Publicidade: Brasil Heavy Metal busca contribuição dos fãs para toques finais

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Com objetivo de recontar a história dos primórdios do som pesado no país, o documentário Brasil Heavy Metal foi produzido nos últimos anos. Com o passar do tempo, a produção se transformou em um longa-metragem. Feito de forma independente, o projeto precisa da ajuda dos fãs para ser finalizado e promovido. Interessados em contribuir, podem acessar o site oficial do filme aqui e ver como podem ajudar para que o projeto ganhe seu formato definitivo. A ajuda pode ser parcelada no cartão de crédito e dá direito a recompensas.

Jeff Beck anuncia show especial de 50 anos de carreira

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Celebrando meio século em cima dos palcos, Jeff Beck anunciou um show especial no Hollywood Bowl, dia 10 de agosto. A apresentação contará com participação especial de Buddy Guy, que comemora 80 anos de vida em 2016. Paralelamente, o guitarrista trabalha no livro BECK01, contando sua história.

Mike Portnoy disposto a tocar com o Dream Theater novamente

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O GigsAndFestivals.com perguntou a Mike Portnoy sobre a vontade de reencontrar o Dream Theater em algum momento do futuro. “Sou um cara sentimental e nostálgico. Foi minha iniciativa convidar Derek Sherinian e Charlie Dominci para subirem em um palco com a banda em 2004, em Los Angeles. Estendi o convite a Kevin Moore. No último natal, enviei um email a todos, dizendo o quanto os amo e sinto saudades. Mantenho contato com Jordan Rudess e John Petrucci. Nunca fechei a porta para a possibilidade. Não é algo que eu esteja esperando ou planejando. Porém, se houver o convite e surgir uma boa oportunidade, certamente estarei disposto. Não tenho qualquer tipo de mágoa, gosto de manter o coração aberto e exaltar as pessoas do passado. Foram vinte e cinco anos de minha vida”, respondeu o baterista.

Resenha: Last In Line – Heavy Crown [2016]

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Toda a expectativa gerada pelo lançamento de um álbum que reuniria os instrumentistas da formação original do Dio acabou ganhando contornos de melancolia após a chocante morte do baixista Jimmy Bain, a bordo do cruzeiro do Def Leppard, vítima de um câncer que nem sabia ter. A banda irá continuar, ao menos para divulgar o trabalho nos compromissos previamente estabelecidos. Muito em tributo ao falecido companheiro, que se dedicou ao projeto como não fazia há anos com qualquer outra atividade. O fato é que essa partida, além do fato de Vivian Campbell estar enfrentando um câncer que parece ser indestrutível (visto que não sucumbiu a três tipos de tratamento), dão uma conotação quase de heroísmo à criação e registro de Heavy Crown.

O novo elemento da empreitada atende pelo nome de Andrew Freeman. É importante deixar claro que ele não é Ronnie James Dio, nem tenta ser – o que é um mérito, já que não conseguiria por mais que tentasse. Portanto, os fãs devem escutar sua performance de mente aberta, sem estabelecer comparações desnecessárias. E no final das contas, sua performance é mais que satisfatória, digna de aplausos. A sonoridade, essa sim, é aquela que se pode esperar naturalmente. E apesar de anos distante do lado mais pesado do Hard/Heavy, Vivian Campbell mostra que ainda possui as manhas para encaixar riffs e solos inspiradíssimos. Não à toa, apesar de toda a categoria de Craig Goldy, nunca foi esquecido pela maioria dos fãs da banda que serve como referência a este trabalho.

A abertura, com “Devil In Me”, já mostra que os envolvidos não estão para brincadeira. Pegada fulminante, melodia empolgante e execução soberba. A sequência, com “Martyr”, lembra a velocidade de “I Speed At Night”, empolgando o ouvinte. “Starmaker” é mais elaborada, trazendo aquele toque soturno característico, graças ao baixo do já saudoso Jimmy assumindo a condução. Já “Burn This House Down” conta com batidas secas, com Vinny Appice e Andrew Freeman dividindo os holofotes. Mais uma pisada no acelerador em “I Am Revolution”. Dá até para imaginar Ronnie com sua postura de palco intimidadora enquanto a interpreta. A mais longa é “Blame It On Me”, batendo nos seis minutos e meio. Sem ficar entediante, o que é importante. É a mais Sabbath do disco, até as puxadas de corda e bases lembram Tony Iommi.

A rifferama das boas reassume a linha de frente em “Already Dead”, exemplar simples e efetivo do que o grupo pode oferecer de melhor. O dedilhado no início de “Curse The Day” quase induz a sair cantando “Don’t Talk To Strangers”, enquanto “Orange Glow” adota abordagem mais setentista. A faixa-título começa como uma balada e vai crescendo de forma extraordinária, consagrando-se como a melhor do tracklist e justificando a honraria de nomear o play. O encerramento vem com a ótima “The Sickness”, mais um momento de brilho pessoal de Vivian, mostrando que seu afastamento do estilo foi um grande desperdício. Fosse um álbum do Dio, seria melhor que quase tudo que o baixinho e seus asseclas lançaram após 1985. Candidato sério a figurar em listas no final do ano.

Nota 9

Andrew Freeman (vocais)
Vivian Campbell (guitarra)
Jimmy Bain (baixo)
Vinny Appice (bateria)

01. Devil In Me
02. Martyr
03. Starmaker
04. Burn This House Down
05. I Am Revolution
06. Blame It On Me
07. Already Dead
08. Curse The Day
09. Orange Glow
10. Heavy Crown
11. The Sickness

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Bloodclot assina com gravadora

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O Bloodclot, projeto do vocalista John Joseph (Cro-Mags), assinou com a Metal Blade Records para o lançamento de um álbum ainda este ano. A nova formação conta com o guitarrista Todd Youth (Danzig), o baixista Phil Caivano (Monster Magnet) e o baterista Joey Castillo (Queens Of The Stone Age). Em 2008, com um ponto de exclamação acoplado ao nome e músicos completamente diferentes, o Bloodclot lançou o álbum Burn Babylon Burn.

Lamb Of God e Disturbed encabeçam turnês que abrem o verão norte-americano

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Duas das bandas que encabeçam a recente geração do Rock/Metal estadunidense confirmaram os convidados de suas próximas turnês. O Disturbed se associou ao Breaking Benjamin e parte para a estrada levando Alter Bridge e Saint Astonia como convidados especiais. Já o Lamb Of God terá Clutch e Corrosion of Conformity em seu pacote de excursão. Os giros acontecem na metade do ano, exclusivamente em território norte-americano.

Alice Cooper quer ver Izzy Stradlin na volta do Guns N’ Roses

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Em depoimento à Rolling Stone, Alice Cooper falou sobre como está vendo a repercussão da reunião de Axl Rose com Slash e Duff McKagan. “Tinha um sentimento de que aconteceria, em algum momento. Eles são imprevisíveis, e isso os torna mais empolgantes. Só não entendo porque Izzy Stradlin não está junto. Talvez esteja, não sei. Mas, para mim, seria como ver os Rolling Stones sem Brian Jones, se ele ainda estivesse disponível”.

Líder do Candlemass lança novo projeto

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O baixista Leif Edling está lançando um novo projeto. O The Doomsday Kingdom será um trabalho independente, que o músico fará enquanto não volta à estrada com o Candlemass, devido a problemas de saúde. Leif espera retomar suas atividades normais em 2017. Mais detalhes sobre o novo grupo em breve.

Skeletonwitch finaliza gravação de novo EP

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O Skeletonwitch finalizou as gravações do seu próximo EP. Será o primeiro lançamento da banda com o novo vocalista, que ainda não teve identidade revelada. O último material lançado pelo grupo foi o álbum Serpents Unleashed, de 2013.

Hoje, 9 de fevereiro

– O baterista Brian Bennett (The Shadows) completa 76 anos.

– O produtor Dieter Dierks (Scorpions, Accept, Black N’ Blue) completa 63 anos.

– O guitarrista Mark Gallagher (Raven) completa 56 anos.

– Há 52 anos os Beatles faziam sua primeira aparição no The Ed Sullivan Show, tocando para uma audiência estimada em 73 milhões de telespectadores.

– O baixista Rachel Bolan (Skid Row) completa 50 anos.

– Há 35 anos Bill Haley (Bill Haley & His Comets), um dos difundidores do Rock morria, vítima de um tumor cerebral.

– O guitarrista Sam Coulson (Asia) completa 29 anos.

– Há 23 anos Mick Jagger lançava o álbum Wandering Spirit.

– Há 22 anos o Stratovarius lançava o álbum Dreamspace.

– Há 19 anos o vocalista Brian Connolly (The Sweet) morria, vítima de uma série de ataques cardíacos.

– Há 19 anos os Simpsons passavam os Flintstones como a série que foi exibida por mais tempo no horário nobre da televisão.

Sebastian Bach vetou moça de biquíni em videoclipe do Skid Row

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Em entrevista ao ShowbizJunkies.com, Sebastian Bach lembrou quando vetou a proposta inicial para o videoclipe de “Slave To The Grind”, faixa-título do segundo álbum do Skid Row. “Quando chegamos ao set de filmagens, havia uma garota de biquíni. Ela deveria aparecer de forma a ser objetificada, como uma groupie. Disse que não rolaria, pois a música não era sobre aquilo e não precisávamos desse tipo de coisa. Não fazíamos clipes como ‘Cherry Pie’, trazendo uma moça com um pedaço de torta na virilha. No fim, o diretor concordou comigo”.

Resenha: Resurrection Kings – Resurrection Kings [2016]

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No papel, a escalação é forte. O Resurrection Kings reúne o vocalista Chas West (Bonham, Tribe Of Gypsies), o guitarrista Craig Goldy (Dio, Giuffria), o baixista Sean McNabb (Dokken, Great White, Quiet Riot) e o baterista Vinny Appice (Black Sabath, Dio), em mais um dos supergrupos criados pela Frontiers Records. Mas, como é sabido por todos, grife sozinha não ganha jogo – especialmente em espaços como a arte e o esporte, onde os egos são responsáveis por históricas sabotagens. O estilo, como já se deve imaginar, é um Hard/Heavy com fortes influências dos 1970 e 80, reunindo as influências e as características pessoais dos envolvidos na empreitada. A execução é de primeira linha e as composições fluem com categoria.

Há espaço para sons melódicos e marcantes, como “Distant Prayer” e “Wash Away”, assim como o groove setentista de “Livin’ Out Loud” e “Path Of Love”, ambas com Appice mostrando sua desenvoltura no kit de uma forma que não fazia há tempos. Craig Goldy tem espaço para brilhar com riffs e solos certeiros, como em “Who Did You Run To?”, música que foi usada para apresentar o projeto ao mundo. Já Chas West solta a garganta com vontade nas ótimas “Had Enough” e “Don’t Have To Fight No More”. O lado baladeiro também dá as caras em “Never Say Goodbye”, bonito exemplar da espécie, colocando algumas passagens menos melosas em seu andamento. Para um trabalho de estreia, o Resurrection Kings está aprovado com louvor. Tomara que não pare neste aqui.

Nota 8,5

Chas West (vocais)
Craig Goldy (guitarra)
Sean McNabb (baixo)
Vinny Appice (bateria)

01. Distant Prayer
02. Livin’ Out Loud
03. Wash Away
04. Who Did You Run To?
05. Fallin’ For You
06. Never Say Goodbye
07. Path Of Love
08. Had Enough
09. Don’t Have To Fight No More
10. Silent Wonder
11. What You Take

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