais jovem, o baixista Andy Fraser, ainda tinha 16.

Naturalmente, o grupo não durou por muito tempo. Eles existiram de 1968 a 1971, romperam e voltaram entre 1972 e 1973. Em ambos os períodos, foram registrados seis discos de estúdio.

O último foi “Heartbreaker”, de 1973. A banda acabou no mesmo ano. Dois anos depois, a morte de Paul Kossoff, vítima de uma embolia pulmonar agradava pelo uso de drogas, eliminou qualquer possibilidade de reunião.

Alice Cooper (a banda)

A banda Alice Cooper existiu até 1975, quando o vocalista, Alice Cooper, decidiu embarcar em uma gloriosa carreira solo. Enquanto grupo, foram lançados sete discos.

O último é o básico e ótimo “Muscle Of Love”, que chegou a público em 1973. Apesar do bom resultado, as sessões de gravação foram complicadas e o registro não foi bem em vendas. Em uma pausa nos trabalhos, Alice agiu e conseguiu se lançar como artista solo.

Os demais músicos se juntaram e formaram o Billion Dollar Babies, que não vingou. Um único trabalho, “Battle Axe”, foi lançado em 1977 e, obviamente, não integra a discografia da banda Alice Cooper.

The Doors

O The Doors até tentou continuar após a morte de Jim Morrison, em 1971, mas não deu certo. Capitaneado por Ray Manzarek, o grupo lançou três discos – o último, “An American Player”, é de 1978 e conta com fragmentos de vozes gravados por Morrison. Com o falecido vocalista, são seis álbuns. No total, há nove registros de inéditas no catálogo do Doors.

Led Zeppelin

O último disco concretamente lançado pelo Led Zeppelin foi “In Through The Out Door”, de 1979. O oitavo álbum da banda já refletia os problemas pelos quais os envolvidos passavam nos bastidores. Musicalmente, é mais fraco que seus antecessores, apesar de ter a genialidade do grupo presente em algumas faixas.

O baterista John Bonham morreu em 1980 e, em 1982, a coleção de faixas inéditas “Coda” foi lançada. O nono disco do grupo é considerado como parte da discografia. Desde então, o Led Zeppelin nunca mais lançou um álbum de estúdio, apesar de Robert Plant e Jimmy Page terem trabalhado juntos na década de 1990.

Nirvana

O trágico fim do Nirvana, com o suicídio de Kurt Cobain em 1994, impediu que o grupo lançasse mais discos de estúdio. Ao total, foram apenas três trabalhos. O último foi “In Utero”, de 1993.

Dire Straits

O Dire Straits fez história no rock com apenas seis discos de inéditas em seu catálogo. O último é “On Every Street”, lançado em 1991, após a reunião do grupo, que havia encerrado suas atividades em 1988.

A reunião durou até 1995 e, desde então, os envolvidos se dissociaram. O frontman Mark Knopfler se destacou com uma prolífica carreira solo – atualmente, com oito discos em seu catálogo desde 1996.

Pantera

Notável por ter contado com duas fases – a hard rock e a metal -, o Pantera acumula nove discos de estúdio se considerados ambos os períodos. Com a época “farofa” descartada, são cinco trabalhos de inéditas no total.

O último é “Reinventing The Steel”, lançado em 2000. O grupo acabou em 2003 e, em dezembro do ano seguite, Dimebag Darrell foi morto durante um show de sua outra banda, o Damageplan. Como Phil Anselmo e Vinnie Paul se odeiam e a possibilidade de contar com outro músico no lugar de Darrell tem sido frequentemente rechaçada, a chance de uma reunião sem Darrell é mínima.

Eagles

A morte de Glenn Frey deu fim ao Eagles em 2016. Contudo, dificilmente a banda lançaria um disco após “Long Road Out Of Even”, de 2007.

No total, o Eagles lançou sete discos de estúdio. Apesar de todos eles terem obtido sucesso em vendas, especialmente o platinado “Hotel California”, o álbum de maior sucesso do grupo é uma coletânea: “Their Greatest Hits (1971-1975)”, de 1976. O best of, claro, não é contabilizado na conta dos sete trabalhos mencionados.

Twisted Sister

O Twisted Sister encerrou suas atividades em 2016, após a morte do baterista A.J. Pero e de uma turnê, feita em homenagem ao músico, com Mike Portnoy no lugar dele. Contudo, o grupo já havia abdicado de gravar novidades há algum tempo.

Sete álbuns integram a discografia de estúdio do Twisted Sister. Cinco deles, lançados na década de 1980. “Still Hungry”, de 2004, e “A Twisted Christmas”, de 2006, completam a lista.

Há quem nem considere “A Twisted Christmas” como parte da discografia de estúdio, por contar com adaptações de músicas de Natal. Mas não faz diferença: com ou sem ele, o Twisted Sister não chega à dezena em seu catálogo.

The Black Crowes

Apesar de ser a banda com mais chances de se reunir no futuro, o Black Crowes acabou. Então, está na lista.

O grupo encerrou suas atividades em 2015, após desentendimentos entre os irmãos Chris e Rich Robinson. Durante os anos de existência da banda, foram lançados oito discos de estúdio. O último foi o bom “Before the Frost… Until the Freeze”, de 2009.

Igor Miranda é jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e “fundador afastado” do site Van do Halen. Atualmente, é redator-chefe do site Cifras. Assina a coluna Cabeçote semanalmente.

Metallica tem cinco álbuns entre os oito mais vendidos de Rock/Metal nos Estados Unidos em 2016

metallica vendidos

O Metal Insider elaborou uma lista com os discos de Rock/Metal mais comercializados nos Estados Unidos ano passado. O Metallica deitou e rolou. E não apenas com seu novo disco. Eis o ranking:

1. Hardwired… To Self-Destruct – Metallica (516.000 cópias)
2. Immortalized – Disturbed (298.000)
3. Metallica – Metallica (267.500)
4. This House Is Not For Sale – Bon Jovi (174.000)
5. Greatest Hits – Journey (169.000)
6. Master Of Puppets – Metallica (163.000)
7. … And Justice For All – Metallica (155.000)
8. Ride The Lightning – Metallica (153.000)
9. Dystopia – Megadeth (148.000)
10. Got Your Six – Five Finger Death Punch (146.500)
11. The Stage – Avenged Sevenfold (144.000)
12. Greatest Hits – Guns N’ Roses (138.000)
13. Gore – Deftones (133.000)
14. Seal The Deal & Let’s Boogie – Volbeat (123.000)
15. Back In Black – AC/DC (117.000)
16. Appetite For Destruction – Guns N’ Roses (115.000)
17. Nevermind – Nirvana (114.000)
18. The Ghost Of Christmas Eve – Trans-Siberian Orchestra (113.000)
19. Threat To Survive – Shinedown (110.000)
20. Misadventures – Pierce The Veil (105.000)
21. Kill ‘Em All – Metallica (104.000)
22. Bad Vibrations – A Day To Remember (102.000)
23. The Serenity Of Suffering – Korn (100.000)
24. Licensed To Ill – Beastie Boys (99.000)

Bruce Springsteen teve a turnê mais rentável de 2016

turnê rentável

Os dados são da Pollstar, empresa que monitora a indústria de entretenimento. Clique na imagem para ampliar.

Despedida de David Bowie foi o vinil mais vendido na Inglaterra em 2016

david bowie

Em nota oficial, a Indústria Fonográfica Britânica anunciou que Blackstar, último álbum de inéditas lançado por David Bowie, foi o trabalho mais vendido no formato de LP em 2016. O Top 10 conta com apenas dois outros trabalhos recentes: a trilha sonora de Guardiões da Galáxia e A Moon Shaped Pool, do Radiohead. Completam a lista Back To Black (Amy Winehouse), Rumours (Fleetwood Mac), The Stone Roses (The Stone Roses), Legend (Bob Marley & The Wailers), Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (The Beatles), Purple Rain (Prince) e Nevermind (Nirvana). Os números não foram revelados. Anteriormente, já havia sido confirmado que a comercialização do vinil superou a dos downloads pagos no ano passado.

Lista de músicos e importantes figuras ligadas ao Rock que morreram em 2016

mortos 2016

03/01 – Jason Mackenroth (baterista – Rollins Band, Mother Superior)
04/01 – Robert Stigwood (empresário e produtor – Cream)
04/01 – Long John Hunter (bluesman)
04/01 – Robert Balser (diretor de animação – Beatles, Jackson 5, Heavy Metal)
05/01 – Pierre Boulez (maestro – Frank Zappa)
10/01 – David Bowie
13/01 – Giorgio Gomelsky (empresário – Rolling Stones, The Yardbirds)
13/01 – Stuart Rose (baterista – Pentagram)
14/01 – Kevin Lawrence (guitarra – Rapidfire)
16/01 – Gary Loizzo (músico e produtor – The American Breed, Styx, REO Speedwagon)
17/01 – Mic Gillette (trombonista e trompetista – Tower Of Power, Rolling Stones, Heart, Rod Stewart)
17/01 – Dale Griffin (baterista – Mott The Hoople)
18/01 – Glenn Frey (guitarrista, tecladista e vocalista – The Eagles)
20/01 – Rick Manwiller (tecladista – Dakota)
24/01 – Jimmy Bain (baixista – Rainbow, Dio)
28/01 – Paul Kantner (guitarrista – Jefferson Airplane)
28/01 – Signe Anderson (vocalista – Jefferson Airplane)
01/02 – Jon Bunch (vocalista – Sense Field, Further Seems Forever)
02/02 – Steve “Tregenda” Childers (guitarrista – Black Witchery, Public Assassin)
05/02 – Mikey Clement (vocalista – Valleys)
13/02 – Devin Bachmann (vocalista – Counterflux)
13/02 – Kyle Canter (guitarrista – Counterflux)
13/02 – Earl Miller (guitarrista – Counterflux)
14/02 – LC Ulmer (bluesman)
19/02 – Rusty Burns (guitarrista – Point Blank, ZZ Top, Stevie Ray Vaghan, Johnny Winter)
20/02 – Vi Subversa (vocalista e guitarrista – Poison Girls)
21/02 – Piotr Grudzinsk (guitarrista – Riverside)
27/02 – James Atkins (baixista – Hammerbox)
03/03 – John “JT” Thomas (guitarrista – Budgie)
03/03 – Oskar Karlsson (baterista – Gates Of Ishtar, The Duskfall)
06/03 – Aaron Huffman (baixista – Harvey Danger)
08/03 – George Martin (produtor – The Beatles)
08/03 – Andrew Loomis (baterista – Dead Moon)
09/03 – Jon English (vocalista – Jesus Christ Superstar)
10/03 – Keith Emerson (tecladista – ELP)
13/03 – Nik Green (tecladista – Blue Murder)
17/03 – Steve Young
18/03 – David Egan (pianista – Joe Cocker, John Mayall)
19/03 – David “”Scabs” Hughes (baterista – Frankenstein Drag Queens From Planet 13)
23/03 – Michael Stewart (guitarrista – Ectovoid)
27/03 – Joe Bass (baixo – The Posies, Sunny Day Real Estate)
30/03 – Andy Newman (pianista – Thunderclap Newman)
05/04 – John Byrd (guitarrista – King Conquer)
06/04 – Dennis Davis (baterista – David Bowie, Iggy Pop, Stevie Wonder)
07/04 – Jimmie Van Zant (vocalista – The Jimmie Van Zant Band)
07/04 – Jade Lemons (guitarrista – Injected)
09/04 – Tony Conrad (músico, cineasta e escritor)
11/04 – Jack Hammer (músico, ator e compositor)
12/04 – Robbie Brennan (baterista – Skid Row, Grand Slam)
13/04 – Yann Chamberlin (guitarrista – Squealer)
21/04 – Prince
21/04 – Lonnie Mack
25/04 – Wolfgang “Wölli” Rhode (baterista – Die Toten Hosen)
06/05 – Chip Tunstall (vocalista – White Heat)
07/05 – John Stabb (vocalista – Government Issue)
14/05 – Tony Barrow (assessor – The Beatles)
15/05 – Cauby Peixoto
17/05 – Marlene Marder (guitarrista – Kleenex, LiLiPUT)
21/05 – Nick Menza (baterista – Megadeth)
30/05 – Brandon Ferrell (baterista – Municipal Waste)
08/06 – Brian Rading (baixista – Five Man Electrical Band)
13/06 – Chips Moman (produtor – Elvis Presley, Aretha Franklin)
14/06 – Henry McCullough (guitarrista – The Wings, Spooky Tooth, Joe Cocker)
16/06 – Jerome Teasley (baterista – Motown, Ike Turner, Jimi Hendrix)
22/06 – Bill Ham (manager – ZZ Top)
24/06 – Bernie Worrell (tecladista – Parliament-Funkadelic, Talking Heads)
27/06 – Mack Rice (compositor – Lynyrd Skynyrd, B.B. King, Buddy Guy)
28/06 – Scotty Moore (guitarrista – Elvis Presley, Blue Moon Boys, Ten Years After)
29/06 – Rob Wasserman (baixista – Ratdog, Lou Reed, Elvis Costello, Van Morrison)
15/07 – Erik Petersen (vocalista e guitarrista – Mischief Brew)
16/07 – Alan Vega (vocalista – Suicide)
19/07 – Somló Tamás (baixista e vocalista – Omega, Locomotiv GT)
23/07 – Mika Bleu (vocalista – Miserable Failure)
26/07 – Sandy Pearlman (produtor e empresário – Blue Öyster Cult, Black Sabbath, The Clash)
27/07 – Roye Albrighton (guitarrista e vocalista – Nektar)
06/08 – József Laux (baterista – Omega, Locomotiv G)
07/08 – B.E. Taylor (vocalista – B.E. Taylor)
11/08 – David Enthoven (manager – ELP, King Crimson, T. Rex)
13/08 – Jeff Windisch (guitarrista – Emperors And Elephants)
13/08 – J. Clyde Paradis (baterista e guitarrista – Gates Of Slumber, Sourvein)
17/08 – James Woolley (tecladista – Nine Inch Nails, 2wo)
17/08 – Preston Hubbard (baixista – The Fabulous Thunderbirds)
20/08 – Matt Roberts (guitarrista – 3 Doors Down)
20/08 – Tom Searle (guitarrista – Architects)
22/08 – Gilli Smyth (vocalista – Gong)
25/08 – Norman Killeen (baterista – Threat Signal)
07/09 – Michael Alexisch (baterista – TKO)
10/09 – Pecu Cinnari (baterista – Tarot)
10/09 – Chris Stone (empresário – Record Plant Studios)
11/09 – Leonard Haze (baterista – Y&T, Hazexperience, Ian Gillan)
11/09 – Rob Tollefson (baixista – The Exalted Piledriver)
14/09 – Don Buchla (músico, físico e desenvolvedor de sintetizadores)
16/09 – Jerry Corbetta (vocalista – Sugarloaf)
17/09 – Wagner Giudice (vocalista – Abutre)
22/09 – Johnny D. Loudermilk (compositor – Johnny Cash, Edgar & Johnny Winter)
24/09 – Buckwheat Zydeco (acordeonista – Eric Clapton, Robert Plant, Keith Richards)
25/09 – Hagen Liebing (baixista – Die Ärzte)
26/09 – Joe Clay (vocalista, guitarrista – Elvis Presley)
27/09 – Brodie Wheeler (guitarrista – King Conquer)
27/09 – Mike Taylor (vocalista – Quartz)
30/09 – Michael Casswell (guitarrista – Brian May Band, Cozy Powell, Walk On Fire)
02/10 – Steve Byrd (guitarrista – Gillan, Kim Wilde)
05/10 – Rod Temperton (compositor – Michael Jackson)
10/10 – Bill Bumgardner (baterista – Lord Mantis)
19/10 – Phil Chess (empresário – Chess Records)
24/10 – Bobby Vee
04/11 – Eddie Harsch (tecladista – The Black Crowes)
09/11 – Al Caiola (guitarrista – Elvis Presley, Buddy Holly, Simon & Garfunkel)
10/11 – Leonard Cohen
11/11 – Victor Bailey (baixista – Weather Report)
13/11 – Leon Russell
14/11 – Mose Allison
18/11 – Robert Paiste
24/11 – Al Brodax (produtor de TV e cinema – The Beatles)
27/11 – Tony Martell (empresário – Ozzy Osbourne, Stevie Ray Vaughan, Joan Jett)
04/12 – Wayne Duncan (baixista, vocalista – Daddy Cool)
04/12 – Radim Hladík (guitarrista – Blue Effect)
05/12 – Adam Sagan (baterista – Circle II Circle, Into Eternity)
07/12 – Greg Lake (baixista, vocalista – King Crimson, ELP)
11/12 – Bob Krasnow (empresário – Metallica, T-Rex, John Mayall)
23/12 – Frank Murray (manager – Thin Lizzy, Elton John)
23/12 – Mick Zane (guitarrista – Malice)
24/12 – Rick Parfitt (guitarrista e vocalista – Status Quo)
25/12 – Red Army Choir
25/12 – George Michael
25/12 – John Holata (guitarrista – Screaming Red Mutiny)
26/12 – Alphonse Mouzon (baterista – Weather Report)
30/12 – Allan Williams (manager – The Beatles)
31/12 – Peter Broman (multi-instrumentista – Amaze Me)

10 discos essenciais de supergrupos segundo a TeamRock

A TeamRock (R.I.P.) elaborou uma lista com 10 álbuns que melhor representam as junções de músicos consagrados sob novas alcunhas, os famosos supergrupos. Entraram, em ordem alfabética…

supergrupos

Asia – Asia (1982)

supergrupos

Audioslave – Audioslave (2002)

supergrupos

Bad Company – Straight Shooter (1975)

supergrupos

Black Country Communion – Black Country Communion (2010)

supergrupos

Cream – Disraeli Gears (1967)

supergrupos

Crosby, Stills, Nash & Young – Déjà Vu (1970)

supregrupos

Derek & The Dominos – Layla And Other Assorted Love Songs (1970)

supergrupos

Emerson, Lake & Palmer – Brain Salad Surgery (1972)

supergrupos

Temple Of The Dog – Temple Of The Dog (1991)

supergrupos

The Traveling Wilburys – The Traveling Wilburys, Vol 1 (1988)

Os comentários (em inglês) podem ser lidos aqui.

“Bohemian Rhapsody” foi a música antiga mais ouvida no Spotify em 2016

bohemian rhapsody

O Spotify publicou um ranking com as músicas do século passado que foram as mais ouvidas no aplicativo em 2016. São elas:

1. Queen – Bohemian Rhapsody (70s)
2. Oasis – Wonderwall (90s)
3. Red Hot Chili Peppers – Californication (90s)
4. Guns N’ Roses – Sweet Child O’ Mine (80s)
5. Nirvana – Smells Like Teen Spirit (90s)
6. Journey – Don’t Stop Believin’ (80s)
7. AC/DC – Back In Black (80s)
8. Creedence Clearwater Revival – Fortunate Son (60s)
9. Red Hot Chili Peppers – Under The Bridge (90s)
10. Queen – Don’t Stop Me Now (70s)

Quando separadas por décadas temos…

Dos anos 50

1. Elvis Presley – Jailhouse Rock
2. Frank Sinatra – Come Fly With Me
3. Miles Davis – Blue in Green
4. Frank Sinatra – I’ve Got You Under My Skin
5. Elvis Presley – Hound Dog
6. Charles Mingus – Goodbye Pork Pie Hat
7. Frank Sinatra – You Make Me Feel So Young
8. Harry Belafonte – Banana Boat Song (Day-O)
9. Miles Davis – So What
10. Ritchie Valens – La Bamba

Dos anos 60

1. Creedence Clearwater Revival – Fortunate Son
2. Tammi Terrell,Marvin Gaye – Ain’t No Mountain High Enough
3. The Beatles – Here Comes The Sun
4. Van Morrison – Brown Eyed Girl
5. The Temptations – My Girl
6. Jimi Hendrix – All Along the Watchtower
7. Elvis Presley – Can’t Help Falling in Love
8. The Jackson 5 – I Want You Back
9. The Rolling Stones – Gimme Shelter
10. The Rolling Stones – (I Can’t Get No) Satisfaction

Dos anos 70

1. Queen – Bohemian Rhapsody
2. Queen – Don’t Stop Me Now
3. Eagles – Hotel California
4. AC/DC – Highway to Hell
5. Earth, Wind & Fire – September
6. Lynyrd Skynyrd – Sweet Home Alabama
7. Led Zeppelin – Stairway To Heaven
8. Creedence Clearwater Revival – Have You Ever Seen The Rain?
9. Aerosmith – Dream On
10. Billy Joel – Piano Man

Dos anos 80

1. Guns N’ Roses – Sweet Child O’ Mine
2. Journey – Don’t Stop Believin’
3. AC/DC – Back In Black
4. Michael Jackson – Billie Jean
5. A-ha – Take On Me
6. Queen – Another One Bites The Dust
7. Guns N’ Roses – Welcome To The Jungle
8. Toto – Africa
9. Eurythmics – Sweet Dreams (Are Made of This)
10. Tracy Chapman – Fast Car

Dos anos 90

1. Oasis – Wonderwall
2. Red Hot Chili Peppers – Californication
3. Nirvana – Smells Like Teen Spirit
4. Red Hot Chili Peppers – Under The Bridge
5. Dr. Dre – The Next Episode
6. Metallica – Enter Sandman
7. AC/DC – Thunderstruck
8. Dr. Dre – Still D.R.E.
9. Radiohead – Creep
10. Blink-182 – All The Small Things

Wolf Hoffmann escolhe seus 5 – que na verdade são 6 – guitarristas preferidos

O guitarrista Wolf Hoffmann (Accept) escolheu seus cinco guitarristas favoritos – ou algo do tipo – para a Classic Rock. São eles:

Ritchie Blackmore (Deep Purple, Rainbow): Maior influência da minha carreira e toda uma geração do final dos anos 1970 e início dos 1980. Era o cara que todos na Alemanha admiravam. Tocava uma Stratocaster, o que sempre admirei. Muitas linhas melódicas e música clássica.

Uli Jon Roth (Scorpions, Electric Sun): A mesma linhagem, porém em outra escala. O guitarrista mais talentoso que conheço.

Angus Young (AC/DC): Quase nunca é mencionado, mas foi uma grande influência para mim. Escreve riffs e solos no melhor do Blues. Ajudou a formar meu estilo de tocar.

Glenn Tipton e K.K. Downing (Judas Priest): Excursionamos com eles no início dos anos 1980, foi nosso batismo de fogo. Nunca tínhamos tocado com músicos profissionais antes. Se tornaram heróis, a maneira como soavam no palco era fenomenal.

Joe Bonamassa: Exemplo de um cara fantástico na atualidade. Toca tudo que quiser. Tem um registro todo próprio, memorável. Lembra algo de Gary Moore.